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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Alimentos e a importância para uma vida saudável

CAFÉ DA MANHÃ DO CONHECIMENTO

Objetivos

1) Identificar os grupos alimentares que fazem parte de uma alimentação saudável e equilibrada;
2) Levar os alunos a conhecer seus próprios hábitos alimentares;
3) Desenvolver consciência crítica a respeito de hábitos alimentares.

Ponto de partida

Identificar os grupos de alimentos que fornecem nutrientes importantes no processo vital e suas respectivas funções:
  • Açúcares - fonte de energia
  • Gorduras - reservas energéticas
  • Proteínas - parte da constituição celular
  • Vitaminas - reguladores e auxiliares
  • Sais minerais - reguladores e auxiliares
  • Água - solvente e agente de transporte
 CONCLUSÃO
Trazerem alimentos para apresentarem na linguagem Formal Culta;
Exporem para a turma de forma descontraída e simples;
Participar da organização do café da manhã

domingo, 30 de agosto de 2015

COLETÂNEA LITERÁRIA SOBRE ALEGRIA E A TRISTEZA


Significado de Tristeza


s.f. Característica ou condição de triste; estado sentimental definido pela falta de alegria ou pela melancolia. 
Caráter daquilo que incita esse estado. 
Sem alegria; falta de contentamento; esmorecimento.
Circunstância em que a condição melancólica ou de desânimo prevalece.
Veterinária. Informal. Afecção febril proveniente da babésia; babesiose.
(Etm. do latim: tristia.ae)

Sinônimos de Tristeza

Antônimos de Tristeza

Antônimo de tristeza: alegriacontentamentofelicidadeprazer e satisfação

Definição de Tristeza

Classe gramatical: substantivo feminino
Separação das sílabas: tris-te-za
Plural: tristezas

Frases com a palavra tristeza

Cuidado com a tristeza. Ela é um vício.
-- Gustave Flaubert
Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria.
-- Khalil Gibran
Fonte: pensador

Significado de Alegria

s.f. Estado de satisfação extrema; sentimento de contentamento ou de prazer excessivo.
A condição de satisfação da pessoa que está contente (alegre).
Circunstância ou situação feliz: é uma alegria tê-los em casa.
Aquilo que causa contentamento ou prazer: seu projeto foi uma grande alegria para ele. 
Ação de se divertir; divertimento.
Botânica. Designação comum de gergelim (erva).
Botânica. Aspecto comum de certas plantas, da família das amarantáceas, geralmente utilizadas como ornamentais ou para o consumo de suas folhas.
s.f.pl. Alegrias. Uso Popular. Designação comum atribuída aos testículos de animais.
(Etm. alegre + ia)

Sinônimos de Alegria

Antônimos de Alegria

Antônimo de alegria: afliçãodesgosto e tristeza

Definição de Alegria

Classe gramatical: substantivo feminino
Separação das sílabas: a-le-gri-a
Plural: alegrias

Frases com a palavra alegria

Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade.
-- Georges Bernanos
alegria evita mil males e prolonga a vida.
-- William Shakespeare
Fonte: pensador

Conceituando a ALEGRIA




A alegria é uma das muitas emoções experimentadas pelos seres humanos nesta vida, assim como o medo, a raiva, a surpresa, a tristeza e desgosto. Geralmente ela inicia por um sentimento prazeroso ou pela relação com alguma pessoa ou coisa que manifesta este tipo de emoção com tal intensidade que nos contagia a vivê-la quase como se fosse nossa.
Como ficou claro pelo que estávamos dizendo, a alegria é uma emoção positiva e agradável para qualquer um que a observe, tanto com ele mesmo como no outro, sendo que na maioria das vezes caracteriza-se pela manifestação de um estado interior brilhante, que possui uma boa quantidade de energia e uma tendência para atitudes construtivas e positivas, mesmo quando as coisas não saíram como o esperado ou desejado.
Uma pessoa alegre dificilmente passa despercebida ante os outros, pois sua maneira de falar ou de tomar decisões nada mais é que um reflexo físico da harmonia e felicidade revelada em seu interior.
A alegria pode aparecer como uma reação, ou seja, apresentando-se como conseqüência de um acontecimento passageiro como poderia ser o caso de ganhar um prêmio, sair com os amigos, receber um elogio, um aumento de salário no trabalho, fazer compras ou encontrar um objeto que desejávamos e, de repente, sem nenhum esforço é nosso. Nessa situação, pode ser que antes desse fato a pessoa estava um pouco triste ou mal humorada, ou que após ele volte para este estado de humor.
Mas por outro lado pode ser que a alegria na verdade seja um modo de viver ou uma atitude normal que ostenta uma pessoa ao viver a sua vida, isto é, que leva a alegria como um valor no qual ela guia cada uma de suas decisões, atitudes ou pensamentos.
Em outras palavras, e se afastando um pouco da formalidade das definições, acredito que a alegria é o estado ideal ao qual pode aspirar chegar a uma pessoa.

