sábado, 8 de abril de 2017

Coletânea de Textos sobre cães

Saiba mais sobre seu 

melhor amigo

(Revista Veja Julho 2009 Reportagem especial sobre cães)

A Disciplina Do Amor

    Foi na França, durante a segunda grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo olhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso á pata, voltava ao seu posto de espera.
    O jovem morreu num bombardeio mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias. Com o passar dos anos ( a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.
    As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

Lygia Fagundes Telles

A árvore da vida dos cachorros

Não, ele não veio do lobo! Confira o cladograma  do Canis familiaris e saiba como uma criatura pré-histórica virou seu melhor amigo.

Por Bruno Machado


ILUSTRAS: Alexandre Jubran

Não, ele não veio do lobo! Confira o cladograma do Canis familiaris e saiba como uma criatura pré-histórica virou seu melhor amigo. Mas atenção: a árvore evolutiva dos cachorros ainda é muito inexata. Este fluxograma reúne informações de diversas pesquisas, que nem sempre concordam uma com a outra.
cães 9 - evolução 1
cães 10 - evolução 2
1) TATATATARAVÔ MILENAR
QUANDO – 9 milhões de anos atrás
Ancestral do lobo, do cão e do coiote, o Eucyon (“cão verdadeiro”, em grego) foi um gênero de cerca de dez espécies que viveram no Hemisfério Norte. Mediam de 40 cm a 1 m e pesavam cerca de 9 kg. O Eucyon vivia em competição com predadores maiores, mas tinha grande capacidade de se adaptar às mudanças climáticas. O homem só surgiu 8 milhões de anos mais tarde
2) UIVO DA EVOLUÇÃO
QUANDO – 1 milhão de anos atrás
Até 2014, acreditava-se que os cachorros eram descendentes do lobo-cinzento (Canis lupus). Em nível genético, a diferença entre cão e lobo é menor que 1%. Mas um estudo descobriu que, na verdade, os dois animais dividem um ancestral comum desconhecido. A ciência agora corre para descobrir qual é. Hoje, a população mundial de cães é muito superior à de lobos, que chegaram a estar sob risco de extinção
3) VOLTA O CÃO ARREPENDIDO
QUANDO – 18,8 mil anos atrás
Segundo um estudo recente, foi nessa época que os humanos passaram a conviver com os cães e esse seria o fato determinante para o surgimento do cachorro como hoje o conhecemos (Canis familiaris). Os cães passaram a se aproximar do homem (ainda nômade, caçador e coletor) e, sob a sua proteção, ganharam mais chances de sobreviver. Já os humanos passaram a usar as habilidades caninas a seu favor
4) PREDADORES DA NEVE
QUANDO – De 5 a 2 mil anos atrás
Análises de DNA confirmam que o husky siberiano é uma das raças mais antigas conhecidas. Ele pertence ao grupo spitz, caracterizado por seu pelo longo, grosso e normalmente branco. A origem exata dos spitz é desconhecida, mas acredita-se que sejam originários do Ártico ou da Sibéria. É o grupo canino mais próximo dos lobos – é provável até que tenham cruzado com eles
5) IGUAIS, MAS DIFERENTES
QUANDO – 4 mil anos atrás
Foi o início do desenvolvimento natural das raças caninas, como o galgo e o mastim, que desenvolveram habilidades específicas para sobreviver aos vários ambientes terrestres. Os cães se especializaram em atividades diversas, como caçar, buscar presas, escavar e/ou nadar. No Egito, o cachorro é representado em templos e tumbas e, em Roma, algumas espécies viram animais de estimação
6) CÃOZINHO DO PASTOREIO
QUANDO – 2 mil anos atrás
Cães pastores são mencionados em obras de Aristóteles e Virgílio e estão registrados em documentos romanos de 150 a.C. Pesquisadores e cientistas acreditam que a maioria das raças pastoras é descendente do extinto molossus, raça que também deu origem a outras diversas, como rottweiler, dogue alemão e mastim. Hoje, o border collie é o mais utilizado para a atividade
7) INTERFERÊNCIA HUMANA
QUANDO – 1,6 mil anos atrás
A reprodução seletiva virou uma prática comum na Idade Média (entre os séculos 5 e 15). Os aristocratas consideravam um sinal de prestígio manter grupos de cães criados especialmente para caçar um tipo específico de presa. O conceito de raça utilizado hoje só foi aparecer em meados do século 19, quando os cães deixaram de ser procriados para atividades e passaram a ser admirados e valorizados pela sua beleza
8) ESSA CACHORRADA É DEZ
QUANDO – 100 anos atrás
