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quarta-feira, 8 de abril de 2015

REVISÃO GERAL PARA PROVA PARCIAL

Meu ideal seria escrever       

Olá fofos alunos dos 8ºs Anos, do Colégio Estadual Ulysses Guimarães! Segue nesse post, REVISÃO geral dos conteúdos que serão avaliados na Prova Parcial do 1º Bimestre de 2015.        Peço que leiam todos os textos, ( alguns estarão na Avaliação), respondam as questões da Revisão solicitada em aulas, assim estará   estudando para a Avaliação        Anotem o que mais gostou, os elementos dos Gêneros trabalhados, Crônica e Carta Pessoal e boa prova! 


ptD Profi Wilm@
O que vocêpoderá aprender com esta aula
  • Conhecer diferentes letras de músicas que falam sobre cartas ou utilizam a forma de uma carta;
  • Identificar possíveis misturas de gêneros (carta e letra de música, crônicas narrativas e ficcionais): intergenericidade;
  • Analisar os recursos utilizados pelos músicos ao retratarem a carta nas letras de música;
  • Destacar a importância das cartas, mesmo após o advento do e-mail e do SMS; e
  • Discutir a importância da carta ao longo da história e sua importância para a cultura nacional.
Duração das atividades - Estudo pessoal on line, direcionado por atividades de revisão em aulas práticas em sala,  mínimo 3 aulas, máximo 5ç
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • Noções sobre o gênero carta
Estratégias e recursos da aula, caderno de produção textual "Redação"

  • Computador/ internet, smartfone
  • Tv pendrive
  • Acesso individual pelo Blog

Alunos, esta sequência didática procura abordar de maneira não usual a carta. O foco dessas aulas não está simplesmente no conhecimento e na apropriação da forma desse gênero, mas também nos conteúdos que ele veicula nas diferentes letras de música. Levando você à associar, interpretar e ampliar sua interpretação dos gêneros trabalhados nas aulas, Letra e composição musical, Carta Pessoal e Crônica narrativa e ficcional,


O primeiro texto, que você vai ler, é uma crônica narrativa, cujo tema confirma a tradição, o costume e o prazer dos seres humanos, de todas as épocas, de contar e de ouvir histórias. 


PtD - Profª Wilm@


Meu ideal seria escrever uma história...


            “Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse — “ai meu Deus, que história mais engraçada!”. E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria — “mas essa história é mesmo muito engraçada!”.
       Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse — e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aqueles pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse — “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
       E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago — mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina”.
       E quando todos me perguntassem — “mas de onde é que você tirou essa história?” — eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história…”.
       E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
Rubem Braga

Resumo Biográfico do Escritor Rubem Braga

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Rubem Braga (Cachoeiro de Itapemirim, 12 de janeiro de 1913 — Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 1990) é um de nossos maiores cronistas.
Jornalista, exerceu as funções de repórter, redator, editorialista e cronista em jornais e revistas do Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. Foi correspondente do “Diário Carioca” na II Guerra Mundial; correspondente de “O Globo” em Paris, em 1947, e do “Correio da Manhã” em 1950. Foi nomeado Chefe do Escritório Comercial do Brasil em Santiago, no Chile, em 1953. Em 1961, sendo chanceler Affonso Arinos de Mello Franco, foi embaixador do governo Janio Quadros no Marrocos. No Rio, fundou, com Fernando Sabino e Otto Lara Resende, a Editora Sabiá. Quando faleceu, era funcionário da TV Globo.
Rubem Braga nunca se afastou do jornalismo.
Ele gostava de declarar que um dos versos mais bonitos de Camões (“A grande dor das coisas que passaram”) fora escrito apenas com palavras corriqueiras do idioma. Exatamente por isso, suas crônicas são eternamente atuais, temas simples, linguagem coloquial, um dos mais belos momentos de nossa literatura.
A crônica acima foi extraída do livro “A traição das elegantes”, Editora Sabiá – Rio de Janeiro, 1967, pág. 91. Fontes: Releituras