... Artigo http://queconceito.com.br/alegria


A Alegria na Tristeza


O título desse texto na verdade não é meu, e sim de um poema do uruguaio Mario Benedetti. No original, chama-se "Alegría de la tristeza" e está no livro "La vida ese paréntesis" que, até onde sei, permanece inédito no Brasil.

O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um 
gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada.
Martha Medeiros Crônica "A Alegria na Tristeza", 1999.Conceito de Semblante

Quando o rosto que expressa determinado sentimento ou emoção
O conceito semblante está extremamente associado ao rosto de uma pessoa, justamente porque se refere a um rosto que expressa determinado sentimento ou emoção, entre as expressões mais comuns estão a alegria, a felicidade, a tristeza, o medo, o ódio, o desencanto, a angústia, entre outras.
As pessoas se comunicam através dos semblantes
As pessoas costumam dar importância ao semblante dos seus interlocutores em qualquer forma de interação seja ela pessoal, profissional, etc. Isso nos traz uma ideia acabada de como a pessoa se sente no momento. Portanto, sem dúvida, as pessoas se comunicam através dos seus semblantes.
Assim, por exemplo, quando estamos falando com um amigo e seu semblante nos denota tristeza, sabemos que o mesmo não está passando por um bom momento e provavelmente precisa de ajuda.
Algo parecido acontece quando vemos alguém com semblante de felicidade, a princípio sabemos que essa pessoa se encontra feliz, contente e que nesse momento não acusa nenhum tipo de problema que o incomode ou perturbe.
É importante destacar também que existem pessoas que possuem um semblante que muda de um momento ao outro seja porque recebem uma notícia agradável ou desagradável, ou até mesmo por encontrar uma pessoa que lhe causa felicidade, assim como ao contrário, alguém que lhe provoca ódio.
Quando você vê uma pessoa feliz, o semblante da mesma se apresenta em forma de sorriso e com brilho nos olhos, enquanto quando se vê uma pessoa infeliz, identifica o semblante acompanhado de tristeza e cabisbaixo.
Uma saúde prejudicada também influencia no semblante
Devemos saber que a saúde incide de maneira determinante na definição de um semblante. Se alguém está doente e sofre com algum problema, certamente terá um semblante sério que demonstra estar passando por um mau momento de saúde. Vamos pensar numa pessoa com gripe, seu semblante se caracteriza por apresentar os olhos pequenos, lacrimosos, nariz avermelhado, com a cor da pele mais branca do que o normal, entre outros sinais físicos.
Assim mesmo, o conceito semblante pode ser aplicado entre outros elementos, objetos ou situações para indicar a aparência positiva ou negativa de uma pessoa. “O negócio do meu irmão não tem um bom semblante”.
Foto: iStock - ozgurdonmaz

... Artigo http://queconceito.com.br/semblante

PARA TODOS - Chico Buarque

O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Meu maestro soberano
Foi Antonio Brasileiro

Foi Antonio Brasileiro
Quem soprou esta toada
Que cobri de redondilhas
Pra seguir minha jornada
E com a vista enevoada
Ver o inferno e maravilhas

Nessas tortuosas trilhas
A viola me redime
Creia, ilustre cavalheiro
Contra fel, moléstia, crime
Use Dorival Caymmi
Vá de Jackson do Pandeiro

Vi cidades, vi dinheiro
Bandoleiros, vi hospícios
Moças feito passarinho
Avoando de edifícios
Fume Ari, cheire Vinícius
Beba Nelson Cavaquinho

Para um coração mesquinho
Contra a solidão agreste
Luiz Gonzaga é tiro certo
Pixinguinha é inconteste
Tome Noel, Cartola, Orestes
Caetano e João Gilberto

Viva Erasmo, Ben, Roberto
Gil e Hermeto, palmas para
Todos os instrumentistas
Salve Edu, Bituca, Nara
Gal, Bethania, Rita, Clara
Evoé, jovens à vista

O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Vou na estrada há muitos anos
Sou um artista brasileiro

Link: http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/paratodos.html#ixzz3kKqH46Qz

