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segunda-feira, 25 de abril de 2016

A pesquisa, leitura e a escrita, classifica garoto de 12 anos para carregar o Fogo Olímpico

ALUNO DE 12 ANOS PODE SER A PERSONALIDADE MAIS JOVEM 

A CARREGAR A TOCHA OLÌMPICA EM FOZ DO IGUAÇU

                                         Adriel: - Perdi o recreio, mas é por uma excelente causa!

 Segue na íntegra o Artigo de Opinião de um dos alunos que irá representar Foz do Iguaçu, no evento que contará com personalidades e atletas, que têm referência social com os valores aqui descrito pelo tão jovem e ao mesmo tempo maduro escritor! Boa Leitura!

Já está confirmado Foz participará como trajeto da tocha Olímpica


Adriel: - Perdi o recreio, mas é por uma excelente causa!Agora é só passar a limpo!!


Chamas e cinzas olímpicas

       As Olimpíadas acontecem de quatro em quatro anos, a ansiosidade dos participantes mistura-se ao som de cornetas, apitos, notas e a gritaria da torcida, o fogo da tocha olímpica aumenta a intensidade do calor, mas isso não é suficiente para o Espírito Olímpico, valores humanos e virtudes são bagagem para cada envolvido, a excelência, amizade e respeito, corre nas veias e brilham nos olhos.
       O esporte também pode promover a paz mundial, inspirada na tradição, quando guerras eram interrompidas para permitir a viagem dos atletas, à cidade de Olímpia. O atleta é um poder extremamente preciso, com seus reflexos apurados, cada movimento vale tudo, um salto, um golpe, uma braçada e a vitória do seu país está em suas mãos, gestos, passos e resultados.
       Os jogos olímpicos são motivo de orgulho, esperança e paz, temos que lutar pelo nado, salto, luta, dessa forma, acenderemos a aprendizagem que a alma do brasileiro precisa, com seu próprio "corpo", com dedicação, correr, saltar, e por meio do sonho grego, recomeçar a nobre competição consigo.
       Mesmo que os anéis da honestidade, estejam arrebentados com a realidade, que a passagem de tão gloriosa luz, não importando quem fará esse trajeto de carregar a Pira Olímpica e sim que os elementos: "fogo de Zeus" e "água das quedas do Iguaçu", eleve a nossa esperança em busca da paz e do Espírito Olímpico, as mãos de jovens estudantes do Paraná, especialmente de Foz do Iguaçu, em passos firmes , tentarão, à sombra dos heróis milenares, firmar o compromisso com a coragem em saber competir.

Adriel B Rocha, 12 anos.

 O jovem escritor do 8º Ano C - 2016 
do Colégio Ulysses Guimarães,Foz do Iguaçu, Pr.
Aluno de Língua Portuguesa de Wilma Nunes Rangel




sábado, 23 de abril de 2016

Por que mãe é mãe!

Ouça sua mãe!


Está para nascer conselheira tão sábia quanto nossa mãe. Principalmente quando o assunto é… casamento. Helga, a esposa de Hagar, o Horrível, que o dica. Olha só os ótimos conselhos que ela dá para a filha (clique sobre as tirinhas para aumentá-las):

Tudo é motivo para te tocar...cheirar...abraçar e
te amar..



Sou sua mãe não sua empregada
        "Vou lhe explicar, a sua desordem me incomoda. Muito. Todos os dias. Várias vezes por dia.
          Não consigo me habituar à sua negligência. Simplesmente tento fazer com que as coisas fiquem nos seus devidos lugares e limpas o suficiente para não chocarem meu olhar.
         Eis por que me irrita tanto que você suje de desorganize o que me custa muito conservar limpo e mais ou menos arrumado.
         Todos os pais encontram-se nessa situação. Desamparados diante da folga de vocês. Não conseguimos compreender esse desprezo sobre humano que vocês demonstram em relação aos simples detalhes materiais da vida.
        Por que? Por que, afinal?
        Por que nunca podem apagar a luz ou fechar uma porta quando saem de um cômodo?
        Por que nunca colocam um dicionário ou um catálogo telefônico, depois de tê-los consultado?
        Por que sempre dão um sumiço nos lápis, canetas Bic e blocos de papel?
        Por que nunca substituem o rolo de papel higiênico terminado, preocupando-se com o próximo ocupante?
        Por que jogam seus blusões e casacos por cima dos móveis em vez de pendurá-los no cabide? Por que deixam suas roupas no chão ao trocá-las, mesmo que lhes desagrade vê-las amassadas e estragadas depois?
       Certamente não será por falta de termos dito, repetido, salientado, reprisado, reiterado em todos os tons: 
       Não se esqueça, arrume...
       Arrume, não esqueça!
       NÃO ESQUEÇA, ARRUME.
       ARRUME, NÃO ESQUEÇA!...
      Claro, não é nada interessante arrumar objetos e cuidar deles, mas se tratarmos com desprezo, as coisas vingam sujando-se, quebrando-se e perdendo-se. Mas, sou eu que tenho que substituir tudo o que você extravia, perde ou lhe é roubado. SOU SUA MÃE, NÃO SOU SUA EMPREGADA!
      Realmente não vejo por que eu teria que arcar com todas suas obrigaçõezinhas, enquanto você fica jogado durante horas na cama, ouvindo música. Estou cheia de guardar as suas coisas sempre, espalhadas, cheia de passar camisas, sob pretextos de que faço isso como ninguém, cheia de perder o início do filme, porque tenho que acabar de arrumar a cozinha.
      Eu também adoro ficar na moleza"! (Chistiane Collange, França - jornalista)