Fundada em 1911, a Federação Cinológica Internacional dividiu as raças em dez grupos oficiais, separados de acordo com função, tipo físico e histórico. São eles: pastores, terriers, sabujos, retrievers, cães de companhia, galgos, daschunds, spitz, pinschers/schnauzers e cães de aponte. Um 11º grupo não oficial reúne os vira-latas e outros padrões ainda não reconhecidos
ILUSTRAS: Alexandre Jubran
Não, ele não veio do lobo! Confira o cladograma do Canis familiaris e saiba como uma criatura pré-histórica virou seu melhor amigo. Mas atenção: a árvore evolutiva dos cachorros ainda é muito inexata. Este fluxograma reúne informações de diversas pesquisas, que nem sempre concordam uma com a outra.
cães 9 - evolução 1
cães 10 - evolução 2
1) TATATATARAVÔ MILENAR
QUANDO – 9 milhões de anos atrás
Ancestral do lobo, do cão e do coiote, o Eucyon (“cão verdadeiro”, em grego) foi um gênero de cerca de dez espécies que viveram no Hemisfério Norte. Mediam de 40 cm a 1 m e pesavam cerca de 9 kg. O Eucyon vivia em competição com predadores maiores, mas tinha grande capacidade de se adaptar às mudanças climáticas. O homem só surgiu 8 milhões de anos mais tarde
2) UIVO DA EVOLUÇÃO
QUANDO – 1 milhão de anos atrás
Até 2014, acreditava-se que os cachorros eram descendentes do lobo-cinzento (Canis lupus). Em nível genético, a diferença entre cão e lobo é menor que 1%. Mas um estudo descobriu que, na verdade, os dois animais dividem um ancestral comum desconhecido. A ciência agora corre para descobrir qual é. Hoje, a população mundial de cães é muito superior à de lobos, que chegaram a estar sob risco de extinção
3) VOLTA O CÃO ARREPENDIDO
QUANDO – 18,8 mil anos atrás
Segundo um estudo recente, foi nessa época que os humanos passaram a conviver com os cães e esse seria o fato determinante para o surgimento do cachorro como hoje o conhecemos (Canis familiaris). Os cães passaram a se aproximar do homem (ainda nômade, caçador e coletor) e, sob a sua proteção, ganharam mais chances de sobreviver. Já os humanos passaram a usar as habilidades caninas a seu favor
4) PREDADORES DA NEVE
QUANDO – De 5 a 2 mil anos atrás
Análises de DNA confirmam que o husky siberiano é uma das raças mais antigas conhecidas. Ele pertence ao grupo spitz, caracterizado por seu pelo longo, grosso e normalmente branco. A origem exata dos spitz é desconhecida, mas acredita-se que sejam originários do Ártico ou da Sibéria. É o grupo canino mais próximo dos lobos – é provável até que tenham cruzado com eles
5) IGUAIS, MAS DIFERENTES
QUANDO – 4 mil anos atrás
Foi o início do desenvolvimento natural das raças caninas, como o galgo e o mastim, que desenvolveram habilidades específicas para sobreviver aos vários ambientes terrestres. Os cães se especializaram em atividades diversas, como caçar, buscar presas, escavar e/ou nadar. No Egito, o cachorro é representado em templos e tumbas e, em Roma, algumas espécies viram animais de estimação
6) CÃOZINHO DO PASTOREIO
QUANDO – 2 mil anos atrás
Cães pastores são mencionados em obras de Aristóteles e Virgílio e estão registrados em documentos romanos de 150 a.C. Pesquisadores e cientistas acreditam que a maioria das raças pastoras é descendente do extinto molossus, raça que também deu origem a outras diversas, como rottweiler, dogue alemão e mastim. Hoje, o border collie é o mais utilizado para a atividade
7) INTERFERÊNCIA HUMANA
QUANDO – 1,6 mil anos atrás
A reprodução seletiva virou uma prática comum na Idade Média (entre os séculos 5 e 15). Os aristocratas consideravam um sinal de prestígio manter grupos de cães criados especialmente para caçar um tipo específico de presa. O conceito de raça utilizado hoje só foi aparecer em meados do século 19, quando os cães deixaram de ser procriados para atividades e passaram a ser admirados e valorizados pela sua beleza
8) ESSA CACHORRADA É DEZ
QUANDO – 100 anos atrás
Fundada em 1911, a Federação Cinológica Internacional dividiu as raças em dez grupos oficiais, separados de acordo com função, tipo físico e histórico. São eles: pastores, terriers, sabujos, retrievers, cães de companhia, galgos, daschunds, spitz, pinschers/schnauzers e cães de aponte. Um 11º grupo não oficial reúne os vira-latas e outros padrões ainda não reconhecidos.
http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/a-arvore-da-vida-dos-cachorros/ em 08/04/17 02:15

Quais as diferenças entre o corpo do homem e o do cachorro?