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domingo, 9 de agosto de 2015

Bruno Goveia emociona o país ao falar da perda do filho Gabriel

"Quem foi que disse que amar é sofrer? ... para Bruno, ser amado foi a forma de superar a perda de um p.a.i

 Bruno Gouveia, que evitava ficar muito tempo longe do filho e criou um blog “Entre Mim e você”, para contar suas histórias com o filho.O mais belo amor, o mais próximo de Deus, é o entre pai e filho (wnr) 

Ao assistir nesse domingo, dia dos pais, me deparei com a entrevista de Regina Casé e Bruno Gouveia, como fã, sou suspeita..mas a admiração por esse pai, compositor, cantor e ser humano aumentou...vale a pena ler a carta, já antiga...mas que prova sempre que amar e ser amado é a dádiva divina para superar e seguir! Para todos que perderam seus filhos(as)! Boa leitura!
Caros amigos, parentes e fãs
À esquerda, o vocalista da banda Biquíni Cavadão, Bruno Gouveia, carrega o caixão do filho de 2 anos, que morreu na queda de um helicóptero na BahiaFoto: MARCOS DE PAULA / Agência Estado
Queria começar este post agradecendo a todos pela solidariedade, pelas mensagens de carinho, força, amor, fé, esperança por dias melhores. Em especial, meus familiares e toda equipe de minha banda, o Biquini Cavadão. Meu irmão Fábio e meu amigo Antônio Bindi conseguiram me isolar enquanto eu estava nos Estados Unidos para compor músicas pro novo disco. Sem celular e acesso a internet, não soube do ocorrido.

Tinha acabado de chegar de Los Angeles em Nova Iorque. Eu e Coelho pegamos vôos diferentes e nos encontramos no aeroporto. Era para ficarmos três dias na cidade compondo com uma artista neozelandeza. Entretanto, ao encontrar meu guitarrista ele me avisou que tínhamos de voltar para “fazer um show muito importante”.

Era cedo em Nova Iorque e passamos o nosso único dia na cidade perambulando pelas ruas até a hora de voltar para o aeroporto. Foi fundamental o seu cuidado comigo, me isolando de possíveis brasileiros que pudessem me dar a trágica notícia. Até no aeroporto, ele conseguiu que eu ficasse em uma sala VIP sem que eu desconfiasse de nada.

Ao mesmo tempo, minha namorada Izabella me ocupava o tempo todo, distraindo-me com intermináveis ligações. Ela, cantora da banda Menina do Céu, enviou uma substituta para seus shows e ficou falando sem parar comigo, me distraindo carinhosamente.

Por vezes, eu dizia que estava cansado de falar e queria aproveitar a cidade. Ela então enviava mensagens de texto para Coelho: “Ele cansou, agora, segure as pontas!”. E assim, longas horas se passaram até que o avião finalmente decolasse com destino ao Rio.

Ao chegar, fui recepcionado por uma delegação que cuidou de acelerar os tramites com imigração e alfândega (agradeço ao Governador Sergio Cabral por todo este cuidado). Nem assim, desconfiei. Pensava apenas “Nossa, este show deve ser importante mesmo!”. Para evitar sair pela porta principal, onde jornalistas nos aguardavam, me fizeram passar por trás, saindo pelo desembarque doméstico, onde fui recebido pelo meu produtor.

Ele me recebeu correndo e me disse para entrar numa sala. Achei que, pela pressa toda em me retirar do local, eu devesse entrar num taxi ou ônibus para o local do show.

Ouvi apenas, você tem que dar uma entrevista para a TV Globo. E foi então que notei, ao entrar na sala, que não havia show algum para ser feito, muito menos entrevista.

O primeiro que vi foi Miguel, tecladista do Biquini, mas logo estranhei a presença de Izabella. Numa rápida passada de olhos, notei que meus familiares estavam ali. Todos, menos meu pai.

– Eu já sei porque estou aqui – tentei adivinhar
– Você sabe? – perguntou minha mãe, chorando
– Bruno, sente-se por favor – pedia meu irmão
– Meu pai….. – balbuciei
– Ele está bem, Bruno, seu pai está bem – alguém que não me lembro, me avisou
Meu irmão insistiu para que eu sentasse enquanto começava a me dizer que uma imensa tragédia havia se abatido sobre nós.

– Gabriel? – temi acertar

Então, meu irmão respirou fundo e me contou que Gabriel e a minha ex-mulher Fernanda haviam morrido num desastre de helicóptero em Trancoso. A irmã de Fernanda, Jordana, e seu filho Lucas, também pereceram. Me contou tudo que houve, que Fernanda ainda chegou com vida à praia mas faleceu no hospital.

