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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

PREPARAÇÃO PARA O SIMULADO -

Questões Discursivas

POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS

TEMA: Cotas sociais/raciais

Colégio Estadual Ulysses Guimarães
Comunicação e Expressão 

Profª Wilma Nunes Rangel

QUESTÃO DISCURSIVA 2
Habilidade: Compreender e expressar
Temáticas abordadas: COTAS SOCIAIS/RACIAIS

COTAS NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS
36 das 59 universidades federais têm políticas de cotas raciais e/ou sociais.
32 têm cotas para estudantes oriundos de escolas públicas.
25 têm algum tipo de cota racial.
25 têm algum tipo de cota racial.
21 têm cotas para negros e pardos.
19 têm cotas para índios.
7 têm cotas para deficientes.
1 tem cotas para quilombolas.

INFORMAÇÕES
Apresentamos a seguir algumas possibilidades de respostas das questões das atividades discursivas  Comunicação e Expressão, extraídas dos trabalhos enviados.
Na avaliação das habilidades solicitadas, foram consideradas adequadas as respostas que se encaixaram no conjunto de idéias que corresponderam às expectativas do  Comunicação e Expressão, quanto à pertinência e à
abordagem do conhecimento, bem como quanto à forma de elaboração das respostas. No geral, as principais habilidades aferidas foram:
Capacidade de:
• Comunicação interpessoal e expressão correta na interpretação da realidade;
• Compreensão do conteúdo do texto;
• Compreensão do sentido das palavras no texto;
• Domínio dos aspectos de organização textual típica do gênero textual;
• Domínio das relações lógico-semânticas entre as idéias do texto e os recursos lingüísticos usados em função dessas relações;
• Comparação de textos analisando os aspectos temáticos e estruturais;
• Síntese.

QUESTÕES E POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS
QUESTÃO 2
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao
A introdução do artigo científico apresentado afirma que as cotas universitárias são medidas voltadas para grupos sociais específicos e visam a ampliar as possibilidades de ingresso no Ensino Superior. Com base neste conceito e analisando a tabela intitulada “Cotas nas Universidades Federais”, elabore um parágrafo, selecionando um dos organizadores textuais abaixo para iniciá-lo.
1. conclusão: logo, portanto, pois.
2. condição: se, caso, desde que, a não ser que, a menos que.
3. comparação: como, assim como.
4. conformidade: conforme, segundo.
5. oposição: mas, porém, entretanto, embora, mesmo que.
POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS

       Conforme os dados citados na tabela Cotas nas universidades Federais, pode-se dizer que aqui no Brasil existe um numero favorável de universidades, faculdades que utilizam o sistema de cotas para seleção,(ação afirmativo). Segundo a pesquisa de laboratório de políticas públicas, houve um grande crescimento quanto aos números de vagas na IES. Em 2005, apenas 14 IES estavam com o programa em funcionamento,
enquanto que em 2010 esse numero passou de 14 para 83 instituições que se adequaram a implantação de cotas. No entanto, essa implantação é de fundamental importância para acabar com as diferenças sociais, tanto que até mesmo o poder legislativo vem realizando tentativas para normatizar as praticas de implementação desse programa nas universidades por meio de projetos de Lei. Ana Celia de Moraes Arruda - AMEC

       As cotas adotadas para grupos sociais trazem uma leve descriminação popular que separa as classes, pois a cor da pele não é sinônimo de inteligência e qualidade de estudo. Por isso devemos rever esse conceito de cotas para ter igualdade perante os alunos e não privilégios para alguns.
Thaisa Cardouso - Unic Beira Rio


AGORA É A SUA VEZ! 
QUESTÃO DISCURSIVA 3
TEMA: CARÁTER E RESPONSABILIDADE POLÍTICA E A LEI DA FICHA LIMPA


      
       Definitivamente, o eleitor não é bobo. Uma semana antes da eleição, VEJA publicou uma reportagem de capa, sob o título "Lobos à caça de votos", mostrando que 184 candidatos a prefeitos e vereadores em nove das maiores capitais do país tinham processos por crimes graves correndo na Justiça – assassinato, estelionato, estupro, assalto. Contabilizadas as urnas de domingo passado, constatou-se que a esmagadora maioria, 94% dos candidatos, não se elegeu. As urnas foram severas com os réus-candidatos […]
        A existência de processos contra os candidatos não significa que sejam culpados dos crimes de que são acusados, pelo bom motivo de que não foram julgados pela Justiça. Mas mostra que a maioria dos eleitores está cada vez menos disposta a arriscar seu voto, sujeitando-se ao perigo de assistir, mais tarde, a seu eleito trocar plenário por prisão.
Veja On Line,Com reportagem de Márcio
Pacelli,
de Brasília, Carlos
Rydle, Uilson Paiva
e Ricardo Mendonça, de São Pau, Acesso, 22/10/14
Considerando as ideias contidas nos textos 1 e 2, escreva um texoto opinativo, no qual você deve se posicionar em relação a falta de caráter e responsabilidade dos políticos brasileiros que se recandidataram, mesmo com a Lei da Ficha Limpa. Escreva seu texto na norma culta da Língua Portuguesa com, no mínimo, 5 linhas e, no máximo, 10 linhas.

domingo, 12 de outubro de 2014

Imagens em forma de vagalumes

A página do Facebook #Faça Foz recebe imagens de iguaçuenses que contribuem para divulgar cantos visto por um olhar intuitivo, sensitivo, pitoresco...mas valorizado como cantinho de encanto, visto por um momento, uma luz, um horário e um sentimento...participe você também!!
#façafoz

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O QUE ESTAMOS LENDO

OS LIVROS MAIS DISPUTADOS DE NOSSA BIBLIOTECA!

A culpa é das estrela
Quem é você Alaska?
O teorema de Katherine
Cidade de papel                         (Jhon Green)
A menina que roubava livros
O menino do pijama listrado

A madona de cedro
Melhores dias virão
Ataque do comando PQ
Vidas Secas
O diário de Anne Frank
Senhora, José de Alencar
Lucíola
O alienista
A viuvinha
Cinco minutos

Sugestão especial da Professora (biblioteca pessoal)




A batalha do castelo
O menino e o bruxo
O preço da coragem
Meu querido Jhon de Nickolas Sparks

Um garoto consumista na roça
Isaac Newton e sua maçã
Mulheres brilhantes
Comer, rezar e amar

O mulato
São Bernardo
O silêncio das montanhas
O caçador de Pipas




Indicação Especial do cLiCaR:
boa leitura!
07. Mar. 2014

A estrela que nunca vai se apagar (Esther, Lori e Wayne Earl)