Crônica Narrativa


O último computador

Um texto interessante de Luis Fernando Verissimo: 
O último Computador.
Um dia, todos os computadores do mundo estarão ligados num único e definitivo sistema, e o centro do sistema será na cidade de Duluth, nos Estados Unidos. Toda memória e toda informação da humanidade estarão no Último Computador. As pessoas não precisarão ter relógios individuais, calculadoras portáteis, livros etc. Tudo o que quiserem fazer – compras, contas, reservas – e tudo que desejarem saber estará ao alcance de um dedo. Todos os lares do mundo terão terminais do Último Computador. Haverá telas e botões do Último Computador em todos os lugares frequentados pelo homem, desde o mictório ao espaço. E um dia, um garoto perguntará a seu pai:
– Pai, quanto é dois mais dois?
– Não pergunte a mim, pergunte a Ele.
O garoto apertará o botão e, num milésimo de segundo, a resposta aparecerá na tela mais próxima. E, então, o garoto perguntará:
– Como é que eu sei que isso está certo?
– Ora, ele nunca erra.
– Mas se desta vez errou?
– Não errou. Conte nos dedos.
– Contar nos dedos?
– Uma coisa que os antigos faziam. Meu avô me contou. Levante dois dedos, depois mais dois… Olhe aí. Um, dois, três, quatro. Dois mais dois quatro. O computador está certo.
– Bacana. Mas, pai: e 366 mais 17? Não dá para contar nos dedos. Jamais vamos saber se a resposta do Computador está certa ou não.
– É…
– E se for mentira do Computador?
– Meu filho, uma mentira que não pode ser desmentida é a verdade.
Quer dizer, estaremos irremediavelmente dominados pela técnica, mas sobrará a filosofia.

 A seguir, você vai ler três textos, duas letras de música e um poema, que tematizam o assunto
“cartas de amor”, a emoção de receber uma carta de amor, nosso costume de escrever cartas de
amor.



Mensagem

Samba-canção de Cícero Nunes e Aldo Cabral (1946)

Quando o carteiro chegou e o meu nome gritou
Com uma carta na mão
Ante surpresa tão rude
Nem sei como pude chegar ao portão
Lendo o envelope bonito,
No seu sobrescrito eu reconheci
A mesma caligrafia que me disse um dia
"Estou farto de ti"
Porém não tive coragem de abrir a mensagem
Porque, na incerteza, eu meditava e dizia:
"Será de alegria, será de tristeza?"
Quanta verdade tristonha
Ou mentira risonha uma carta nos traz
E assim pensando, rasguei sua carta e queimei
Para não sofrer mais.
www.paixaoeromance.com

 
Utilização dos serviços postais


Cerca de 47% dos indivíduos inquiridos enviam no máximo uma carta por mês. Refira-se que cerca de 21% dos entrevistados não enviam correspondência.
A principal razão apontada para esta reduzida utilização dos serviços postais é a preferência pela utilização do telefone (54%).



  • Leia e faça anotações próprias para interpretaçaõ do Gênero Textual Gráfico.


O correio presta outros serviços além do envio de cartas, como aponta o gráfico.

  • Quais são os 3 serviços mais utilizados nas estações do correio?
  • E os 3 menos utilizados?
  • O que podemos concluir sobre o envio de cartas no Brasil?




A Carta

Renato Russo

 

Escrevo-te estas mal traçadas linhas meu amor
Porque veio a saudade visitar meu coração
Espero que desculpes os meus erros, por favor
Nas frases desta carta que é uma prova de afeição.
Talvez tu não a leias, mas quem sabe até darás
Resposta imediata me chamando de "Meu Bem"
Porém o que me importa é confessar-te uma vez mais
Não sei amar na vida mais ninguém.
Tanto tempo faz, que li no teu olhar
A vida cor-de-rosa que eu sonhava
E guardo a impressão de que já vi passar
Um ano sem te ver, um ano sem te amar.
Ao me apaixonar por ti não reparei
Que tu tivesses só entusiasmo
E para terminar, amor assinarei
Do sempre, sempre teu...
Tanto tempo faz, que li no teu olhar
A vida cor-de-rosa que eu sonhava
E guardo a impressão de que já vi passar
Um ano sem te ver, um ano sem te amar.
Ao me apaixonar por ti não reparei
Que tu tivesses só entusiasmo
E para terminar, amor assinarei
Do sempre, sempre teu...
Escrevo-te estas mal traçadas linhas
Porque veio a saudade visitar meu coração.
Escrevo-te estas mal traçadas linhas
Porque veio a saudade visitar meu coração.
Escrevo-te estas mal traçadas linhas
Espero que desculpes os meus erros, por favor
Meu amor, meu amor...