– Eu não estou ouvindo isso – repetia.

E os detalhes eram falados como um esparadrapo arrancado da pele: rapidamente e com muita dor.

– Meu anjinho…. – eu só conseguia dizer isso.

E neste momento, Miguel, Birita, minha mãe, Izabella, todos me abraçaram e choraram muito. Eu continuava com os olhos arregalados em total choque. Magal, baixista, não parava de soluçar. Minha tia avó estava inconsolável. Cada um ali sofria minha dor que estava apenas começando.

Com a fala ofegante, eu recusei os remédios, queria ter consciência dos meus atos, e apenas pedi: por favor, me levem a eles. Uma van nos esperava e fomos direto ao Cemitério São João Baptista. Fernanda e Gabriel seriam sepultados juntos no jazigo da minha família.

Permaneci em total estado de choque. Pessoas me cumprimentavam. Colegas de estrada, amigos de longa data, diversos parentes. Minha prima Regina Casé me consolava, mas não era capaz de assimilar o que ela dizia. Sheik, da primeira formação da banda, com quem não falava há muitos anos, se reencontrou comigo. Jornalistas, músicos, primos que vieram de outras cidades, além da sofrida família de minha ex-mulher velavam os dois caixões. Não podia abri-los. No topo, apenas as fotos dos dois.

O dia estava bonito e tudo parecia uma cidade cenográfica. Eu certamente acordaria deste sonho, acreditava. Em vão. A coroa de flores do Biquini dizia “Hang on, Be Strong”. Que ironia! Eram os versos de uma música em inglês que fizemos com a cantora Beth Hart em Los Angeles que diziam:
"Hang on, be strong/ sometimes life can slip away"
("Segure firme, seja forte / Às vezes, a vida pode te escapar")
Sem saber, havia composto nesta viagem a letra da música para me amparar!
Gabriel viveu 2 anos e dez meses. Tive a felicidade e honra de ser mais que um pai. Eu me apelidava de “pãe”. Logo que ele nasceu, pedi à mãe que, uma vez que a amamentação era um privilégio dela, que o banho dele fosse o meu. E todos os dias eu o banhava, trocava suas fraldas, ninava e o colocava para dormir.

Viajava muito mas, em seguida, pegava o primeiro voo para vê-lo acordar e poder passear na pracinha. Eu era o único homem em meio a tantas mães e babás. Tive noites mal dormidas, traduzi-lhe com beijos o que diziam as palavras. Igualmente era o único pai nas aulas de natação para bebês. Participei de cada momento de sua vida com um mergulho intenso e de cabeça.
Fernanda foi minha mulher e companheira por dez anos, convivendo numa querida família. Em 2007, decidimos ter nosso filho e ele nasceu no dia dos pais – o maior presente que poderia receber. Por sorte ou coincidência, não tive show no dia e pude vê-lo nascer. Infelizmente, nosso relacionamento passou por crises que culminaram com nosso afastamento como casal. Divórcios sempre são estressantes mas acreditava que o tempo curaria as feridas e seríamos bons amigos.
Nós dois éramos muito ligados ao Gabriel e eu era um pai coruja que beirava o chato. Meu único assunto era ele. Os fãs se deliciavam, enquanto eu mostrava fotos mais recentes. Também fiz vários videoclipes e, junto com minha ex-mulher, postamos tudo no blog http://mimevoce.blogspot.com contando desde a gestação, passando pelo nascimento e por todos os detalhes do seu dia a dia.
Perdi duas pessoas que marcaram minha vida. E quando o padre perguntou no velório se alguém queria dizer algo, eu levantei o braço. Tirei todas as forças de dentro de mim e cantei:
"Tudo que viceja, também pode agonizar… e perder seu brilho em poucas semanas….
E não podemos evitar que a vida / trabalhe com o seu relógio invisível/ tirando o tempo de tudo que é perecivel"
Entre soluços e lágrimas, muitos presentes me acompanharam ao som deImpossível, sucesso do Biquini Cavadão. O detalhe é que cantei “é impossível esquecer vocês”.
Ao enterra-los, veio então a difícil tarefa de voltar pra casa e ver seus brinquedos, roupas, abrir a mala e ver tudo que comprei para ele. A palavra para definir o sentimento desde então é DOR. Não uma dor latente, insistente ou aguda. É uma dor que te assalta, te maltrata e te exaspera.