Infância-  Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.

E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé. (Antologia poética, Record, 2001)


        Em dois momentos do poema, Drummond cita,o personagem que lia, Robinson Crusoé, que é o personagem-título da obra criada pelo inglês Daniel Defoe, publicada em 1719. Nela, relata-se a história de um náufrago que passou 27 anos, dois meses e dezenove dias em uma remota ilha deserta, ao largo da costa venezuelana. As ferramentas, cordas, tábuas e outros utensílios que retira do navio acidentado o ajudam a enfrentar o desamparo e a solidão que viveu nesse período. Há em comum com os dois personagens a solidão...

SEM FALAR NOS "MICOS" MATERNOS





quinta-feira, 21 de abril de 2016

A ORIGEM

Não sou bela, recatada nem do Lar!

Entre os cursos que realizo, de EAD, de prache a primeira atividade é QUEM É VOCÊ???
No dia em que amanheci, de feriado nacional e tendo que iniciar, desenvolver e concluir, curso em que participo, só tenho uma certeza, não sou nem bela, recata...mas, sou do lar...
Mas tenho origens...no pai da Rede...Srº Google (20/04/16, faria 20 anos de matrimônio...mas...)



Quem sou eu?


       Perguntinha comum em tempos de relações em sites públicos...

Wilma : nome de origem germânico
Significado: vitória;
Fonte:Dicionário de nomes do Google!


       Sou:Sem bula e sem prospecto, esqueceram de me traduzir. Versão única, ilimitada, exclusiva. Sem revelação dos direitos autorais, da criação ao produto final.Intuitiva, observadora, faladeira...tentar me entender?É se tornar parte de mim e pode até tentar se afastar...mas em sua memória jamais sairei... pode ser no luar, na poesia ou em uma canção...irá me reencontrar...




       Sou assim, desajeitada, pequena, agitada, inteligente e real. Intensa como mulher, transbordante como amiga, uma mãe derramada, uma professora alagada.

      
 Sou dos meus pais nordestinos, de irmãos paulistas e paranaenses, de sobrinhos e afilhados. 
Sou de todos os amigos e fui de amores mas principalmente sou do amor...a um me dediquei...fiz um ninho...tenho uma família e mãe me tornei...


Sou de dois pequenos e grandes, homens...que me chamam de mãe...sou do Gabriel e do Gustavo Miguel...

Sou de uma família incompleta...mas uma família de fé onde mora o amor, o respeito a presença e a oração...em que cada dia é uma vitória nas tribulações que enfrentamos...por isso geralmente nos encontrará na alegria...com a mesa posta, com um bolo pronto, uma fruta fresca e juntos para o café de todas as tardes...
Professora WilmaRangel com o
Deputado Estadual Tadeu Vener
i, assembléia App, Curitiba Pr
      
 Sou de virgem. Excessiva, perfeccionista, pé no chão. Sou terra. Mas se voar, viro águia e o meu mundo fica pequeno...

       Sou sem dono, sou deixada...mas muitas vezes precisei deixar...sou divorciada...
       Sou são paulina tricolor, sou da poesia e das letras, dos poemas e dicionários, da caligrafia e do cinema, da criança e dos cães, dos pássaros e das estrelas, da prosa e da boa conversa...das flores e do ponto cruz...sou das fotografias e dos desenhos...do chocolate e da canjica...sou da bênção e do vai com Deus, sou do carinho e do abraço...
       Sou a errada, a errante, a que muitas vezes voltou...a que partiu, a reencontrada...a esquecida...a lembrada...a que marcou...a que amou,a desprezada...a homenageada...a insuportável...a que faz falta...a essencial...a perfeita nas imperfeições...a admirável a invejada...a amada e por muitos odiada...e pela vontade de Deus a vitoriosa que descansa nas forças do Senhor.
Wilma Rangel com o vocalista do Biquini Cavadão Bruno Gouveia
       Sou eu...Wilma...wilminha, wilm@, wilmolina, wil, wil-má, penélope, capitu, prof, professorinha, wilmicha, wilmosa, wilma flinstone, tia madrinha...a Rangel a menina Wilma do meu avô a filha de Senhorinha sem nome de Santa, a irmã do caminho catecumenal... sou a Wilma Nunes Rangel...