Siga a atividade da Revisão em Aula e responda, conforme o texto!


http://blog.uniamerica.br/wp-content/uploads/2011/10/envelope.jpg
Maria Pereira Silva
Rua Liberdade 212, bairro dos Inconfidentes. Redentor/MG. CEP – 32145-320.
Álvaro Antônio Lopes
Rua da Saudade 40, bloco c, bairro Luís de Camões. Passa Tempo/ MG. CEP – 34098-210.

 http://www.youtube.com/watch?v=Ckm2NnPkxx0. Em seguida, eles deverão responder as questões propostas.

Cartas

 

Marcos e Belutti 

Eu sempre recebi suas cartas
E todas começavam com eu te amo
Mas de um tempo pra cá
Eu sei, só quis brigar
E as cartas não começam mais assim
Eu sei, você me disse
Que se você parasse
De escrever te amo
Eu podia chorar
Já tinha me esquecido
Já tinha me deixado
E o pior de tudo isso
É que eu fui o culpado
Faz parte da minha vida

Faz parte da minha história
E essa despedida
Eu guardo na memória
Já nem recebo as cartas
Ah, que falta que me faz
Eu pago qualquer preço
Pra recebê-las mais
Só sei que ontem de manhã
Recebi uma
Quase nem olhei de medo
Pensei que não fosse sua
No envelope eu vi seu nome, o remetente
Eu fiquei muito contente
Saí a gritar na rua
Briguei comigo
Eu nem sei se isso é certo
Com meu coração deserto
Quase que eu me engano
Hoje eu tenho certeza que és minha
Pois a carta inteirinha
só dizia "eu te amo"

1.                  Nessa música, o eu-lírico é o remetente ou o destinatário?
2.                  Trace o perfil do remetente dessa carta.
3.                  O que o eu lírico afirma sobre as cartas já recebidas e o que ele espera estar contido na nova carta?
4.                  O que motivou a escrita da carta?
5.                   Que elementos fizeram o destinatário acreditar que estava recebendo a tão esperada carta?
6.                  Que valor as cartas possuem para o destinatário?

Pesquise frases de amor famosas no site http://pensador.uol.com.br/amor/.! Anote no caderno de Redação, utilizando a letra que mais tenha legitimidade - Caligráfica Cursiva, tipográfica ou Caixa Alta, siga seu coração na escolha de 10 frases!

   Ouça a música 

 http://www.youtube.com/watch?v=k0AWM8kW2BA. Em seguida, eles deverão responder as questões propostas.

   A Carta

Milionário e José Rico

Estou escrevendo esta carta meio aos prantos
Ando meio pelos cantos
Pois não encontrei coragem
De encarar o teu olhar
Está fazendo algum tempo
Que uma coisa aqui por dentro
Despertou e é tão forte que eu não pude te contar
Quando você ler                
Eu vou estar bem longe
Não me julgue tão covarde
Só não quis te ver chorar
Perdão, amiga, são coisas que acontecem
Dê um beijo nos meninos
Pois eu não vou mais voltar
Como eu poderia dar a ela esta carta
Como eu vou deixar
Pra sempre aquela casa
Se eu já sou feliz
Se eu já tenho amor
Se eu já vivo em paz
E por isso decidi
Que eu vou ficar com ela
A minha passagem por favor cancela
Vá sozinha não vou mais
Quando cheguei no portão da minha casa
Como se eu tivesse asas
Me senti igual criança
Deu vontade de voar
Quase entrei pela janela
Minha esposa ali tão bela
Dei um forte e longo abraço
E comecei a chorar
E com as lágrimas as palavras vinham
E rolavam como pedras
E ela só a me escutar
Ao enxugar minhas lagrimas com beijos
Revelou que já sabia
Mas iria perdoar
Como eu poderia...

