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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Ser inteligente está fora de moda

O negócio é ser "o cara"


"Nada mais brega do que bancar o inteligente", afirmaram recentemente, sem nenhuma vergonha na cara, muitos estudantes ingleses a seus boquiabertos professores. Diante do fato, alguns dos mais brilhantes catedráticos decidiram se reunir na tentativa de explicar o fenômeno

Por: Luis Pellegrini
Na Inglaterra, se ainda não foi banido pelos professores, o adjetivo clever (inteligente) está muito perto disso. Decidiu-se inclusive que, daqui por diante, será preciso tomar cuidado antes de chamar de inteligentes os melhores alunos. Porque, segundo uma pesquisa, são exatamente os melhores da turma os que mais correm risco de cair na prática ativa do bullying (assédio físico ou psicológico aos colegas) para tentar se livrar da pecha de cê-dê-efes. Os professores estão convencidos de que os estudantes, após serem definidos como "inteligentes", se sentem de algum modo marcados. E por isso reagem adversamente. Provas disso? Em numerosos casos, muitos deles se recusam inclusive a retirar os prêmios escolares que ganharam por medo de serem ridicularizados pelos colegas.
Simon Smith, um professor de Essex, foi um dos primeiros a afirmar que, "entre os estudantes de hoje, ser inteligente simplesmente não está mais na moda". "Falei com muitos deles", explica Smith, "e descobri, que na sua opinião, ser inteligente significa, sobretudo, ser chato, possuir uma personalidade sem graça, ser o queridinho dos professores e outras coisas que não podem ser repetidas em público". Seu alerta é sério.

Existe, no entanto, outro aspecto, mais sociológico, ligado aos desenvolvimentos de uma sociedade tipicamente consumista que se agarra aos "mitos" do espetáculo e das celebridades do momento. Ou seja, não mais os grandes escritores e compositores, os cientistas e filósofos, não mais os grandes empreendedores, nem sequer os megagaviões da bolsa de valores e dos bancos constituem os padrões de sucesso e de afirmação social a serem perseguidos. A culpa deve ser atribuída, sobretudo, aos atuais modelos e cânones de celebridade que contribuem para bloquear os jovens, afastando-os do sucesso acadêmico.
Cita-se, por exemplo, um self-made-man como Alan Sugar, popularmente conhecido como "Barão Sugar", empresário britânico, conhecidíssimo personagem da mídia e consultor político. Nascido de família humilde no East End, região pobre de Londres, ele é hoje dono de uma fortuna estimada em US$ 1,2 bilhão. A exemplo de outros homens e mulheres de sucesso contemporâneos, Sugar não costuma ler livros e gosta de se vangloriar das notas baixas que alcançou na escola. Outro exemplo é o do jogador de futebol David Beckham, "um dos tantos protagonistas da vida inglesa na atualidade que não dá, no entanto, a impressão de possuir capacidades intelectuais particulares".
Não menos deprimente foi o panorama desenhado por Ann Nuckley, administradora escolar em Southwark, bairro no sul de Londres. Ela contou que muitos estudantes da sua escola recusam frequentar os estágios e receber os prêmios por suas conquistas. "Preferem adotar como modelo as celebridades do momento, aqueles personagens que transitam pelas revistas de fofoca social, ou as que analisam nos mínimos detalhes a gloriosa existência do último garotão que, da noite para o dia, saiu do anonimato para a luz do estrelato graças a um papel na novela da televisão."
Que fazer diante do quadro? Os 34 mil membros da Associação dos Professores da Inglaterra não têm nenhuma intenção de permanecer passivos. Primeira medida: decidiu-se cancelar o substantivo "fracasso escolar", substituindo-o pelo conceito de "sucesso adiado". Parece meio paliativo, mas, enfim, é alguma coisa. Talvez fosse o caso, lá como aqui, de pressionar as autoridades para que comecem a afirmar que cultura e inteligência são coisas boas, e delas a gente gosta. E procurar as verdadeiras razões dessa perigosa inversão de valores que caracteriza nosso atual momento histórico, no qual os grandes são esquecidos e desprezados e os medíocres são elevados ao olimpo dos deuses de curta duração.
Quando procuramos as causas de hecatombes do gênero (sim, trata-se de uma hecatombe, inclusive do ponto de vista espiritual), melhor não permanecer na superfície. As razões estão sempre mais embaixo e dizem respeito à inquestionável falência ético-filosófica da nossa civilização da produtividade e do consumismo insustentáveis. Que adolescência é sinônimo de crise é coisa mais que sabida, e desde sempre. Pelo menos desde quando os adolescentes éramos nós, inquietos e mudos, ávidos de experiências, perigosos e em perigo. Éramos rebeldes, sim, contra tudo e todos que se contrapunham a nossos desejos. Não confiávamos no bom senso nem na escala de valores dos mais velhos e, como é natural em quem se encontra na fase dos verdes anos, éramos todos donos da verdade absoluta e dela não abríamos mão. Ilusões cujo ímpeto o tempo se encarregou de arrefecer e até mesmo apagar.