Continuava chorando pouco. Só dizia para todos: “O que está acontecendo comigo?

Dediquei minha vida a alegrar as pessoas, por que motivo agora tiram de mim a maior alegria de minha vida”? Incapaz de desabafar, decidi provocar o meu choro. Vi vários vídeos de meu filho, um após o outro, até que veio o grito, a dor, como uma erupção vulcânica. Urros ensurdecedores. Os vizinhos batiam à porta perguntando o que fazer para me consolar. Minha mãe em prantos, Izabella me confortando sem parar. Foi horrível, mas me senti aliviado ao conseguir. Outros descarregos deste tipo vieram ao longo da semana.
Tenho dois shows neste sábado e domingo. Depois de muito pensar, decidi fazê-los. Chamei meu amigo Marcelo Hayena, do Uns e Outros. Ele estará por perto, caso me falte a voz. Ainda assim, estou confiante em cantá-lo até o fim. O motivo é simples. Meu filho nunca viu um show meu, por ser muito pequeno. Agora, ele tem cadeira cativa. E quero fazer para o meu Gabriel, o show mais lindo do mundo. E assim serão todos que eu puder fazer pro resto de minha vida!
Obrigado a todos pela força. Não consegui ler nem metade dos recados, mas deixo aqui o meu muito obrigado emocionado e meu consolo a todos que pereceram no desastre, em especial minha querida Jordana e meu sobrinho Luquinha.
Foi o pior dia de minha vida, mas cada reza, energia, força, recado, me amparou muito. Ainda sofro mas, de agora em diante, terei de viver um dia de cada vez.
Beijem seus filhos com carinho e fiquem com Deus.
Bruno Gouveia
Bruno Gouveia, com a última fá, Wilma Nunes Rangel, no Show em 16 de março de 2013, na Ono Musical Hall

Fonte: ZH Entretenimento, 09/08/15
Ptd Wilma Nunes Rangel

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Conheça a entrevista com o escritor que mais escreveu para a Série Vagalume

PROVA PARCIAL DA OBRA O GRITO DO HIP HOP DE LUIZ PUNTEL
Do menino leitor e admirador de livros

Ao autor que mais escreveu para Série Vagalume
Luiz Puntel é um homem que ama o que faz. Bancário por necessidade, professor de português por vocação e escritor por gosto.  Autor de alguns dos livros mais populares da Coleção Vaga Lume como “Açúcar Amargo”,  “Deus Me Livre” e “Meninos Sem Pátria”, sua obra é  famosa por abordar situações próximas à realidade dos leitores de diversas regiões do país. Em entrevista exclusiva ao Be Style, ele fala sobre a relação com os fãs e a alegria de se tornar parte de uma série da qual já era fã.

Be Style -Como você se tornou autor de livros infantojuvenis? Quem foi sua maior inspiração para começar a escrever?