1.      O texto que você leu é uma música ou uma carta? Explique.
2.      Em que estrofe da música há a transcrição da carta enviada pelo eu-lírico (personagem ou narrador que sofre, sente e chora a dor que está passando)?
3.      Há 2 mulheres envolvidas na situação contada pelo eu-lírico. Quem são e qual a mensagem do eu eu-lírico a cada uma delas?
4.      A quem a carta transcrita na música se dirige?
5.      A carta chegou ao seu destino? Por quê?
6.      O eu-lírico apresentou no texto uma mudança de pensamento e de atitude. Cite-os e explique-os.

 A mudança sofrida pelo eu-lírico, que percebeu o valor do relacionamento que ele tinha em casa. Em seguida, proponha que eles alterem a carta que seria enviada para a esposa, de forma que fique evidente a transformação nos sentimentos do eu-lírico.

Interdisciplinariedade com Inglês


Música Please Mr. Postman Assistam ao o vídeo disponível no site .

Mr. Postman

Ednaswap

Wait, wait a minute Mr. Postman
Wait Mr. Postman
Mr. Postman look and see
If there's a letter in your bag for me
I've been waiting a long, long time
For that boyfriend, boyfriend of mine
Oh, there must be some word today
Oh, from my boyfriend so far away
Please, Mr. Postman look and see
If there's a letter, a letter for me
I've been standing here waiting Mr. Postman
So patiently
For just a card, a little letter
Oh, saying he's returning home to me
Oh, stop! Wait!
Mr. Postman!
Just look and see
If there's a letter for me
I've been waiting a long, long time
Oh, for a letter from that boy of mine
So many days you've passed me by
Oh, see the tears running in my eyes
You never stop to make me feel better
By leaving me a card or a letter
Oh, Mr. Postman
Oh, look and see
There must be something for me
Oh, it's been too long
You've gotta wait a minute, wait a minute
Just wait a minute, wait a minute
Oh, wait a minute, wait a minute
Oh, check it and see just one more time for me
Wait a minute, wait a minute
Oh, wait a minute
Just wait a minute, wait a minute
Yeah, deliver the letter
The sooner, the better
Mr. Postman
Oh, Mr. Postal Worker
Oh, please, please, please
La la la la, la la la
La la la la, la la la
La la la la, la la la

O professor de inglês deverá, antecipadamente, trabalhar com os alunos o vocabulário da música e outros conteúdos que ele julgar pertinente. Na aula de português, proponha as seguintes questões:


  1. O eu-lírico da música é uma mulher ou um homem? Justifique.
  2. O que o eu-lírico espera?
  3. O que o eu-lírico espera que seja comunicado a ele na carta?
  4. O eu-lírico se dirige ao carteiro na música, mas os pedidos que ele tem são de fato uma responsabilidade dele? Explique.

Aula 6: Agora, vamos testas os conhecimentos dos alunos em alguns gêneros textuais. Divida a turma em equipes e entregue um dos exercícios para cada equipe.


A)    E-MAIL – Escrever um e-mail para um dos autores das músicas trabalhadas elogiando o seu trabalho e propondo a criação de uma nova música.
e-mail


C)    CARTÃO POSTAL – Imaginem que vocês foram ao Rio de Janeiro encontrar um dos autores das músicas para contar sobre nossas aulas. Mandem um cartão postal para o professor de vocês contando como está a viagem.


Finalizando a sequência didática, proponha aos alunos, em equipe, a escrita de uma música sobre uma carta. Para isso, eles deverão utilizar o ritmo e a melodia de músicas já conhecidas ou criar os seus próprios. Para dar mais algumas ideias, eles poderão, acessarem a Web, pesquisar sobre outras músicas que tenham a carta como seu tema central. São várias!
Recursos Complementares
Avaliação

Todas as aulas desta sequência possuem uma atividade de produção escrita. Verifique no seu esgtudo a escrita e compreensão das propostas e dos conteúdos trabalhados. 
OpPtD: Prof@ Wilma Nunes Rangel
eStOu: no outono de mim..