ARQUIVADO EM: LIVROS SÃO AMOR
Se Esther e eu tivéssemos nos conhecido, tenho quase certeza de que seríamos bons amigos: ela adorava ler, escrever e desenhar, era fã de Harry Potter e viveu a ideia de que, no fim das contas, tudo na nossa vida tem um lado bom – mesmo que seja um simples “poderia ser pior”.
O maior mérito de A estrela que nunca vai se apagar é fazer com que o leitor crie uma espécie de vínculo com Esther, mesmo sem jamais ter conversado com ela: cartas, desenhos, trechos de diários, depoimentos de familiares, amigos e profissionais de saúde que tiveram contato com ela ajudam a criar um retrato extremamente rico, sem cair naquela armadilha de transformar a pessoa em uma espécie de entidade sem defeitos, inumana.
Ela era bem humorada, mas também passava por momentos de angústia, se estressava. Tinha energia, mas às vezes ficava abatida por conta do desgaste causado pela doença e pelos tratamentos. Amava sua família e seus amigos, mas nem por isso estava livre de conflitos. Adorava companhia, mas às vezes queria ficar a sós com seu diário e com Deus. Era, acima de tudo, humana.
A menina que inspirou A Culpa é das Estrelas, de John Green (que se tornou seu amigo apesar do pouco convívio), era cativante, e resumi-la a “uma menina com câncer” seria um insulto, pois mesmo uma doença tão impactante, que tirou sua vida, não apagou nem suas qualidades, nem seus defeitos.
Os materiais que compõem o livro são extremamente variados, e isso deixa A estrela que nunca vai se apagar muito rico. Os estilos variam, mas a forma como organizaram os textos e imagem evita que o leitor se confunda.
A diagramação é muito “feliz” (alguns leitores talvez achem exagerada), e ajuda a afastar um pouco o lado triste da história – o fato de que, de certa forma, o câncer venceu a “luta”. Minha única ressalva é em relação à foto da capa, que é bonita, mas tem uma resolução muito baixa.
Não acho que a vitória da doença foi total, porque acredito que uma pessoa só morre quando é esquecida, e, se depender dos leitores e fãs que conheceram sua história, isso não vai acontecer tão cedo com a Esther.
Leitura obrigatória para os fãs de A Culpa é das Estrelas – e muito recomendado até para quem ainda não leu essa obra do John Green.
ISBN 9788580574661 Editora Intrínseca Nota 4/5 Páginas 448
Aperitivos
“Sabe o que é meio estranho?
Quase todas as noites, quando estou indo para cama, falo meio que sozinha e meio que com Deus (minha forma de oração). E, enquanto estou falando com Deus, sem dúvida falo das minhas dores e também do câncer. Essa não é a parte estranha. A parte estranha é que no final costumo ter lágrimas escorrendo pelo rosto, mas não sei por que, já que não fico (muito) triste por causa do câncer todos os dias. Talvez isso libere algumas das minhas emoções que as pessoas normais controlam em situações sociais diárias… Não faço ideia.”
(p. 112)
“Um grupo de crianças com as quais eu trabalhava em 2002 me incentivou a ler Harry Potter. Eu estava relutante – pensava que fosse apenas uma moda passageira –, mas, assim que comecei o primeiro capítulo, não consegui mais largar. Fechei o livro, virei-me para a pessoa sentada ao meu lado, e disse:
– Este livro acaba de mudar minha vida.
Hogwarts abriu um mundo de liberdade para mim, um mundo de maravilhas
(…)
Por ter passado a infância devorando Harry Potter com a irmã Evangeline, Esther encontrou consolo nas experiências de Harry. Da mesma forma que tantos outros e eu, para Esther, os triunfos de Harry eram os triunfos dela. As perdas dele, as perdas dela.”
(p. 281; 283)
(do blog de Melina Souza da revista Capricho)

domingo, 10 de agosto de 2014

É justo proibir o uso do celular na sala de aula?

Lei é publicada no Paraná

ublicado em 01/08/2014 02:00  -  Atualizado em 01/08/2014 02:00

Uso de aparelhos eletrônicos em sala aula é proibido por lei

Karen Faccin
Legislação estadual vale para as escolas públicas e particulares, mas não define punições
Núcleo Regional de Educação em Maringá vai debater sanções para quem não cumprir regra
Está definitivamente proibido o uso de aparelhos eletrônicos em salas de aula das escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio do Paraná. É o que diz a lei de número 18.118. Para as instituições de ensino, a regra deve tornar mais rígido o cumprimento do regimento interno ou o que já estava subentendido nas regras de conduta social.

Confiscar o telefone celular ou outro aparelho eletrônico dos alunos para puni-los, por exemplo, contraria a Constituição Federal, mas agora é uma medida amparada por lei. "A lei vem para apoiar o que já estava no regimento das escolas; o que antes era só uma norma interna agora está amparado na legislação estadual e isso é muito positivo para gente", diz o professor José Carlos Barbieri, vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Noroeste do Estado do Paraná (Sinepe-NOPR).

De acordo com Barbieri, tanto escolas públicas quanto privadas sofrem com o problema de uso indiscriminado de aparelhos como celulares, smartphonestablets e MP3 nas salas de aula.

De acordo com a lei, os aparelhos serão permitidos em classe apenas para fins pedagógicos, sob orientação e supervisão do profissional de ensino. "Não podemos fechar os olhos para as novas tecnologias. Proibir por proibir, não adianta. Precisamos olhá-las como ferramentas pedagógicas para nos ajudar na transmissão do conteúdo e fazer com que os alunos interajam com o conhecimento", apontou o vice-presidente do Sinepe.

A lei, contudo, não prevê uma punição padrão para os alunos e professores que utilizarem os aparelhos em classe. Para Carlos Petronzelli, coordenador de Desenvolvimento Socioeducacional do Núcleo Regional de Educação de Maringá, o objetivo é que a legislação estimule a definição de regras em um patamar comum entre as instituições de ensino.

Segundo o coordenador, é necessário que seja pensado uma série de medidas sociopedagógicas para responsabilizar os alunos e professores pelo ato "fora da lei". "Para que as medidas não sejam aleatórias é preciso que as escolas se unam para definir critérios. Hoje, as punições são as mais variadas possíveis, desde professor que toma o aparelho e só devolve no final da aula até devolução só para os responsáveis uma semana depois. Há vários procedimentos. É preciso averiguar qual o melhor a ser tomado", explicou Petronzelli.

Na opinião do coordenador, a lei é uma medida radical, mas necessária, para que o aluno passe a ver os aparelhos eletrônicos de um modo diferente. Nesta missão, ele aponta que os pais também devem ser aliados. "Os pais devem ajudar na conscientização das crianças de que os aparelhos eletrônicos são ferramentas com o potencial para tirar o foco da aula e, consequentemente, prejudicar o aprendizado", acrescentou.

De acordo com o coordenador, a previsão é que neste mês a sanções sejam debatidas nas reuniões de escolas que fazem parte do núcleo e, em breve, a meta do órgão é ampliar a discussão com os representantes das instituições de ensino privadas.
CONSCIENTIZAÇÃO DE PAIS E ALUNOS NA REDE MUNICIPAL
Na rede municipal, a diretora de Ensino da Secretaria de Educação, Mara Mello, diz que desde que foi observado que os aparelhos eletrônicos começaram a invadir o espaço escolar foi iniciado um trabalho de conscientização dos alunos e da comunidade para coibir a prática em sala de aula.