Rebeldes. Mas, que me lembre, nunca ouvi nenhum jovem da minha geração afirmar que ser inteligente é ser brega. O que mudou? Segundo as considerações do jornalista italiano Michele Serra, "explodiu o mecanismo que regula a relação entre os direitos e os deveres". Ou, para tentar dizer melhor, entre os desejos e seus limites. Pois vivemos numa era em que, cada vez mais, se perde a consciência dos limites e todos, sobretudo os mais jovens, acham que podem tudo e que nada lhes pode ser negado.
Como poderia ser diferente? A multiplicação dos desejos, no mundo contemporâneo, é contagiosa, exponencial e estruturalmente vital para a multiplicação do consumo. Toda a arte infernal da propaganda comercial contemporânea, por exemplo, é baseada no estímulo desmesurado do desejo. Como fazer, assim sendo, para que a alta criação intelectual, científica ou artística continue sendo mais importante do que a sola vermelha do último sapato desenhado por Christian Louboutin? Ou que o mais recente ensinamento espiritual do dalai lama seja considerado mais valioso e interessante do que o último escândalo na vida de Paris Hilton?
Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/97902/Ser-inteligente-est%C3%A1-fora-de-moda-O-neg%C3%B3cio-%C3%A9-ser-o-cara.htm acesso em 18/11/14 suporte inicial : https://www.facebook.com/fozarandu?pnref=story

pTd: Profª Wilm@
eStOu: ...

domingo, 16 de novembro de 2014

Sexting...saiba mais

Como um sonho ruim


Fotos estampam sorrisos, olhares e caretas. Meninas posam para o próprio celular usando maquiagem, unhas feitas, roupas de festa ou mesmo o uniforme da escola – sozinhas ou acompanhadas dos amigos. Tudo é publicado nos perfis de redes sociais para ser “curtido” – a forma mais rápida e fugaz de aprovação online. Cada “like” em um “selfie” (autorretratos feitos com o celular), gato, comida ou sapato novo é esperado com ansiedade principalmente por crianças e adolescentes que passam cada vez mais tempo postando e checando a própria popularidade nas redes sociais. Uma pesquisa à qual a Pública teve acesso na íntegra em primeira mão, realizada pela ONG Safernet em parceria com a operadora de telecomunicações GVT – que entrevistou quase 3 mil jovens brasileiros de 9 a 23 anos – revela que 62% deles está online todos os dias e 80% tem as redes sociais como seu principal objetivo de navegação. Como acontece no mundo todo, o que prevalece é a autoimagem – não é à toa que “selfie” foi escolhida como a palavra do ano de 2013 do idioma inglês pelo dicionário Oxford. De 2012 para 2013, seu uso aumentou 17.000% e a hashtag #selfie acompanha mais de 58 milhões de fotos na rede social Instagram.
A rotina online de duas garotas que estamparam páginas de portais, jornais e revistas no último mês não era diferente. Giana Fabi, de Veranópolis, interior do Rio Grande do Sul, e Julia Rebeca, de Parnaíba, litoral do Piauí, viviam a maior parte do tempo conectadas. Separadas por mais de 3,8 mil quilômetros, as meninas de 16 e 17 anos, respectivamente, acompanhavam ansiosamente a reação online às autoimagens cuidadosamente construídas que postavam.
“Ela era linda, as fotos dela então…”, é a primeira coisa que lembra Gabriela Souza, amiga próxima de Giana, sobre as muitas curtidas nas fotos do perfil da gaúcha no Facebook. Gabriela, que preferiu dar a entrevista através do bate-papo da rede, lembra que a amiga vivia arrumada, se achava bonita mas se preocupava com o peso, como a maioria das garotas de sua idade. Willian Silvestro, de 17 anos, namorado de Giana na época, também comenta sua beleza: “Ela tinha olhos azuis e gostava de realçar com lápis preto. Era vaidosa e amava maquiagem”. Os dois estavam juntos havia um mês e todas as noites se falavam por cerca de duas horas pelo Skype.


Já Julia Rebeca, diz o primo Daniel Aranha, gostava de pintar as unhas com cores diferentes e mostrá-las nas redes sociais. “Todo dia era uma nova. Tinha fotos no Facebook em que ela mostrava a unha pintadinha, desenhada, decorada que ela mesma fazia”. Além das fotos, Giana e Julia escreviam sobre o dia a dia na escola ou na academia e  postavam músicas e fotos das cantoras preferidas – Miley Cyrus para Julia e Avril Lavigne para Giana.  A piauiense fazia curso técnico de enfermagem e pensava em seguir carreira na área da saúde. Já a gaúcha estava no colegial, mas sonhava em deixar a pequena Veranópolis, de apenas 22,8 mil habitantes, para fazer faculdade em Bento Gonçalves ou Caxias do Sul – cidades médias da região.
A descrição das meninas por amigos e familiares combinam com as fotos: alegres, extrovertidas, falantes, “adolescentes normais”. Mas em novembro deste ano, uma foto em que Giana mostrava os seios e um vídeo em que Julia aparecia fazendo sexo com um rapaz e uma garota foram divulgados através do aplicativo Whatsapp – usado em celulares – e se espalharam pelas rede com a velocidade dos escândalos virtuais. Julia se suicidou no dia 10 de novembro e, quatro dias depois, no dia 14, foi a vez de Giana tirar a própria vida, poucas horas depois de saber que a foto havia sido compartilhada. As duas deixaram mensagens de adeus nas redes sociais e se enforcaram.