       De certo sou um alguém para AMAR... e nunca para entender...pois cometo erros e como todo ser humano...erro...mas já perdoei erros imperdoáveis...Mas se você não puder me compreender nas situações mais horríveis...nas quedas esborrachadas...não merece os acontecimentos felizes muito menos os de glória
Wilma Nunes Rangel nov 2011


sexta-feira, 15 de abril de 2016

País dividido, duelo de Ninjas e a receita é saber sobre a CRISE ou RIR para não CHORAR

charge de 18/04/16






A CRISE POLÍTICA E AS REDES SOCIAIS

 Em dias em que o Brasil, está vivendo a crise política, em que cada período do dia, parece um Duelo de Ninjas, em que as voadoras estão, a cada momento nas nossas redes sociais, seja em texto, Memes, Charges, Tirinhas, onde a criatividade do povo brasileiro, ganha contornos de piada na internet e faz valer a receita do "rir para não chorar" em um momento em que quase todo mundo não entende mais nada. Cada fato da crise política recebe a ironia dos memes, que circularam nas redes sociais na mesma rapidez do noticiário. Mais do que fazer rir, essas fotos, vídeos, gifs e textos, conseguiram até informar sobre os mais recentes acontecimentos. Utilizo esses gêneros textuais, para a Avaliação Bimestral, levando você essa interação com a crise e ao mesmo tempo a valorização e leitura desses gêneros textuais, tão comum na comunicação com grupos e amigos das redes sociais.
Leia e associe os textos, com as questões da  REVISÃO da Prova Bimestral! 
Boa leitura e estudo!

O "HOMEM CORDIAL" BRASILEIRO EM TEMPOS DE INTOLERÂNCIA NAS REDES SOCIAIS

Ricardo Calazans*

Há pouco mais de uma semana, antes de o país rachar em dois, ouvi um raciocínio instigante de um executivo que lida com gente de todas as nacionalidades: "O brasileiro é o povo com a auto imagem mais distorcida do mundo. O problema é que a imagem que o estrangeiro tem do Brasil também não corresponde à realidade".

No Brasil, neste exato momento, há muitas "verdades" - e quanto mais "verdades" há, mais difícil é entender o que corresponde (de fato) à realidade.

Desde que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi "conduzido coercitivamente" à sala da Polícia Federal no aeroporto paulistano de Congonhas, na última sexta-feira, eu só leio "verdades" nas redes sociais. De um lado, temos um golpe em pleno curso; de outro, nossas instituições democráticas nunca foram tão sólidas.

Entre uma e outra "verdade", há 500 tons de informações que poderiam nos dar pistas mais claras sobre para onde nossa sociedade está caminhando. Esses, porém, não alcançam as frequências de quem apostou na radicalização e escolheu não ouvir o(s) outro(s) lado(s). Na era do "block", do "unfriend" e do "unfollow", estamos pregando apenas para convertidos.

Quanto mais virulento o ativismo, mais pobre é o debate (Fernanda Torres que o diga). As pessoas estão passando por cima de suas amizades - ainda que virtuais - para não abrir mão de seus pontos de vista. Desenvolveram intolerância à opinião alheia. Não é por acaso que a inépcia de Gloria Pires ao comentar o Oscar ("não sou capaz de opinar") tenha sido tão celebrada e tomada como "mantra" e meme para evitar confusões na rede.

Cada vez mais gente pensa uma (duas, dez) vezes antes de dizer o que pensa nos ambientes digitais, e geralmente sucumbe ao silêncio para não "se meter em tretas". Mais seguro, certamente. Porém, um contrassenso mortal para a natureza aberta da world wide web que Tim Berners-Lee imaginou para a Humanidade.

"A invenção da www envolveu minha crescente compreensão de que havia um grande poder em se organizar ideias de maneira livre, como uma teia", costuma dizer Berners-Lee sobre sua invenção revolucionária. Sobre invenções, aliás, o jornalista Steven Johnson nos lembra que "estímulo não conduz necessariamente à criatividade. Colisões, sim - as colisões que ocorrem quando diferentes campos de conhecimento convergem num espaço físico ou intelectual compartilhado. É aí que verdadeiras centelhas voam". *

Isso vale tanto para invenções científicas como pra reflexões cotidianas - seja sobre política, inclusão social ou cinema hollywoodiano. Ambientes caóticos, como uma timeline livre de "limpezas ideológicas", sempre serão mais ricos do que os perfis higienizados em épocas de crises e nervos à flor da pele. Quanto menos espaço damos ao contraditório, menos informação temos. E quanto menos informação, maior a ignorância.