Ela relata que bimestralmente são realizadas reuniões com as equipes pedagógicas das escolas e pais de alunos para passar orientações, entre as quais a proibição do uso de aparelhos eletrônicos durante as aulas. "Hoje, temos raríssimos problemas com isso. As crianças sabem que lugar de celular é desligado na bolsa e os pais sabem que hora de ligar é no término da aula. Quando têm algo urgente, entram em contato direto na escola", explica. Mara ressalta que a lei municipal 790/2009, no artigo 92, já dispõe sobre a proibição do uso do aparelho durante o trabalho em sala de aula para os profissionais da educação. A diretora avalia positivamente a criação da lei estadual que inclui a proibição para os alunos. "Sabemos que o uso de aparelhos eletrônicos atrapalha o andamento das aulas e acaba distraindo o aluno e, consequentemente, diminui seu rendimento. Acho importante porque a lei respalda as escolas nesse aspecto", avalia. ///Karen Faccin
OPINIÃO
Situação extrema

ROSANA PARRÉ
Coordenadora pedagógica da Escola de Psicoterapia Psicanalítica de Maringá (EPPM)
A lei é o reflexo a situação dos aparelhos eletrônicos nas salas de aula, que chegou a uma situação extrema. Denuncia que a escola e a família estão fragilizadas, não deram conta de orientar por meio do diálogo o aconselhamento e até a punição. A lei parte de uma necessidade de se quebrar esse obstáculo e criar condições para que o aprendizado aconteça. Pelo celular, as crianças acessam um mundo de coisas atrativas, é muita sedução, e elas não conseguem saber o momento certo para usar. Essa é uma geração acostumada a prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo, mas isso não garante o aprendizado. Contudo, é importante frisar que a lei pela lei não muda comportamento. Não dá para delegar à lei o processo de educação e a mudança de comportamento do aluno. Esta é a oportunidade do corpo docente debater e deixar seus regimentos claros e expostos para que todos saibam as consequências de se desobedecer a lei.
Um 'vício' que é difícil largar
Bárbara Bardon, 15 anos, aluna do 1° ano do ensino médio, confessa que não consegue abrir mão do smartphone durante as aulas. "Já virei especialista em usar o celular sem o professor ver. Escondo-me atrás da colegada da frente, coloco o celular dentro do estojo e vou digitando, tampo o celular com o livro", conta a adolescente. Ela admite que o desempenho na escola é prejudicado pelo hábito de usar o celular em classe, mas mesmo assim não pretende deixar o aparelho desligado e dentro da bolsa, conforme orientação dos professores.

Julia Muniz, 15, conta que mudou de conduta depois que que a mãe foi chamada duas vezes na escola para resgatar o celular confiscado. "Minha mãe recomendou que eu não mexesse mais no celular durante as aulas, eu parei de usar, mas não acho que deveria ser proibido", opina.

O estudante Gabriel Martins, 15, autointitula-se nerd e conta que está presente em redes sociais como 
Facebook
Twitter
 e 
Instagram
, mas diz que sabe separar o horário de "curtir" e o de estudar. Na opinião dele, os colegas que "se deixam levar" pelos atrativos das redes sociais durante as aulas têm as consequências estampadas no boletim. "O desempenho deles é bem abaixo; eles perdem a atenção a cada vez que o celular vibra."

Que os 30 alunos da classe fossem como Gabriel é o sonho da professora de Línguas Portuguesa e Inglês, Marileide Casagrande. De acordo com a docente, o uso dos celulares se tornou um vício. "É automático. Dou uma bronca em um aluno e daqui a pouco ele nem percebe e já está mexendo de novo", relata.

A professora de Matemática, Maria Aparecida de Matos Souza, fala em número. Para ela, a proibição melhorará em 100% o comportamento dentro da sala de aula. "Aprender não é fácil, exige muita concentração e o celular domina todos os sentidos dos alunos; eles parecem que estão em outro mundo quando estão mexendo no aparelho", conta.
AVISO
"Minha mãe recomendou que eu não mexesse mais no celular durante as aulas."
JULIA MUNIZ
Estudante

CONECTADAS. Na escola, Tatiana, Julia e Jenifer estão sempre grudadas aos smartphones: aplicativo de mensagens e rede social.
—FOTO: JOÃO CLÁUDIO FRAGOSO


TEMA I

Defendendo a lei

No meu entender, a nova lei vem em boa hora e os seus objetivos são mais do que justos. A proibição quer evitar que as aulas sejam frequentemente interrompidas pelo toque dos aparelhinhos, que os alunos se distraiam conversando com os amigos ou mandando torpedos e que atrapalhem os colegas, sem falar no tira fotos, fazem pose e até se retratam para ver a maquiagem ou o cabelo, em plena aula! Além disso, vai impedir também os abusos, como no caso de estudantes que usam o telefone para colar nas provas. Eles usam mensagens de texto para passar cola com os celulares, sabia? Tem até quem tire foto da prova ou de uma questão e passe para um amigo de outro turno.










[depoimento de professor para o B.R. UOL]



Dar um basta


Boné e celular dentro da sala de aula são um claro desrespeito dos alunos para com os professores e seus colegas. Os pais perderam o controle sobre seus filhos. Agora alguém terá que impor regras e disciplinas. Estamos vivendo tempos de egoísmo, onde cada um só pensa em si mesmo. Isso tem que mudar, pois estamos assistindo menores engravidando, menores assaltando e menores cometendo os mais variados tipos de crime, desde xingamento aos próprios pais até o consumo de todo tipo de drogas. Está na hora de dar um basta.
[E-mail de internauta para o UOL Educação, por ocasião da notícia sobre a proibição em Juiz de Fora (MG).]