Luiz Puntel -
Eu nasci em Guaxupé, sul de Minas Gerais, e, ainda pequeno, fomos morar em são José do Rio Pardo (SP). Uma coisa que sempre me encantou na cidade era a redoma de vidro, onde se conserva o escritório de campo do escritor Euclides da Cunha, que era engenheiro e veio à cidade para construir a ponte sobre o rio. Então, desde pequeno eu ouvia falar na Semana Euclidiana, na importância do escritor e na veneração que
havia em torno de seu nome.
Este valor, o do respeito pelo livro, pelo autor de um texto, certamente foi importante na minha formação. Mais tarde, nos mudamos para Ribeirão Preto (SP), onde estudei, passei minha adolescência, casei e vivo até hoje. Na década de 50/60, ainda não havia televisão, e pegar um cineminha era sempre complicado porque faltava mês no fim do salário de papai. Então, minhas quatro irmãs e meu irmão mais velho tinham um hábito, que peguei deles: o de frequentar a Biblioteca Cultural Altino Arantes, onde conseguíamos livros emprestados.
Acho que tudo isso colaborou na formação do leitor que fui e dos livros infantojuvenis que escrevi ao longo de um bom tempo. Lógico que a lista de autores que me influenciaram é extensa e inclui muita gente boa: Elias José, o cronista Drummond, Fernando Sabino, Giselda Nicolelis, Ganimédes José, Marcos Rey, Francisco Marins, entre tantos outros.
Be Style - Como surgiu o convite para escrever para a série Vaga-Lume? Você já tinha lido algum livro da coleção antes de fazer parte dela?
Puntel - Eu já escrevia crônicas em jornais da cidade, quando a revista Escrita, do Wladyr Nader, publicou uma lista de editoras que aceitavam originais. Mandei para umas dez editoras. Nada! Mas, um belo dia, toca o telefone do Banco do Brasil, onde eu trabalhava como escriturário. Era o JiroTakarashi, editor da Editora Ática, interessado em publicar meus escritos. E, realmente, o livro, que se chamou “Não aguento mais esse regime”, veio a lume na série Autores Brasileiros. Depois disso, ele ficou sabendo de uns originais que eu tinha na gavetae publicou “Deus me livre”, já na série infantojuvenil da Vaga-Lume. Os outros livros foram consequência deste sempre respeitoso contato com o pessoal da Ática.
Be Style - Você recebeu alguma recomendação para seguir em suas histórias ou teve total liberdade para criá-las?
Puntel - Sempre escrevi em parceria com a editora. O livro infantojuvenil, por fazer parte de uma série de livros, onde há outras temáticas, passa por um processo editorial para que sejam estudadas as possibilidades de publicação. Eu me lembro que com o JiroTakarashi era assim, com o Fernando Paixão e a querida Carmen Campos sempre foi assim. A gente conversava sobre uma história possível, havia a feitura de uma sinopse e eu ia trabalhando no texto. Havia sugestões, havia leituras críticas necessárias, mas nunca imposição.
Be Style - Você chegou a ler outros trabalhos da série? Quais foram os que você mais gostou?
Puntel - Eu li todos os livros da série Vaga-Lume. E um autor que me encantou muito e de quem me tornei mais próximo, até mesmo pela admiração que eu tinha por ele, foi o Marcos Rey. O “Markito” tinha uma veia para bolar narrativas, o que sempre me encantou. Primeiro na literatura adulta, com “Memórias de um Gigolô”, entre outros livros muito bem elaborados. Depois, com seus livros infantojuvenis. Quando li “O Mistério do Cinco Estrelas”, amei demais!
Be Style - Entre todas as suas criações, qual é o seu livro favorito? E o seu personagem favorito?
Puntel - Eu gosto muito de todos. Sei que é lugar comum, um clichê, mas eu os quero como filhos. Era preciso escrevê-los. O enredo vira ideia fixa, como diria Brás Cubas, personagem machadiana, e é preciso botá-lo para fora. Com o tempo, vejo que poderiam ser mais bem escritos, mais elaborados, mas não os renego. Agora, um livro que me marcou e que teve até esse trabalho de reescrita, por questões editoriais e de atualização temporal, foi o “Meninos Sem Pátria”.