Daí para as ofensas, bloqueios e "linchamentos" no Facebook ou, fisicamente pior, troca de socos e pontapés nas ruas, é um pulo, como temos verificado nos últimos tempos. Estamos indo da civilidade à selvageria num átimo quando o nosso "lado" é contestado. E essa tem sido uma constante assustadora. O que é o brasileiro, afinal?

Era disso que Sérgio Buarque de Holanda tratava quando lançou, há exatos 80 anos, o conceito de "homem cordial", seu esforço para traçar um perfil psicológico do nosso povo em seu livro Raízes do Brasil, publicado em 1936. Por cordial, o historiador não se referia à hospitalidade, expansividade ou simpatia como nossas vocações "naturais", e sim ao hábito de agir - e reagir - mais com o coração (do latim cordis) do que com a razão.

Aqui, observou o pai de Chico Buarque em sua obra clássica, "cada indivíduo afirma-se ante os seus semelhantes indiferentes à lei geral, onde esta lei contrarie suas afinidades emotivas, e atento apenas ao que o distingue dos demais, do resto do mundo".

Nossas convicções se adequam a nossos interesses privados, mesmo quando tratamos de temas de interesse público (o popular "farinha pouca, meu pirão primeiro"). É um exercício permanente de adaptação da realidade. Não é assim hoje mesmo?

Experimente escolher um lado em política. Para ficar no caso que mais nos causa comoção: contra ou a favor do Partido dos Trabalhadores - que, aliás, teve em Sérgio Buarque de Holanda um de seus fundadores.

Muita gente tem deixado de expressar o que pensa sobre a operação Lava Jato, as acusações que pesam sobre Lula, a presidente Dilma e seu governo, por medo de ter colado na testa epítetos como "coxinha", "petralha", "fascista", "pelego"... Ou de ser alvo de alguma perseguição virtual mais grave.

Os que, ao contrário, partem para a defesa de um lado ou outro, o fazem quase sempre de maneira absoluta, alérgicos ao que os contraria e orgulhosos das "faxinas" que eliminam opiniões diversas. Sem ter suas próprias crenças colocadas em perspectiva, o que resta é um crescente fanatismo.

Portanto, ouçamos Steven Johnson: sem colisões (de ideias!, não de tapas), não há crescimento. Apenas verdades absolutas. Apenas certezas fatais. Apenas uma triste polarização que incomoda e assusta.

"É o confronto de duas humanidades tão diversas, tão heterogêneas, tão verdadeiramente ignorantes, agora sim, uma da outra, que não deixa de impor-se entre elas uma intolerância mortal", dizia o historiador em 1936. Referia-se a indígenas e colonizadores, mas a frase cabe perfeitamente nas rusgas entre "petralhas" e "coxinhas".

O Brasil já foi "um país do futuro", imaginado pelo austríaco Stefan Zweig em 1940. Se ele baixasse aqui hoje, o que pensaria destes "homens cordiais" entrincheirados raivosamente em suas próprias convicções, tal como há oito décadas atrás? Como em 1936, o Brasil hoje é puro coração, mas seu futuro está em xeque. Nossa cordialidade sempre ocultou uma violência, que pode se tornar extrema em momentos delicados como o que vivemos agora. É hora de dar ouvidos à razão.

*As frases de Tim Berners-Lee e Steven Johnson foram extraídas do livro De onde vêm as boas ideias, de Johnso
n (ed. Zahar, 2010)








Postado por- Professora Wilm@

sexta-feira, 8 de abril de 2016

A paz é o espírito das Olimpíadas

Histórico

A Trégua Olímpica

tregua olimpica

       A Trégua Olímpica foi criada no século VIIII a.C., com o objetivo de estabelecer a paz na Grécia Antiga. Segundo a lenda, o rei grego foi avisado por um oráculo que para quebrar o ciclo de conflitos, deveria ser feita uma competição atlética amistosa a cada quatro anos. Então, o rei propôs aos reinos próximos uma trégua, chamada de Ekecheiria, que em grego significa “dar as mãos”. Durante o Período de trégua, os atletas, os artistas e suas famílias, bem como peregrinos comum, poderiam viajar em total segurança para participar ou assistir os Jogos Olímpicos e voltar mais tarde para sua respectivos países. Assim foram criados os primeiros Jogos Olímpicos em 776 a.C. Originalmente a trégua começava sete dias antes dos Jogos e durava mais sete dias após, mas depois foi estendido para cinquenta dias antes e depois.
Baron Pierre de Coubertin
 Através deste conceito global e simbólico, o COI tem como objetivos:
• Mobilizar os jovens para a promoção dos ideais olímpicos;
• Utilizar o esporte para estabelecer contatos entre as comunidades em conflito;
• Oferecer ajuda humanitária em países em guerra;
• Criar uma janela de oportunidades para o diálogo e reconciliação.