É proibido proibir


O Estado proibir os celulares dos alunos em sala de aula me parece um exagero, na medida em que viola o direito de a pessoa ir e vir com seus bens, atenta à dignidade da pessoa humana e também interfere no direito à segurança. Em muitos casos, o equipamento pode ser utilizado para afastar riscos ou danos às pessoas ou terceiros. Imagine, por exemplo, um professor descontrolado, que impõe um castigo cruel ao aluno. É raro? Sim, mas ninguém vai negar que pode acontecer. Além disso, vamos e venhamos, o Estado precisa se intrometer numa questão como essa? A escola, por si só, não tem autoridade para estabelecer a proibição?
[Depoimento de educador à Página 3 Pedagogia & Comunicação uol]

Um caso extremo


Vamos a um caso fictício: em uma sala de aula, em escola particular no Estado de São Paulo, duas alunas começam uma briga. A roda se forma, as meninas caem no chão e em alguns minutos o professor que estava fora da sala intervém e as alunas, machucadas, são levadas à enfermaria, uma claramente mais ferida, com cortes no rosto e o nariz sangrando. Esta cena, apesar de lamentável, não seria tão incomum assim, não fosse o fato de um aluno ter filmado todo o ocorrido com seu ultracelular, em altíssima resolução. Publicar na internet? Ele vai além e exige sexo com a adolescente para que o vídeo não seja divulgado.Além do bullying e CIBERBULLYING direto da sala de aula para a rede mundial!!
[Dr. José Antônio Milagre, advogado, no Webinsider] 
A LEI EM SÃO PAULO

Alunos da rede estadual e municipal de ensino estão proibidos de usar celular na escola. Desde 2007, uma lei assinada pelo então governador José Serra (PSDB) proíbe o uso do aparelho durante o horário de aula.
Joyce Cury / A Cidade
A fiscalização fica por conta do professor que está na sala, mas os docentes garantem que a legislação não “pegou”, porque a maioria leva o aparelho. Os mais novos procuram esconder e os mais velhos, principalmente aqueles do período noturno, usam na frente do professor e no meio da aula.
“Eu não tenho coragem de tirar dos mais velhos porque recebo ameaças, então prefiro fingir que não vejo”, diz uma professora que dá aula no período noturno.
Ela diz que já cansou de flagrar os estudantes tirando fotos e postando no Facebook, mas resolveu não tomar nenhuma atitude. Professores que interferiram foram ameaçados de espancamento.
“É melhor conservar o diálogo em sala de aula do que ser autoritário e ganhar inimigos”, afirma.
Já a professora da rede estadual Lene Pereira afirma que apesar da lei estadual que proíbe o uso de celular nas salas de aula, a maioria dos alunos leva os aparelhos dentro das bolsas e muitos não se preocupam.
“Eles ficam entrando no Fcebook e postando mensagens. Quando a gente pega retira o celular e devolve apenas no término da aula”, afirma.
Ela diz que o uso do aparelho atrapalha a aula porque os alunos não conseguem prestar atenção na matéria que está sendo ministrada pelo professor.
“Têm algumas pessoas que se preocupam em esconder do professor, mas outros teclam na nossa frente. É um novo desafio para a gente superar na sala de aula”.
Espaço comum para divulgar qualquer coisa
O mundo virtual se transformou em um espaço para as pessoas dividirem alegrias e tristezas. São postagens de momentos felizes com a filha que partiu, quem vai casar divide a história de amor com fotos e mensagens para os amigos, mães pedem conselhos sobre o que fazer com os bebês que estão doentes e vale também os filhos homenagearem as mães, entre outros eventos.

Lembre-se, que os Colégios Estaduais e até particulares, possuem Estatutos aprovados por suas APMs, com o tempo elas foram adaptadas a cada realidade...portando o dever da obediência, vem do aluno e da família

Observações






  • Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
  • Deve ter uma estrutura dissertativa;
  • Não deve estar redigido em forma de poema (versos) ou narração;
  • A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;
  • Não deixe de dar um título a sua redação;
  • Lembre-se, escrever bem O TEMA, é saber sobre ele!

  • pTd:Wilma
    EsToU:...


    Broncas exemplares de nossos pais

    FRASES QUE MEU PAI SEMPRE DIZ: 


    - Você acha que dinheiro dá em árvore? (claro, dinheiro é de papel...e papel vem da onde?)

    - Vá cuidar da sua irmã!( mas o pai aqui é você)


    _ As vezes quando você diz algo, eu lembro de quando você era pequenininha!!! ( PAIE!)

    - Você não vai mais ficar triste comigo né filhinha?! ( Não prometo nada)

    - Ainda está acordada? ( Não, estou dormindo de olhos abertos)
    ( Hellen Isabel P - 9º C)

    Dia dos pais: Broncas exemplares 

    - Se você não lavar a louça vou tirar sua Internet! ( Sempre fala isso)

    _ Você só lê esse livro menina??? ( É uma saga pai!)

    - Você se veste como um piá! ( Cada um com seu estilo)

    -Quando eu tinha sua idade... (xiii...começou!)

    - Um dia você vai crescer e saber que a vida não é tão fácil como você pensa e descobrirá que é outro mundo, só não quero que se decepcione!!! ( eu sei, também te amo pai, quero sempre estar com você para o que precisar!)
    (Amanda Senne, 9º C)

    ...

    _ Quando tinha sua idade eu já trabalhava ( Trabalho infantil é ilegal...)

    _ Filho meu não tira nota baixa!!!Olha esse boletim???? (melhor fazer o teste e DNA pai!)

    _ Como assim, que roupas novas. Comprei muitas! ( sim e tinha a Moranguinho...)
    ( Fernanda Okumoto, Turma C)


    -Eu não sou seu empregado moleque!! ( Eu sei...você é meu pai)



    - Arruma essa cama menino!! ( Por quê? Se eu vou dormir de novo?)

    - Entendeu o que eu disse?? ( O que você disse??)
    ( Matheus Phelipe Dias, 9º C)

    - Não é para você sair de casa hoje! ( Já fui!)

    _ Vai tomar um banho!! ( Mas hoje não é sábado)

    - Vai ajudar sua mãe!!! ( mas ela se vira tão bem sozinha!!)

    - Filho agradeça por eu não ser ruim...( Tá bom pai! Obrigado!Te amo!)
    ( Marcos Paulo, 9º C)
    Homer Simpson  - homer-simpson Wallpaper

    _ Trabalho tanto e ainda tenho que ser seu motorista. (E dirige super  bem)

    - Larga esse celular!!! (Se eu largar vai quebrar)

    Saí desse computador AGORA!! ( Não estou dentro dele...)

    Vai se arrumar, está parecendo um Mendigo!
    _ Me dá um dinheiro??


    ( Matheus F Medrado, 9° C)

    _ Faça o que eu digo, não o que eu faço! ( ...??)
    ( Rodney Batista Júnior, 9º C)

    Você quer apanha??? (Claro que não!)

    Acorda que tem aula!! (tá pai! só mais um pouco: _ ronc...!!RONC!!)
    (Leonardo V. de O., 9º C)

    - Come toda essa comida, aí tem muitos REAIS indo fora! ( xii)
    (Guilherme de F. Simonini, 9º C)
    Quantas vezes tenho que repetir!!! (um milhão de vezes)
     ( Jéssica Fernanda, 9º C)


    - Você só sabe reclamar da vida! (mas eu te amo!)

    Não sou parente da Copel, economize energia elétrica! ( !!)
    ( Maria Vitória, 9º E)


    Desliga o computador agora, se não você nunca mais mexe! ( mas estou fazendo trabalho!)



    Desliga o vídeo game, agora! Já!! ( pelo menos deixa eu salvar??)