Você já parou para pensar em como você e seu cão são diferentes?




http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/quais-as-diferencas-entre-o-corpo-do-homem-e-o-do-cachorro/ acesso em 08/04/17 02:20 am   

“Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro.    Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não.”(Do Livro Marley & Eu)





Por que os cachorros fedem tanto quando ficam molhados?


A gente não quer te assustar, mas a resposta é meio nojenta: o “cheiro de cachorro molhado” é o resultado de uma reação química da água com algumas secreções malcheirosas produzidas pelos cães. “Quando eles se molham, essas secreções se diluem pelo corpo. Quando elas evaporam, nossas narinas entram em contato com o odor desagradável”, afirma o veterinário Gelson Genaro, especialista em fisiologia e comportamento animal. Além dessa, existem também outras razões para a fedentina. “Os cachorros possuem muitos fungos e bactérias na pele. Se depois do banho eles ficam com o pêlo úmido, pode haver uma predisposição a infecções que provocam cheiro ruim”, diz a veterinária paulista Ângela Velloso Braga Yazbek. Por isso, vale o conselho: para evitar que o animal fique com um odor barra-pesada, é preciso secar bem o pêlo com a toalha e, em seguida, com o secador – com cuidado para não queimar o bichinho…

Cheiro cu-ri-o-so! Glândulas perto do * soltam líquido que gera o odor
1. Os cachorros possuem glândulas em certas partes do corpo – como a ad-anal, perto do ânus, que liberam uma secreção gordurosa e fedorenta para marcar o território do animal
2. Quando os cachorros são molhados, a água se mistura a essas secreções, diluindo-as e espalhando-as em outras partes do corpo
3. Se o cachorro não for bem seco, a água, ao evaporar, leva consigo moléculas das secreções. É o que nossas narinas reconhecem como cheiro de cachorro molhado

















Postagem: wilma Nunes Rangel em 08/04/17 Edições Revista Mundo Estranho
       



Bidu: O cão que não deixou 
de procurar os donos

(Bidu brincando de esconde esconde)

Amor de cão
               No natal de 2005,  ganhei de minha sogra e amiga Jurema o Bidu, um cãozinho poodle branquinho, na época passava por uma delicada situação de saúde, em que envolvia depressão, Bidu era filhote, curioso, ansioso, carinhoso e mais alguns osos... se bem que até hoje é assim...agitado...mas sua principal característica não são essas...mas sim a de FUJÃO... se a colera escapa lá vai ele...foge...é pernas pra que te quero mesmo...vai numa velocidade estonteante...difícil alcançá-lo...
Quando tinha 1 ano, ficou na casa de Dona Jurema enquanto viajamos para visitar um sobrinho recém nascido...e adivinha???A primeira fresta do portão aberta...Bidu sumiu pela 3ª Vez...mas dessa vez não foi localizado no bairro onde havia ficado hospedado...
O tempo passou e sua falta ficou junto com seu paninho e potinhos...
Os filhos adoeceram, eu entristeci, os vizinhos do apartamento sentiram um alívio sem os latidos...
Veio a Lilo como presente de uma amiga
Depois o Zorro ...mas a saudade sempre ficou

Nos mudamos para Curitiba ...

Retornamos depois de 1 ano...
Uma tarde minha cunhada liga e diz que tem um cachorro parecido com o Bidu, que chegou no portão e ficou...bem tratado, pelo cuidado, unhas aparadas...mas, se alimentava e ficava...
cheirava as coisas e foi ficando...após dois dias de intruso...perceberam que o poodol branquinho era familiar...
e lembraram do Bidu...
Fui ver...a princípio não o reconheci, estava maior, mas ao lamber minha mão...e jogar as patinhas para trás...e reencontrar manchinhas na pele por baixo das grandes orelhas...o reconheci...abraçava-o  fortemente...e trouxemos de volta ao lar
Simplesmente eu havia parado de procurá-lo...mas ele na primeira oportunidade de fuga, depois de mais de 2 anos, farejando o bairro...encontrou parentes nossos e nos encontrou...é isso...sou uma dona encontrada pelo cão!!!

- Achou!!!

NÃO QUER LER?? (pena!)...
Assista os vídeos sobre os Cães

Texto de Wilma Nunes Rangel 13/01/11



Da sessão Pergunta Oráculo, de Vânia Barros e Luiz A. Camargo Junqueira

Por que os cães dão voltas antes de se deitar?

Por herança. Quando ainda viviam em estado selvagem, há mais de 12 mil anos, os cães preparavam o lugar para dormir caminhando em círculo até formar um ninho confortável entre as plantas ou pedras. A prática também servia para demarcar como propriedade particular o respectivo território, desestimulando presença de outros cães. O hábito sobreviveu na memória da espécie, embora já sem função.

Vídeos só sobre cães



Cara-Melo...o meu mais novo amigo


terça-feira, 21 de março de 2017

Fique por dentro e se prepare para a Segunda produção escrita do ano letivo!