O Brasil conquistou suas primeiras medalhas em jogos olímpicos em 1920; desde então, dezenas foram conquistadas, tanto ouro, como prata e bronze.


"O esporte por si só não pode impor ou manter a paz. Mas tem um papel vital a desempenhar na construção de um mundo melhor e mais pacífico."
(Dr. Jacques Rogge, Presidente do COI, outubro de 2007)
2. Jogos Olímpicos de Londres 2012

bastao jogos olimpicosEm Londres, na Inglaterra, de 27 de julho a 12 de agosto de 2012, ocorreram os XXX Jogos Olímpicos de Verão da Era Moderna. Logo após, realizaram-se, na mesma cidade, os Jogos Paralímpicos de Verão de 2012, entre 29 de agosto e 9 de setembro. Londres foi a primeira cidade a sediar oficialmente os Jogos Olímpicos da Era Moderna por três vezes - as anteriores foram em 1908 e 1948.

Na Assembléia Geral da ONU, de 17 de outubro de 2011, entrou em vigor a resolução que instituiu a Trégua Olímpica à serem observados durante os Jogos Olímpicos de Londres 2012, estimulando as partes em conflito ao redor do mundo para que deponham suas armas como realizados pelos gregos durante os jogos a cerca de 2.700 anos atrás. Numa resolução co-patrocinada por todos os 193 Estados membros, a Assembléia Geral exortou todas as nações a observar a Trégua Olímpica, individualmente e coletivamente, durante seis semanas, começando com a abertura dos Jogos Olímpicos em 27 de julho e terminando com o encerramento dos Jogos Paraolímpicos em 9 de setembro.

assembleia onuNa tentativa de trazer esta resolução em realidade e com isso deixar um legado importante, que não será medido em medalhas conquistadas e recordes quebrados, mas em vidas salvas e ao menos parcialmente restauradas. Esse é o tipo de conquista olímpica que beneficia a todos.

Várias iniciativas foram realizadas na tentativa de viver a Trégua Sagrada doa antigos gregos como uma realidade dos tempos modernos. As dioceses de Westminster, Brentwood e Southwark executaram uma série de ações para os católicos trabalharem com a finalidade de desenvolver uma resposta de paz para os Jogos. Escolas foram incentivadas a organizar eventos e atividades sobre o tema da paz a partir de 08 de junho de 2012, 50 dias antes da Cerimônia de Abertura dos Jogos de 2012. Paróquias realizaram encontros de reflexões nos 50 dias após a Cerimônia de Encerramento dos Jogos Paraolímpicos até 28 de outubro de 2012.

Nestes cem dias, excluindo o período entre o início dos Jogos Olímpicos e encerramento dos Jogos Paraolímpicos, foram oferecidas as paróquias e escolas momentos únicos e uma oportunidade para conceber atividades que celebrem a paz através da oração, esporte e cultura. Foram momentos não apenas de celebração dos Jogos, mas também de criação de um legado de paz dentro dos bairros e comunidades de Londres.