    Posso sair? Meus amigos vão!!! - MAS VOCÊ NÃO É SEUS AMIGOS!! ( mas sou da mesma idade)
    (Bryan Diniz Mossane, 9º E)


    _ Você não é esse Justin Biber, ele não vai te levar a lugar nenhum!! ( Pai! Ele não é taxista).
    (Maria Geovana, 9º E)

    Coloca co chinelo senão vai pegar gripe! ( Pai, é ela que me pega!)
    (Érica Bortoletto, 9º E)




    Eu brigo com você, mas eu te amo filha! (Sei...)

     ( Karina Fiqueiredo, 9º F)

    Dia dos Pais

    Aguardem novas postagens

    sexta-feira, 18 de julho de 2014

    Coisas e Sentidos

    Colégio Estadual Ulysses Guimarães – Ensino Fundamental, Médio e Profissional.
    Professora Wilma Nunes Rangel                  
    Aluno(a):_________________________________ nº_______         Ano: 9º             Turma: ________________
    Foz do Iguaçu, ______ de _____________  de 2014.                                                                      
    ATENÇÃO:
    ·         Copiar e responder em papel almaço;                   *Letra Legível conforme a norma culta;

    Trabalho Extra Classe de- LÍNGUA PORTUGUESA
    REFERENTE AOS DIAS 25 A 31 DE JULHO E 01 A 02 AGOSTO DE 2014 – 05 AULAS


    1)      Com consulta no livro de classe, Leia, copie e responda em papel almaço as questões de 01 à 05 das páginas 144 e 145. Letra legível e respostas completas.












    2)    Consultando o conteúdo Formação e Estruturação das Palavras, leia, pesquise, Copiar e Responda às questões de 01 à 04 da página 148













    3)    Páginas 150 e 151, Semântica e Discurso, copie e responda as questões de 01 à 07


















    Bom trabalho!


    Ptd: Profª Wilm@

    Conhecimento por meio das palavras
    Radicais Gregos e Latinos 

     
        Para uma melhor compreensão das palavras que usamos diariamente, faz-se necessário buscarmos suas origens e evolução, isto é, sua etimologia. Para contribuir nesse sentido, segue abaixo alguns radicais gregos e latinos, bem como alguns prefixos e sufixos, obviamente a título de introdução. Um dado interessante é que, ao sabermos certo prefixo, por exemplo, compreenderemos o significado, ao menos parcial, de inúmeras outras palavras. Minha experiência é que a descoberta da origem das palavras pode transformar-se num belo jogo onde o encaixe de cada peça faz-nos ver a alma por detrás de tantas letras aparentemente vazias.
    Fonte: www.coisasesentidos.blogspot.com


    A
    a, ab, abs = afastamento, separação (: aversão, abuso, abstinência, abstração);
    a, ad = aproximação, junto de (: adjunto, advogado, advento, aposto);
    agri, agro = campo (agricultura, agrícola);
    ali = asa (alígero, alípede, aliforme);
    alti = alto (altissonante altiplano);
    alvi = branco (alviverde, alvinegro);
    ambi = duplicidade (: ambidestro, ambiente, ambiguidade, ambivalente);
    ambulo = caminhar, andar (sonâmbulo, noctâmbulo);
    animi = alma (animicida, anímico);
    ante = anterioridade, procedência (: antebraço, antessala, anteontem, antever);
    api = abelha (apicultura, apiário, apícola);
    arbori = árvore (arborícola, arboriforme, arboricultura);
    auri = ouro (auriverde, auriflama);
    avi = ave (aviário, avicultura);

    B
    bel, beli = guerra (bélico, belígero, belicista, beligerante);
    ben, bene, bem = bem, excelência (: benefício, bendito, benfazejo);
    bi, bis = repetição, duas vezes (: bisneto, bimestral, bisavô, biscoito);
    bis, bi = repetição, duas vezes (bisavô, bilíngue, bissexual);

    C
    calori = calor (caloria, calorífero);
    cent = cem (centavo, centena, centopeia);
    cida = que mata (vermicida, regicida, fratricida, inseticida);
    circu, circum = em torno de (: circunferência, circunscrito, circulação, circuncisão);
    cis = posição aquém (: cisalpino, cisplatino, cisandino, cisjordânia);
    co, con, com = companhia, concomitância (: colégio, cooperar, condutor);
    cola = que habita, que cultiva (vinícola, vitícola, citrícola, arborícola);
    cole, colo = pescoço (colar, colarinho);
    color = cor, coloração (colorífico, quadricolor);
    contra = oposição (: contrapeso, contrapor, contradizer);
    cordi = coração (cordial, cardiologia);
    corn, corni = chifre, antena (cornear, cornudo, cornucópia, unicórnio);
    crimino = crime (criminoso, criminologia);
    cruci = cruz (crucificado, cruciferário, crucifixo);
    cultura = ato de cultivar (suinocultura, piscicultura, apicultura);
    cupr, cupri = cobre (cúprico, cuprífero);
    curvi = curvo (curvilíneo);

    D
    de = de cima para baixo, separação, negação (: decapitar, decair, depor);
    deci = décimo (decímetro, decigrama);
    des, dis = negação, ação contrária, separação (: desventura, discórdia, discussão)
    digit, digiti = dedo (digitador, digitação);
    dui = dois (duidade, duelo);

    E
    e, es, ex = para fora (: excêntrico, evasão, exportação, expelir);
    ego = eu (egocentrismo, egoísmo);
    equi = igual (equivalência, equidistante, equilátero);
    en, em, in : para dentro (: imergir, enterrar, embeber, injetar, importar);
    estil, estili = estilo (estilista, estilismo);
    estrato = coberta, camada (estratosfera, estrato);
    evo = idade (longevidade, longevo, medieval);
    extra = exterior, excesso (: extradição, extraordinário, extraviar);

    F
    fero = que contém ou produz (mamífero, carbonífero, aurífero, flamífero);
    ferri, ferro = ferro (ferrovia, ferrífero, ferrugem);
    fico = que faz ou produz (benéfico, maléfico, frigorífico);
    fide = fé (fidelidade, fidedigno);
    fili = filho (filiação, filial, filicídio);
    forme = forma (uniforme, cuneiforme, disforme, cordiforme);
    fratri, frater = irmão (fraterno, fraternidade, fratricida);
    frig, frigi = frio (frigidez, frigorífico);
    fugo = que foge (centrífugo, vermífugo, febrífugo);

    G
    genito = relativo a geração (genitor);
    geno = joelho (genuflexório);
    gero = que contém ou produz (armígero, belígero);
    gradu = grau, passo (centígrado, graduação);

    H
    herbi = erva (herbívoro, herbicida);
    homin, homini = homem (hominal, homicídio);

    I
    i, in, im = contrariedade, privação, negação (: ilegal, impossível, improdutivo);

    igni = fogo (ignição, ígneo, ignívomo);
    inter, entre = intermediário (: internacional, interplanetário);
    intra, intro = interior, dentro (: intramuscular, introduzir, introvertido, introspectivo);
    J
    justa = ao lado (: justapor, justalinear);