VALOR: 100
NOTA: ___________
 
COLÉGIO ESTADUAL ULYSSES GUIMARÃES.
Disciplina: Língua Portuguesa.
Professora: Wilma Nunes Rangel
Foz do Iguaçu,_____ de março de 2017.
Aluno(a): ____________________________________ nº.: _____   8º  Ano  Turma:____
 Imagem relacionada

PROPOSTA DE REDAÇÃO 02

Se biografia é a história da vida de alguém (já que bio é vida e grafia é texto, escrita), o que você imagina ser autobiografia? O prefixo auto quer dizer "a si mesmo", logo o termo se refere à história da própria vida.
Leia a apresentação que faz de si mesmo o escritor de livros infantis Bartolomeu Campos Queiroz:
...das saudades que não tenho
Nasci com 57 anos. Meu pai me legou seus 34, vividos com duvidosos amores, desejos escondidos. Minha mãe me destinou seus 23, marcados com traições e perdas. Assim, somados, o que herdei foi a capacidade de associar amor ao sofrimento... Morava numa cidade pequena do interior de Minas, enfeitada de rezas, procissões, novenas e pecados. Cidade com sabor de laranja-serra-d’água, onde minha solidão já pressentida era tomada pelo vigário, professora, padrinho, beata, como exemplo de perfeição.
(...) Meu pai não passeou comigo montado em seus ombros, nem minha mãe cantou cantigas de ninar para me trazer o sono. Mesmo nascendo com 57 anos estava aos 60 obrigado ainda a ser criança. E ser menino era honrar pai com seus amores ocultos. Gostar da mãe e seus suspiros de desventuras.
(...) Tive uma educação primorosa. Minha primeira cartilha foi o olhar do meu pai, que me autorizava a comer ou não mais um doce nas festas de aniversário. Comer com a boca fechada, é claro, para ficar mais bonito e meu pai receber elogios pelo filho contido que ele tinha. E cada dia eu era visto como a mais exemplar das crianças, naquela cidade onde a liberdade nunca tinha aberto as asas sobre nós. Mas a originalidade de minha mãe ninguém poderá desconhecer. Ela era capaz de dizer coisas que nenhuma mãe do mundo dizia, como por exemplo: – Você, quando crescer vai ter um filho igual a você. Deus há de me atender, para você passar pelo que eu estou passando. – Mãe é uma só. (...)
 (Bartolomeu Campos Queiroz, em Abramovich, Fanny (org.) – “O mito da infância feliz”. Summus, São Paulo, 1983).
 A autobiografia de Bartolomeu Campos Queiroz é marcada por certa tristeza e uma forte crítica tanto à educação dos pais, quanto aos costumes cidadezinha onde nasceu. Dessa forma, ele rompe com a ideia de que criança é sempre feliz por ser inocente e não perceber os problemas da vida. O escritor dá a entender que todos nascemos velhos, porque somos parte de vidas já vividas pelos pais e até mesmo pela sociedade - simbolizada em seu texto pela cidadezinha em que nasceu. Também vale notar a referência irônica ao célebre poema "Meus oito anos", de Casimiro de Abreu (“Oh”! que saudades que tenho/ da aurora da minha vida...).
Na biografia, a seleção dos eventos a serem apresentados é definida pelos outros, por isso, a objetividade é mais evidente que na autobiografia, em que a pessoa escolhe o que vai escrever sobre ela mesma. Outra característica tanto da biografia quanto da autobiografia é a veracidade dos fatos. Costumam ser narrativas não ficcionais, ou seja, não são histórias "inventadas". O relato dos fatos no texto autobiográfico aparece frequentemente pontuado de lembranças, de um colorido emocional, que não é mostrado em outros tipos de textos e predominando a subjetividade. Fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/autobiografia-como-contar-a-sua-propria-vida.htm
Escreva sua Autobiografia, use seu rascunho baseado nos textos acima, seja criativo, mínimo 22 sem limite de linha máximo.
Gênero Textual


Título:


1


2


3


4


5


6


7


8


9


10


11


12


13


14


15


16


17


18


19


20


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29


30


Melhorar:
(   ) Letra legível, apresentação
(   ) Ortografia, pontuação e acentuação
(   ) Concordância
(   ) Tema, título e parágrafos
(   ) Marcas da fala
(   ) Veracidade dos fatos
(   ) Margens regulares, linhas plenas
(   ) Repetição de palavras
(   ) Adequação da proposta
(   ) Letra maiúscula
(   ) Sequência de ideias
(   ) Aumentar a criatividade


Coletânea de Textos sobre cães

Saiba mais sobre seu  melhor amigo (Revista Veja Julho 2009 Reportagem especial sobre cães) A Disciplina Do Amor     Fo...