Eu tinha lido um depoimento da Terezinha Rabêlo, mulher do jornalista Zé Maria Rabêlo, no livro “Memórias das Mulheres do Exílio”, e a leitura foi o estopim para escrever a história dos meninos brasileiros exilados na França. Outro que me marcou muito foi “O Grito do Hip Hop”, escrito a quatro mãos com a saudosa professora Fátima Chaguri. Escrever sobre o movimento do Hip Hop foi importante por nos ter aproximado da cultura popular da periferia.
Be Style - Como escrever para a coleção influenciou sua carreira?
Puntel - Na verdade, eu escrevi poucos títulos. Como eu sou “dublê” de professor de português e era também bancário, não tinha muito tempo para me dedicar a escrever. E, sempre que havia tempo, a coleção absorvia o que eu escrevia. Agora, é impressionante como a coleção tinha uma ótima aceitação pelo Brasil afora. Eu me lembro de sempre ir às escolas, em vários estados brasileiros, para falar com alunos e conversar com professoras. Isso me ajudou a ampliar a visão que adquiri deste continente a que chamamos Brasil.
Be Style – Você também é professor. Isso facilitou na hora de escrever ao público infantojuvenil? Seus alunos o abordam para falar de seus livros?
Puntel - O fato de ser professor me ajudou sim a escrever para o público infantojuvenil. Como eu vinha do gênero crônica, que é um texto mais direto e objetivo, aprendi a desenvolver um texto mais ágil, envolvendo diálogo dos personagens e ação. A geração contemporânea de jovens, diferentemente dos sessentões, já nasceram sob a égide da TV.
Agora, mais recentemente, com a concorrência da internet, fica mais difícil prender sua atenção com textos voltados para um comportamento reflexivo, introspectivo. Como eu disse antes, não só meus alunos, mas os leitores da série Vaga-Lume de muitas cidades brasileiras onde eu tive a oportunidade de ir para conversar a respeito dos livros, sempre demonstraram o carinho pela série, pelos títulos que escrevi e também por de outros autores. 
Be Style - Uma característica muito forte da sua obra é a abordagem de temas políticos, polêmicos e atuais em seus livros, como a repressão durante a ditadura militar em "Meninos Sem Pátria", as condições precárias de vida dos boias-frias em "Açúcar Amargo", o tráfico de crianças em "Tráfico de Anjos", a vida dos dekasseguis em "Missão no Oriente" e o cotidiano nas favelas paulistas em "O Grito do Hip Hop".
No prefácio de "Meninos sem Pátria" você menciona que a inspiração para a história foi um aluno seu, exilado no Brasil por conta dos conflitos em seu país de origem. Podemos dizer que essa contemporaneidade nos temas é diretamente influenciada pelo contato com seus alunos ao mesmo tempo em que auxilia no estreitamento dos laços com seu público?
Puntel - Como eu afirmei antes, eu não tinha muito tempo para escrever, já que era bancário e professor de português. Então, ao me debruçar sobre o trabalho, sempre entendi que era preciso abordar temas que traziam o apelo do social. Se consegui, que bom! Se não, tentei. Assim foi com quase todos os livros que escrevi. Seja a questão de desapropriação de favela, em “Deus me livre”, os meninos exilados em “Meninos sem Pátria”, o tráfico internacional de bebês em “Tráfico de Anjos”, a greve de boias-frias, na década de 80, em “Açúcar Amargo”, os jovens nisseis que vão para o Japão ser dekasseguis e o olhar carinhoso para o movimento do Hip Hop, em “O Grito do Hip Hop”.
Be Style - Seu endereço para contato sempre foi divulgado em suas publicações. Como é o contato com os leitores? Qual foi a reação mais emocionante ou gratificante que o senhor já obteve por causa de sua obra?
Puntel - Bom, eu sou do tempo em que se escreviam cartas. Os alunos liam os livros e as professoras motivavam que escrevessem ao autor. Eu sempre segui o conselho do Mário de Andrade nisso. O Mário não deixava um amigo ou leitor sem resposta. E daí a série de livros de correspondência que ele teve com Drummond, Bandeira, Anita Malfatti e com o então jovem escritor Fernando Sabino.