    L
    loco = lugar (locomotiva, locomoção);
    lati = grande, largo, amplo (latifúndio, latifoliado);
    loquo = que fala (ventríloquo, altíloquo);
    luc, loci = luz (lucidez, lúcido);

    M
    matri = mãe (matricial, matriarcal, matrilinear, matrimônio, madre);
    maxi = muito grande ( maxidesvalorização, maxissaia, maximizar);
    mini = muito pequeno (minissaia, mínimo, minifúndio);
    morti = morte (mortífero);
    multi = muito, numeroso (multissecular, multiangular, multiforme);

    N
    nocti = noite (noctívago, nocticolor);
    nubi = nuvem (nubívago, nubífero);

    O
    o, ob = em frente, oposição (: obstruir, ofuscar, ocupar, obstáculo);
    ocul, oculi = olho (oculista, oculiforme);
    odori = odor, cheiro (odorífero, desodorante);
    oni = todo (onipresente, onisciente, onipotente);

    P
    pani = pão (panificadora, companheiro);
    pari = igual (paridade, paritário);
    paro = que produz (multíparo, ovíparo);
    patri = pai (patriarcal, patrimônio, patricida, patrilocal, padre);
    ped, pedi, pede = pé (pedicure, pedestre, bípede, pedilúvio, velocípede);
    per = através (: percorrer, perplexo, perfurar, perverter);
    personal, personali = pessoal (personalidade, personificar);
    petr, petri = pedra (petrificar, petróleo);
    pisci = peixe (piscicultura, pisciano);
    plani = plano (planisfério, planície);
    pluri = muitos (pluralizar, pluricelular);
    pluvio = chuva (pluviômetro, pluviosidade);
    popul, populo = povo (populoso, populismo);
    pos = posterioridade (: pospor, posterior, pós-graduado);
    pre = anterioridade (: prefácio, prever, prefixo, preliminar);
    primi = primeiro (primogênito, primícias);
    pro = para frente, favorável (: progresso, promover, prosseguir, projeção);

    Q
    quadr, quadri, quadru = quatro (quadrangular, quadrimotor, quadrúpede);

    R
    radic, radici = raiz (radicar, radiciação);
    re = repetição, reciprocidade (: rever, reduzir, rebater, reatar);
    reti = reto, direito (retificar, retilíneo);
    reti = rede (reticulado, retiforme);
    retro = movimento para trás (: retrospectiva, retrocesso, retroagir, retrógrado);

    S
    sabat, sabati = sábado (sabatina, sabatismo);
    sacar, sacari = açúcar (sacarífero, sacarose);
    sesqui = um e meio (sesquicentenário, sesquipedal);
    sexi, sexo = sexo (sexologia, assexuado);
    sideri = astro (sideral, sidério);
    silvi = selva (silvícola, silvicultura);
    sino = da China (sinologia, sino-brasileiro);
    so, sob, sub, su = de baixo para cima, inferioridade (: soterrar, sobpor, subestimar);
    socio = sociedade (sociologia, sociolingüística);
    sono = som, ruído (sônico, sonoplastia, uníssono, horríssono);
    soto, sota = inferior (: soto-mestre, sota-voga, soto-pôr);
    sudor, sudori = suor (sudoríparo, sudoral);
    super, supra, sobre = superior, excesso (: supercílio, supérfluo);

    T
    trans, tras, tres, tra = para além, através (: transatlântico, tresnoitar, tradição);
    telur, teluri = terra, solo (telúrico, telurismo);
    toni = tom, vigor (tônico, tonificar);
    toxico = veneno (toxicomania, toxina);
    tri = três (tricolor, triângulo, tríduo, trindade);
    triti = trigo (triticultura, triticultor);

    U
    ultra = posição além do limite, excesso (: ultrapassar, ultrassom, ultraleve, ultravioleta);
    umbri = sombra (umbrívago, umbrífero);
    uni = um (uníssono, unilateral);
    uxori = esposa (uxório, uxoricida);

    V
    vago = que anda (nubívago, noctívago);
    veloci = veloz (velocípede, velocímetro);
    vermi = verme (vermífugo, vermicida);
    vice, vis = em lugar de (: vice-presidente, visconde, vice-almirante)
    vin, vini = vinho (vinicultura, vinícola);
    vitri = vidro (vitrina, vitrificar, vitral);
    vomo = que expele (fumívomo, ignívomo, vômito);
    volo = que quer, que deseja (malévolo, benévolo);
    voro = que come, devora (carnívoro, herbívoro);

    RADICAIS, PREFIXOS E SUFIXOS GREGOS

     


    A
    a, an = negação, privação (: ateu, acéfalo, afônico, anarquia, anônimo);
    acr, acro = extremidade, ponta, alto, elevado (acrobata, acrópole, acrofobia, acróstico);
    aer, aero  = ar (aeródromo, aeronave, aeronauta, aeróstato);
    agogia, agogo = condução (pedagogia, demagogo);
    agro = campo (agronomia, agrônomo, agromania, agrologia);
    al, alo = outro, diverso (alopatia, alomorfia);
    algia = dor, sofrimento (cefalalgia, analgésico, nevralgia);
    aná = inversão, mudança, repetição (: anagrama, anáfora, análise, analogia);
    and, andro = homem, macho (andrógino, androfobia);
    anemo = vento (anemógrafo, anemômetro);
    anfi = em torno, duplicidade,  (: anfiteatro, anfíbio);
    angel, angelo = mensageiro, anjo (angelólatra, angelologia);
    ant, anto = flor (antologia, antografia, antoide, antomania);
    anti = oposição, contrariedade (: antipatia, antiaéreo, anticlerical, antagonista);
    antropo = humano (antropocentrismo, antropofagia, filantropo, antropófago);
    apó = afastamento, separação (: apogeu, apócrifo, apocalipse, apóstolo, apoteose);
    arca, arquia = poder, chefia, comando (monarca, autarquia);
    arcai, arqueo = antigo, velho (arcaísmo, arqueologia);
    aritm, aritmo = número (aritmética, aritmologia, aritmomancia)
    aristo = ótimo, o melhor (aristocracia, aristocrata);
    aritmo = número (aritmética, aritmologia);
    arque = primeiro, origem (arquétipo, arquegônio);
    arqueo = antigo (arqueografia, arqueologia, arqueozoico);
    arqui, arc, arce, arci = procedência, superioridade (arquipélago, arcanjo, arcebispo);
    arquia = governo (: monarquia, anarquia);
    asteno, astenia = fraqueza, debilidade (astenopia, neurastenia);
    aster, astro = corpo celeste (astronomia, astrodinâmica, asteroide, astrólogo);
    atmo = gás, vapor (atmosfera, atmômetro);
    auto = de si mesmo (autobiografia, autonomia, autocracia, autógrafo, autômato);