festival juventudeOutras iniciativas realizadas incluiram diversas comunidades e denominações cristãs, e outros grupos religiosos, reunidos em oração no dia 9 de Junho de 2012, na Igreja anglicana de St Martin-in-the-Fields, no centro de Londres, como um testemunho ao mundo de que somos uma nação que tem por missão defender e lutar pela paz. Houve também uma campanha para oferecer hospitalidade simples para receber os familiares e amigos dos atletas de nações mais pobres durante os Jogos através do Programa Homestay Família atleta. Este tem sido adotado pela organização More Than Gold, um grupo ecumenico ao qual a igreja católica faz parte, e envolve a abertura de nossas casas por oito noites de alojamento e pequeno-almoço para alguém menos bem do que nós mesmos que irão apoiar o seu membro da família a competir nos Jogos.
No entanto, que todo o esforço e apoio às iniciativas desportivas que construir a paz não terminaram com 2012. A Inglaterra vai sediar os Jogos da Commonwealth em 2014, a Copa do Mundo de Rugby em 2015, Mundial de Atletismo em 2017 e da Copa do Mundo de Críquete em 2019. Com isto em mente, e desejando aplicar rico ensinamento do Beato João Paulo II sobre a fé e esporte, nossos bispos criaram seu próprio projeto de legado na forma da Fundação João Paulo II para o Esporte, cujo lema é "mais paz por mais esporte" (ver www.johnpaul2foundation4sport.org). Cada paróquia, escola e clube esportivo - católico ou não - podem tornar-se parte de uma família mais alargada, de âmbito nacional, que continua a defender como seu prêmio "a respeito da realização".
Joshua Camp v02Os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos são a bonança esportivo global, com atletas que têm trilhado um caminho intensivo de treinamento árduo para um prêmio que é feito de metal fino. No entanto, os jogos só vão fazer alguma diferença real se nós, como um trem nação da mesma forma como a Olimpíada original focado em nossa própria formação e da jornada para acabar com a guerra ea violência. Certamente, não há melhor presente da nação britânica poderia oferecer ao mundo através dos Jogos 2012 do que um modelo para futuras nações anfitriãs para continuar a construir um mundo de paz.
pesquisa: http://www.100diasdepaz.org/index.php/historia
O BRASIL NAS OLIMPÍADAS
Jogos Olímpicos - Rio de janeiro - Brasil Imagem de Stock Editorial
Muito embora os Jogos Olímpicos da Era Moderna tenham tido início em 1896, as primeiras medalhas conquistadas pelo Brasil em Jogos Olímpicos de Verão ocorreram apenas em 1920, nos Jogos de Antuérpia. A seguir será apresentada uma tabela com os Jogos Olímpicos e o quadro de medalhas conquistadas pelo Brasil a cada edição dos Jogos.
AnoCidade-SedeOuroPrataBronze
1920Antuérpia111
1948Londres001
1952Helsinque102
1956Melbourne/Stocolmo100
1960Roma002
1964Tóquio001
1968México012
1972Munique002
1976Montreal002
1980Moscou202
1984Los Angeles152
1988Seul123
1992Barcelona210
1996Atlanta339
2000Sidney066
2004Atenas523
2008Pequim348
Jogos de 1920 – As medalhas foram conquistadas por Guilherme Paraense, na pistola rápida (ouro); Afrânio da Costa, na pistola livre (prata); e Guilherme Paraense, Afrânio da Costa, Sebastian Wolf, Dario Barbosa e Fernando Soledade, na pistola em equipe (bronze).
Jogos de 1948 – Conquistou a medalha de bronze com a equipe masculina de basquetebol, composta por: Alberto Marson, Alexandre Gemignani, Alfredo Rodrigues da Mota, Affonso de Azevedo Évora, João Francisco Brás, Luís Benvenuti, Marcus Vinícius Dias, Massinet Sorcinelli, Nilton Pacheco de Oliveira, Ruy de Freitas e Zenny de Azevedo.
Jogos de 1952 – A medalha de ouro foi conquistada no salto triplo por Adhemar Ferreira da Silva. O primeiro bronze também veio do atletismo, no salto em altura, de José Telles Conceição, enquanto o segundo bronze foi conquistado por Tetsuo Okamoto, nadando os 1.500m livres.
Jogos de 1956 – A única medalha dessa edição dos Jogos foi conquistada novamente por Adhemar Ferreira da Silva, em prova de salto triplo.
Jogos de 1960 – As duas medalhas de bronze foram conquistadas na natação e no basquetebol. Manoel dos Santos venceu a prova dos 100 metros livres. A seleção de basquete, responsável pela aquisição da medalha, foi composta por: Algodão, Amaury, Wlamir, Mosquito, Édson, Fernando, Jathyr, Rosa Branca, Sucar, Moyses, Waldemar e Waldyr.
Jogos de 1964 – Mais uma vez o basquete alcançou o terceiro lugar na competição. O time, dessa vez, foi composto por: Amaury, Wlamir, Mosquito, Rosa Branca, Jathyr, Edson Bispo e Sucar, Ubiratan, Friedrich Wilhelm Braun, Victor Mirschawka, Sérgio Machado e Edvar Simões.
Jogos de 1968 – O melhor resultado brasileiro veio, mais uma vez, com o salto triplo, mas agora quem disputava era Nelson Prudêncio. Os dois bronzes vieram do boxe, com Servílio de Oliveira, e da vela, disputada por Reinald Conrad e Burkhard Cordes.
Jogos de 1972 – As duas medalhas conquistadas foram o bronze. Uma delas por Nelson Prudêncio, no salto triplo, e a segunda com o judô, na categoria meio-pesado, por Chiaki Ishii.
Jogos de 1976 – Mais uma vez o salto triplo foi responsável pelo pódio brasileiro, mas dessa vez, com João do Pulo. A outra medalha de bronze veio da vela, com Reinald Conrad e Peter Ficker.
Jogos de 1980 – As duas medalhas de ouro vieram da vela, com Alexandre Welter e Lars Bjorkstrom e com Marcos Pinto Rizzo Soares e Eduardo Penido. Os bronzes vieram com João do Pulo, no salto triplo, e com a equipe de revezamento 4 x 200m na natação, formada por Jorge Fernandes, Marcus Mattioli, Ciro Delgado e Djan Madruga.
Jogos de 1984 – Ouro conquistado no atletismo, nos 800m rasos, por Joaquim Cruz. O voleibol e o futebol masculinos levaram a prata, assim como Ricardo Prado, nos 400m medley (natação), Torben Grael e Daniel Adler, na vela e Douglas Vieira, no judô. Aliás, o judô também foi responsável pelos dois bronzes, com Walter Carmona e Luís Onmura.
Jogos de 1988 – Aurélio Miguel, no judô, foi o responsável pelo único ouro brasileiro. Já as pratas foram conquistadas por Joaquim Cruz, nos 800m rasos, e pelo futebol masculino. Robson Caetano, nos 200 rasos, Torben Grael e Nelson de Barros Falcão, na vela, e Lars Grael e Clinio Freitas, também na vela, ganharam o terceiro lugar.
Jogos de 1992 – O vôlei masculino e o judô, com Rogério Sampaio, ganharam ouro. Já a prata foi alcançada por Gustavo Borges, na natação.
Jogos de 1996 – Foram muitas as medalhas conquistadas pelo Brasil, em Atlanta. Robert Scheidt e Torben Grael e Marcelo Ferreira conquistaram duas medalhas de ouro, em categorias diferentes da vela, assim como o voleibol feminino de praia. Vôlei de praia feminino também levou a prata, junto com Gustavo Borges, na natação, e o basquete feminino. Os bronzes ficaram por conta do vôlei feminino de quadra, duas conquistas na natação, duas no judô, hipismo, vela, futebol masculino e revezamento 4 x 100m no atletismo.
Jogos de 2000 – Nessa edição, o Brasil não conquistou a primeira colocação em nenhuma modalidade, porém levou seis pratas e seis bronzes. As pratas foram no vôlei de praia feminino e masculino, vela, duas no judô e uma no revezamento do atletismo. Basquete, vôlei de praia e vôlei de quadra femininos, vela, hipismo e natação ganharam o bronze.
Jogos de 2004 – Ao contrário de 2000, a edição de 2004 teve cinco ouros brasileiros: vôlei de praia e de quadra masculinos, hipismo e duas conquistas na vela. As mulheres se responsabilizaram pelas medalhas de prata com o voleibol e o futebol. Duas medalhas de bronze foram levadas pelo judô e a terceira pela maratona.
Jogos de 2008 – Ouro conquistado na natação, no salto em distância e no voleibol feminino. Vôlei de quadra e de praia masculinos, futebol feminino e vela ganharam a prata. E por fim, o judô conquistou três de bronze, junto com a natação, o taekwon-do, a vela, o vôlei de praia masculino e o futebol masculino.
Por Paula Rondinelli
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP

pTd: Profª Wilm@

terça-feira, 5 de abril de 2016

Estar e se conectar

A família não está mais com os filhos na palma da mão!
Os Mobs evoluíram nos objetivos de utilizações, por grupos, sejam de adolescentes, adultos ou estudiosos, alguns fenômenos sociais e até mesmo no interior de nossos lares, a realidade do espaço físico, foram alterados, por conta da mobilidade, o virtual mais o concreto, dividem as 24 horas diárias... aliado ao micro ondas, estamos dispostos a concluir a leitura do arquivo, a edição da imagem, a visualização da caixa de entrada do email, enfim, a cultura da mobilidade entrelaça questões tecnológicas, sociais, antropológicas. Para a comunicação, a mobilidade é central já que comunicar é fazer mover signos, mensagens, informações, sendo toda mídia (dispositivos, ambientes e processos) estratégias para transportar mensagens agitando nossa relação com o espaço e o tempo. 
Heidegger, 1958, traduz bem a realidade familiar do século XXI, propriamente 2016, onde as telas focam a realidade, a entrada da era da conexão móvel, a internet, essa gigantesca máquina de contato e de troca de informações, foi capaz de roubar o olhar que cresceu de nossos filhos, que possuem uma, duas, e mais as telas que abriram em cada "Chamarei de -tela mãe-) que abriu. Mas ao mesmo tempo, ele é capaz de teclar, jogar, salvar, responder ao celular, ouvir a música que ensaia, me ouvir, dar carinho para o animal e ainda conversar com a cunhada,
Mesmo estando na rede fixa, debaixo do nosso olhar, a teleportação do raciocínio, depende dos acessos dos sujeitos que as utilizam, a exploração que desejam, as esperanças que necessitam e a adaptada à ubiquidade de cada ambiente em linha e que seja multi territorial, já não podemos ser participativos do que acessam ou não, basta confiar no que adquirem.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Estudar ainda é o caminho para o sucesso e a felicidade

Bem vindo alunos do Colégio Estadual 

Gustavo Dobrandino da Silva 

Queridos alunos dos 9ºs Anos, bem vindo ao Clicar!

Aqui nos encontraremos para dividirmos conteúdos relacionados às nossas aulas, siga-nos e seu aprendizado e avaliações com certeza jamais será o mesmo...