Eu recebia muitas cartas e dava conta de responder a todos os leitores. Até hoje vou às escolas para conversar com os alunos, incentivar a leitura e falar da importância de, por meio dela, nos voltarmos para a necessidade de termos espírito crítico sobre as questões sociais brasileiras.

Conheça 15 curiosidades sobre o Egito e fique por dentro do próximo tema de Redação


TEMA: Narração
Boa Leitura! 

Fique por dentro do que há de mais curioso na história do Egito


1 - Um faraó nunca deixava seu cabelo ser visto. Ele sempre usava uma coroa ou um toucado chamado nemes. O nemes mais famoso talvez seja o que está representado na máscara mortuária de Tutancâmon, mostrada na figura acima.
2 - O faraó Pepi II, para impedir que as moscas pousassem nele, mantinha sempre por perto escravos nus, cujos corpos eram besuntados com mel.
3 - Tanto as mulheres como os homens egípcios usavam maquiagem. A pintura dos olhos era verde ( com tinta feita de cobre ) ou preta ( com tinta feita de chumbo ). Os egípcios acreditavam que a maquiagem tinha poder de cura e originalmente, era usada como proteção contra o sol, não como adorno.
4 - Embora o uso de antibióticos só tenha começado no século XX, as pessoas tem usado alimentos mofados para tratar infecções desde os primórdios da humanidade. No Antigo Egito, por exemplo, as infecções foram tratadas com pão mofado.
5 - No Antigo Egito, as crianças começavam a usar roupas somente a partir dos cinco anos. Devido ao clima quente e seco, as roupas dos adultos eram leves e finas. Os homens vestiam apenas saiotes e as mulheres vestidos simples ou túnicas.
6 - Não se sabe ao certo que destruiu o nariz da Esfinge de Gizé, nem qual foi o paradeiro do mesmo. Embora Napoleão tenha levado a culpa de ter decepado a estátua, desenhos feitos em 1737, 60 anos antes do francês ter chegado ao Egito, já ilustravam a esfinge sem o nariz. O único acusado formalmente foi Muhammad Sa'im al-Dahr, um fanático sufi, que em 1378, foi linchado pelo vandalismo.
7 - Piolhos eram um problema sério no Antigo Egito. Muitos, principalmente os da classe rica, resolviam o problema raspando o cabelo e usando perucas. Os meninos egípcios, até aos doze anos, tinham a cabeça raspada, com exceção apenas de um pequeno tufo deixado no centro da cabeça. A medida também visava combater a infestação de piolhos.
8 - Os antigos egípcios acreditavam que a terra era plana e redonda, ( semelhante a uma pizza ) e que o Nilo, fluía desde o centro do mundo.
9 - As mulheres do Antigo Egito, usufruíam de igualdade legal e econômica com os homens. Entretanto, havia restrições: embora recebessem educação, as mulheres não podiam, por exemplo, ser escribas, entre outras profissões que lhes eram vetadas. Uma mulher podia ser faraó, emborra fosse extremamente raro.
10 - Oficialmente, o faraó era o responsável pelos serviços sacerdotais em todos os templos do Antigo Egito, porém, outorgava esse privilégio aos sacerdotes.
11- A Pirâmide de Djoser, considerada a primeira pirâmide a ser erguida no Egito, construída em torno de 2600 anos antes de Cristo, era originalmente cercada por uma parede com cerca de 12 metros de altura, com 15 portas, porém somente uma podia ser aberta.
12 - Soldados do Antigo Egito, às vezes eram usados como um tipo de polícia interna. Além disso, também coletavam impostos para o faraó.
13 - Ao contrário das crenças populares, descobertas arqueológicas comprovam que os construtores da pirâmides foram trabalhadores egípcios assalariados, não escravos.
14 - Quando um corpo era mumificado, o cérebro era removido por uma das narinas. As vísceras eram retiradas por um corte do lado esquerdo do abdômen. Pulmões, intestinos, estômago e fígado iam para vasos especiais, cada um desses órgãos tinha um vaso específico. O resto, incluindo o cérebro, era jogado no Nilo. O único órgão que permanecia no corpo era o coração, pois os antigos egípcios o consideravam a sede da alma.
15 - Ramsés II, teve oito esposas oficiais e cerca de 100 concubinas. Ele morreu aos 90 anos de idade, no ano 1212 antes de Cristo.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Avaliação Parcial Projeto de Leitura


A Maldição do tesouro do Faraó


Obra: A Maldição do tesouro do Faraó

Edição: 6º edição
Editora: Editora Ática













Autor:Sérsi Bardari. Quando era pequeno ele costumava dizer que ia ser arquiteto. Desde 1954, ano em que nasceu, sempre morou em apartamento e logo se acostumou a olhar São Paulo pela janela. Ainda criança, ele descobriu a leitura como companhia. Uma companhia que o desviava, aos poucos, do caminho da arquitetura e lhe ensinava a gostar de poesia. E os primeiros versos do adolescente acabaram por levá-lo para profissões onde a escrita é importante. Hoje, formado em publicidade e jornalismo, ele desenvolve vários trabalhos nessas duas áreas e escreve para jovens, sua atividade favorita.

Assunto: Ciro e Roxana quando entram em férias, resolvem viajar com o pai para o Egito, só que lá acontece muitas coisas e muitas surpresas para os três.

Personagem: Ciro - Um menino inteligente, querido, impaciente, dedicado e curioso. Tem cabelos loiros e olhos azuis.
Roxana - Uma menina, como o irmão muito impaciente, mas é dedicada e se preocupa muito com a família. Tem cabelos e olhos castanhos.

Narrador - Narrador - observador, terceira pessoa.

Justificar o titulo: Por que Ciro está cada vez mais perto de descobrir a maldição do tesouro do faraó.

Conflito: O roubo da Coroa de Tutancâmon.

Linguagem: Fácil, pois consegui ler sem dificuldades, as palavras estão claras o que dá fácil entendimento.

Espaço: A história acontece em vários lugares, no avião, e depois em vários lugares do Egito, onde estão a passeio.
Ambiente: São lugares interessantes, educativos, dão um pouco de medo mas não deixa o lugar sem graça.
Tempo: A história acontece em semanas, nas férias de Ciro e Roxana.
Tema: Falar de lugares interessantes do Egito que é pouco conhecido pelas pessoas daqui do brasil e também mostrar que em uma família, que estão viajando normalmente podem acontecer coisas que nem eles acreditam.
Comentário critico, observando verossimilhança relacionando com tema e outras obras: A história é boa pois fala de lugares interessantes educativos e faz as pessoas interagir mais facilmente com o livro deixando a história com mais aventura, fazendo com que leitor fique com mais vontade de ler .

 
Ao lado, o rosto do faraó