    B
    bari, baro = pressão, peso (barômetro, barítono, barisfera);
    bata = o que anda (acrobata, nefelibata );
    biblio = livro (biblioteca, bibliotecário, bibliolatria, bibliografia, bibliófilo);
    bio = vida (biologia, biografia, macróbio, anfíbio);

    C
    caco = feio, mau (cacofonia, cacografia, cacoépia);
    cali = belo (caligrafia, califasia, calidoscópio);
    catá = de cima para baixo, posição superior (: catástrofe, catapulta, catálogo, catacrese);
    cardi, cardio = coração (cardíaco, cardiograma, cardiologia, cardiovascular);
    cefalo = cabeça (acefalia, cefaléia);
    ciclo = círculo (ciclometria, bicicleta, triciclo, hemiciclo);
    cin, cine, cines = movimento (cinestesia, cinemática, cinética, cinema);
    cito = célula (citologia, citoplasma);
    clasto = quebrado (iconoclasta, clástico);
    core, coreo = dança (coreografia, coreógrafo);
    cosmo = mundo, universo (cosmovisão, microcosmo, cosmógrafo, cosmologia);
    cracia = força, poder, autoridade (gerontocracia, tecnocracia, teocracia);
    cript, cripto = escondido (criptônimo, criptograma);
    cris, criso = ouro (crisálida, crisântemo, crisóstomo);
    crom, cromo = cor (cromossomo, cromogravura, cromoterapia, cromógeno);
    crono = tempo (cronologia, cronômetro, cronograma);

    D
    datilo = dedo (datilografia, datiloscopia, pterodátilo);
    deca = dez (decâmetro, decálogo, decalitro);
    demo = povo (democracia, demográfico, demagogia);
    dendro = árvore (dendrítico, dendrologia);
    derma, derme = pele (dermatologista, dermite, epiderme, endoderme);
    di = dois (dissílabo, ditongo, dipétalo);
    diá = através de, afastamento (: diagonal, diâmetro, diagnóstico, diocese, diurético, diabólico);
    dinamo = força, potência (dinamite, dinamismo, dinamômetro);
    dis = dificuldade, falta, privação (: dispneia, disenteria, dissimetria);
    doxa, doxo = crença, opinião, doutrina (ortodoxo, heterodoxo, paradoxo);
    doca = doze (dodecassílabo)
    dromo = corrida (autódromo, hipódromo, velódromo);

    E
    eco = casa, domicílio, habitat (ecologia, economia, ecossistema);
    edro = base, face (poliedro, pentaedro);
    eido, oide = forma, semelhança (caleidoscópio, asteroidearacnoide);
    eletro = âmbar, eletricidade (eletrodoméstico, eletroscopia, eletrômetro);
    en, em, e = posição interna (: encéfalo, energia, embrião, entusiasmo, emplasto, elipse);
    endo, end = para dentro, posição interior  (: endotérmico, endoscopia, endosmose);
    enea = nove (eneassílabo, eneágono)
    enter, entero = intestino (enterite, enterogastrite);
    ep, epi, ef = em cima de, posição superior, movimento para (: epílogo, epitáfio, epístola, efêmero);
    ergo = trabalho (ergofobia, ergógrafo, ergometria, ergonomia);
    esperma, espermato = semente (espermatologia, espermatozoide);
    estere, estereo = sólido, fixo (estereótipo, estereografia);
    estomat, estomato = boca, orifício (estomatite, estomatoscópio);
    etio, etimo = origem (etiologia, etimologia);
    etno = raça, nação (etnia, etnocentrismo, etnografia, etnologia);
    etimo = vocábulo que é origem de outro (etimologia);
    eu, ev = bom, bem, perfeição, bondade, excelência (: eucaristia, eufonia, euforia, evangelho);
    ex, exo, ec, e = fora, fora de, para fora (: êxodo, exorcismo, eclipse, eclético, eclesial, ejetar);
    F
    fago, fagia = comer (antropófago, necrófago, aerofagia);
    farmaco = medicamento (farmacologia, farmacopeia)
    filo, filia = amizade, amante (filósofo, filantropo, filólogo, lusofilia);
    fisio = natureza (fisiologia, fisionomia, fisioterapia);
    fobo, fobia = aversão, inimizade (claustrofobia, xenofobia, fotofobia);
    fono = som, voz (fonógrafo, fonoteca, eufonia, fonologia);
    foro = portador (fósforo, semáforo, Cristóforo)
    fos, foto = luz (fosfeno, fotografia, fotofobia);

    G
    gamo = casamento (gamomania, monogamia, polígamo);
    gastr, gastro = estômago (gastronomia, gástrico, gastrite);
    gen, geno = origem, que origina (gênese, genética, genótipo, hidrogênio);
    geo = terra (geografia, geoide, geologia, geocêntrico);
    ger, gero = idoso, velho (geriatria, gerontocracia);
    gine, gineco = mulher (andrógino, ginecocracia, ginecologista);
    glota, glossa = língua (poliglota, glossário. isoglossa);
    gono, gonio = ângulo (polígono, goniômetro);
    grafia, grafo = escrita, descrição (ortografia, caligrafia, geografia, calígrafo);
    grama = escrito, peso (telegrama, gramática, quilograma);

    H
    hecto, hecato = cem (hectograma, hectômetro, hectoedro, hecatombe);
    helio = sol (heliocentrismo, heliografia, helioscópio);
    hemi = metade, meio (: hemisfério, hemistíquio);
    hemo, hemato = sangue (hemorragia, hemograma, hemoglobina, hematócrito);
    hendeca = onze (hendecassílabo, hendecaedro);
    hepato = fígado (hepatite, hepático);
    hepta = sete (heptagrama, heptassílabo, heptágono);
    hetero = outro, diferente (heterossexual, heterogêneo, heteronomia);
    hexa = seis (hexágono, hexacampeão, hexâmetro)
    hidro = água (hidrografia, hidrófilo, hidrogênio);
    hier, hiero = sagrado (hieróglifo, hierosolimita);
    higro = umidade (higrômetro, higrófilo);
    hiper = posição superior, excesso (: hipérbole, hipertrofia, hipertensão);
    hipno = sono (hipnose, hipnotismo);
    hipo = posição inferior, escassez (: hipotenusa, hipótese, hipocrisia);
    hipo, hipe = cavalo (hipódromo, hipopótamo, Filipe);
    homo, homeo = igual, semelhante, mesma natureza (homeopatia, homossexual, homogêneo);

    I
    icon, icono = imagem (iconoclasta, iconografia, iconolatria);
    icos = vinte (icosaedro, icoságono);
    ictio = peixe (ictiofagia, ictiologia);
    iso = igual (isóbaro, isócrono, isósceles);
    iatra = médico (pediatra, psiquiatra)

    L
    laós = povo ((litur
    latra, latria = culto (idolatria, alcoólatra);
    lito = pedra (litografia, aerólito, litogravura, monólito, litosfera);
    logia, logo = discurso, estudo, ciência, que trata, fala (astrologia, biólogo);