Conteúdos necessários para leitura, reflexão e análise, em relação às nossas aulas, para comparação e estudo, junto com as atividades de revisão para as provas!

Textos essenciais para as avaliações do 1º Bimestre

Boa leitura!

 

O sucesso vem da escola ou do esforço individual?

De modo geral, não é segredo para ninguém que a realidade da educação brasileira enfrenta há muito tempo uma situação complicada. Não faltam exemplos que evidenciam a baixa qualidade do ensino no país. No Enem do ano passado, por exemplo, enquanto 8,5% dos alunos tiraram zero na prova de redação, a nota máxima foi obtida por apenas 0,004%. Agora, uma pesquisa acaba de revelar que ao menos um de cada cinco estudantes do 3º ano do ensino fundamental da escola pública não atinge níveis mínimos de alfabetização em leitura, escrita e matemática. No entanto, mesmo diante desse panorama, não é difícil encontrar casos de sucesso e superação entre os estudantes brasileiros, como mostram três reportagens publicadas pelo UOL Educação em setembro, integrantes da coletânea de textos que informa esta proposta de redação. Levando em conta esses diferentes fatos, é o caso de se perguntar: o sucesso nos estudos depende mais do esforço individual do que de escola eficientes, capacitadas para produzir os resultados que dela se esperam? Desenvolva uma dissertação argumentativa sobre o tema, expondo e defendendo o seu ponto de vista sobre essa questão.
 

Apoio dos pais

Filho de pedreiro e de catadora de castanhas, o estudante de direito Ismael do Nascimento Silva, 25, emocionou quem estava presente na colação de grau dele ocorrida em Teresina (PI), na noite da última sexta-feira (11). O jovem subiu no tablado da área de entrega do diploma carregando um banner destacando a origem humilde da família. "O filho do pedreiro com a catadora de castanhas também venceu", dizia a faixa com a hastag #MeusPaisMeusHeróis. A história de superação de Silva ganhou as redes sociais no fim de semana com a divulgação das fotos da formatura pela empresa que registrou as imagens. (...)"Meus pais me deram oportunidade para que eu conseguisse me formar em direito. Apesar de não terem condições, me deram assistência financeira para me manter no curso. Os dois entraram na colação de grau comigo porque são meus maiores exemplos de humildade, honestidade, dedicação e amor", afirmou o novo advogado.

Estudando atrás das grades

Sob aplausos de aproximadamente cem pessoas, Venilton Leonardo Vinci, 55, tornou-se, na quinta-feira (3), o primeiro detento do Estado de São Paulo a conseguir formação de nível superior exclusivamente em regime fechado. Formado em pedagogia, Vinci terminou o ensino médio atrás das grades e, graças a uma parceria com uma universidade que oferece a modalidade de ensino à distância, conseguiu o diploma. O próximo passo, segundo ele, é iniciar a pós-graduação. A cerimônia de colação de grau ocorreu na Penitenciária 1 de Serra Azul, presídio de segurança máxima no qual Vince é interno. "Só me resta agradecer. Primeiramente, a Deus. Depois, à direção desta unidade, que acreditou na educação e, principalmente, ao ser humano. Quero ser o espelho de uma nova realidade, pois hoje me torno um pedagogo", disse ele, logo após receber o diploma e ser ovacionado por parentes, colegas de presídio e professores.

Campeã em evento mundial

A brasileira Alice Cunha da Silva, de 25 anos, foi a vencedora da Nuclear Olympiad (Olimpíada Nuclear, em tradução livre), evento mundial voltado a estudantes que estejam interessados no desenvolvimento global de técnicas nucleares. A jovem cursa o quinto e último ano da faculdade de engenharia nuclear, na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e foi classificada com mais quatro pessoas para a fase final da olimpíada, realizada nesta quinta-feira em Viena, na Áustria. O primeiro desafio da estudante foi produzir um vídeo de até um minuto sobre algum assunto relacionado à área. Para cumprir a tarefa, Alice se inspirou em um drama familiar. "Minha avó tem câncer e passou por tratamentos nucleares para se curar. Esse tema estava extremamente perto de mim e da minha família. Não tinha como eu fazer um vídeo sobre outra coisa", explicou em entrevista realizada em julho deste ano. Até o fechamento do texto, o vídeo da estudante havia sido visualizado 32.032 vezes. O vídeo foi avaliado e Alice passou para a última etapa, onde precisou fazer uma dissertação sobre a produção de radioisótopos e apresentar para os juízes da competição.


Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
Deve ter uma estrutura Gênero Jornalístico; Citar as respostas básicas às perguntas do texto Reportagem ou Notícia, não necessariamente neste ordem. Onde? Como? Quem? Por quê? Quando?
A produção deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;
De preferência, dê um título à sua redação.






PtD: profª Wilma