    M
    macro = grande (macrocosmo, macrobiótica, macrocéfalo);
    mancia = adivinhação (quiromancia, cartomancia, necromancia);
    mani, mania = loucura, tendência (manicômio, cleptomania, piromaníaco);
    maquia = combate (tauromaquia, logomaquia);
    mega, megalo = grande (megalomaníaco, megalocefalia, megatério);
    melo = canto (melodia, melopeia, melodrama);
    meso = meio (mesopotâmia, mesóclise);
    met, meta = participação, intermediação, sucessão (:metafísico, metamorfose, método);
    metro, metria = medida (barômetro, termômetro, biometria);
    micro = pequeno (microcosmo, microfone, micróbio, microscópio);
    miria = dez mil, inumerável (miriâmetro, miríade, miriápode);
    miso = ódio (misantropo, misógino, misossofia);
    mito = fábula (mitologia, mitomania);
    mnemo = memória (amnésia, mnemônico);
    mon, mono = único, sozinho (monarquia, monóxido, monoteísmo, monogamia);
    morfo = forma (zoomórfico, amorfo, morfologia, antropomórfico);

    N
    necro = morte, cadáver (necrotério, necrofilia, necrópole);
    neo = novo, moderno (neologismo, neolatino);
    neuro, nevr = nervo (neurite, nevralgia, neurologia);
    nomo, nomia que regula, regra, lei (nomologia, agrônomo, autônomo);
    nefelo = nuvem (nefelibata, nefelina);

    O
    octo = oito (octogonal, octagésimo, octaedro);
    odonto = dente (odontologia, odontalgia);
    ofi, ofio = cobra, serpente (ofiologia, ofiomancia, antiofídico);
    oftalmo = olho (oftalmologista, oftalmia, oftalmoscópio);
    oligo = pouco (oligarquia, oligopólio);
    onir, oniro = sonho (onírico, oniromancia);
    onomato, onimo = nome (onomatologia, onomatopeia, anônimo, sinônimo)
    orama = espetáculo (panorama, cosmorama);
    ornit, ornito = ave (ornitologia, ornitofilia);
    oro = montanha (orogenia, orografia);
    orto = reto, correto, justo (ortônimo, ortografia, ortodoxo);
    oste, osteo = osso (osteoporose, osteodermo);
    oxi =  ácido, agudo, penetrante (oxítona, oxígono, oxidação, oxidação);

    P
    paleo = antigo, pré-histórico (paleografia, paleolítico, paleontologia);
    pan =  todos, tudo (panteão, panteísmo,  pan-americano, pangeiapantocrata);
    para, par = ao lado, proximidade, comparação, (: paradigma, paradoxo, paródia, paralelo);
    pato = doença, sofrimento, sentimento (patologia, patogenia, patético, simpático);
    pedi, pedo = criança (pediatria, pedagogo, pedologia);
    peia = ato de fazer (melopeia, onomatopeia);
    penta = cinco (pentágono, pentagrama, pentatlo);
    peia = fazer, criar (onomatopeia, melopeia)
    peri = em torno de, ao redor de (: perímetro, perífrase, peripécia, período, periscópio);
    piro = fogo (pirotecnia, pirosfera, piromania, pirólise);
    pluto = riqueza (plutomania, plutocracia);
    pleos = cheio, muito, abundante, mais que suficiente (pleonasmo);
    pole, polis = cidade (metrópole, acrópole, Florianópolis, Petrópolis);
    poli = muito (poligamia, polígono, politeísmo, polígrafo, poliglota);
    potamo = rio (mesopotâmia, hipopótamo, potamografia, potamologia);
    pneumato = ar, gás, espírito (pneumatologia, pneumatólise);
    pneum(o) = pulmão (pneumonia, pneumotórax);
    pró = posição em frente, anterioridade (: problema, prólogo, prognóstico, programa);
    prós = soma, adição (: prosélito, prosódia);
    proto = primeiro (protozoário, protótipo);
    pseudo = falso (pseudônimo, pseudópode);
    psico = alma, espírito (psicologia, psiquiatria);
    ptero = asa (helicóptero, pterossauro)

    Q
    quilo = mil (quilograma, quilômetro)
    quiro = mão (quiromancia, quiropraxia, quiróptero);

    R
    rino = nariz (rinite, rinoceronte, rinoplastia);
    rizo = raiz (rizotônico, rizófago, rizófilo);

    S
    scopio, scopia = o que faz ver, ato de ver (telescópio, microscopia);
    sema, semio = sinal (semáforo, semiótica);
    sin, sim, si = igual, ação conjunta, simultaneidade (sincronia, sinfonia, simbolo, sílaba);
    sider, sidero = ferro, aço (siderurgia, siderografia, siderólito);
    sismo = abalo, tremor (sísmico, sismógrafo, sismologia);
    sofia, sofo = sabedoria, sábio (filosofia, sofomaníaco, teosofia);
    soma, somo, somato = corpo, matéria (cromossomo, somatologia);
    stico = linha, verso (dístico, hemistíquio);

    T
    tanato = morte (eutanásia, tanatofobia);
    taqui = rápido (taquicardia, taquigrafia);
    tax, taxi, taxio = ordem, arranjo (taxiologia, taxiodermia);
    teca = onde se guarda (fonoteca, filmoteca, discoteca, biblioteca);
    tecno = arte, ofício,indústria (tecnologia, tecnocracia, tecnografia);
    tele = longe, distância (telefone, telescópio, telégrafo, telepatia);
    teo = deus, divindade (teocentrismo, teocracia, teólogo, teófilo);
    term, termo = calor, temperatura (termômetro, térmico, termostato, isotérmico);
    terapia = cura (fisioterapia, quimioterapia, hidroterapia);
    tetra = quatro (tetrarquia, tetracampeão, tetraedro);
    tipo = figura, marca (tipografia, tipógrafo, tipologia);
    tomia = corte, divisão (dicotomia, vasectomia, neurotomia);
    tono = tensão, tom (monotonia, barítono);
    topo = lugar, localidade (topografia, topônimo, toponímia);
    tri = três (trigonometria, trigêmeo, trilogia, trissílabo);
    trof, trofia = nutrição (atrofia, hipertrofia);

    U
    urgia = trabalho, ofício (liturgia, cirurgia);

    X
    xeno = estranho, estrangeiro (xenofobia, xenofilia, xenomania);
    xer, xero = seco, secura (xerófilo, xerografia);
    xilo = madeira (xilogravura, xilófago);

    Z
    zoo = animal (zoologia, zoomorfo, zoógrafo).


    Referências:
    CUNHA. Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico da língua portuguesa. 4. Ed. Revista pela nova ortografia. Rio de Janeiro: Lexikon, 2010.
    NETO, Pasquale Cipro; INFANTE. Ulisses. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2008.
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