Adeus pelo Twitter

“Quem divulgou a foto foi um colega da escola que queria ficar com ela, só que ela não queria ficar com ele”, diz o irmão de Giana, Jonas Fabi, de 29 anos. Ele supõe que o garoto tenha espalhado a foto por vingança. “Eu não tenho certeza, mas ouvi comentários de que possa ter sido um jogo na internet. Tu tá online no Skype com várias pessoas e quem perde tem que mostrar uma parte do corpo. Aí ela perdeu, mostrou e na hora deram um printscreen. Ele guardou essa foto como uma carta na manga para chantagear: ela começou a namorar outro, ele foi lá e fez isso”.
Giana ficou sabendo do que estava acontecendo nas redes por volta do meio dia de 14 de novembro, quando sua prima ligou e avisou, depois de receber a foto em seu celular pelo WhatsApp. “Quando eu soube da foto que estava rolando, liguei pra ver como ela estava. Ela pareceu surpresa, espantada. Dói dizer isso mas acho que ela não sabia de nada antes” lamenta Charline Fabi. “Por volta de uma hora da tarde, começamos a conversar por aqui [Facebook]. Ela dizia que iria fazer uma besteira porque não queria causar vergonha para a família. Eu não acreditava porque ela nunca havia mencionado nada desse tipo. Só mandava ela parar de falar aquilo, que as pessoas iriam esquecer. Mas aí, ela despediu-se de mim dizendo: ‘Eu te amo, obrigada por tudo amor. Adeus”.
Charline lembra que continuou a ligar para a prima e, como ela não atendia, ligou para os pais que entraram em contato com os pais de Giana. Jonas, que morava na casa ao lado, pulou o muro e entrou na residência. Lá encontrou o corpo da irmã, que tinha se enforcado com um cordão de seda. “Na hora a adrenalina me segurou de pé. Quando souberam, o pai desabou, a mãe teve que ir para o hospital, em choque. Depois, quando caiu a ficha pra mim, eu também não aguentei”, lembra, emocionado, falando baixo pelo telefone.
Às 12h56, Giana postou uma mensagem de despedida no Twitter: “Hoje de tarde eu dou um jeito nisso. Não vou ser mais estorvo para ninguém”. Jonas atribui a atitude da irmã ao medo da reação da família. “Ela disse pra prima que não queria que a família sentisse vergonha e sofresse por um erro dela. A nossa família é bem conhecida, e a cidade é pequena, meio bocuda, bastante gente inventa coisas. Às vezes você faz uma coisinha e acabam aumentando. De repente isso até influenciou, pelo fato das pessoas todas se conhecerem, daí acaba espalhando rápido.”

“Outras pessoas podem entender que foram vítimas e não culpadas”

Daniel Aranha, primo da piauiense Julia Rebeca diz que ela também não falou com a família sobre o vídeo. Ele informou que não pode dar detalhes, porque o caso ainda está sendo investigado. O que se sabe é que o corpo de Julia foi encontrado pela família na noite do domingo, dia 10 de novembro, quando voltaram da igreja evangélica que frequentam. Antes de se enforcar com o fio da chapinha, ela também tinha se despedido pelo Twitter, com três posts. “É daqui a pouco que tudo acaba”, “Eu te amo, desculpa eu n [não] ser a filha perfeita, mas eu tentei. Desculpa desculpa eu te amo muito…” e “E tô com medo mas acho que é tchau pra sempre”.  Seis horas depois, Daniel deu a notícia pelo microblog. “Aqui é o primo dela, infelizmente perdemos a Julia Rebeca… Família desolada, por favor não postem besteiras… Momento difícil”.
Os dois casos estão sendo investigados por delegacias de polícia locais. O rapaz que divulgou o vídeo de Giana já foi identificado mas Jonas e a família esperam o resultado da investigação para decidir se vão processá-lo. Já no Piauí, mesmo sem saber quem compartilhou o vídeo, Daniel diz que a família espera que a justiça seja feita. “Queremos saber quem fez esse ato irresponsável e queremos punição. Se for um maior de idade, espero que seja punido nas medidas cabíveis, se for menor, não tem punição maior que sua própria consciência. Para ambos, espero que tenham se arrependido e o meu perdão eles têm.”
Depois dos episódios, as mesmas redes sociais estão sendo usadas para homenagear as garotas. Jonas mudou sua foto do perfil para a imagem da irmã, bonita, com um sorriso no rosto. Willian, namorado da gaúcha, também mantém uma foto abraçado com Giana em seu perfil. Daniel alimenta a página “Julia Rebeca – Saudades Eternas” com fotos, comentários, passagens bíblicas e com as músicas preferidas da prima. “É uma forma das pessoas verem nosso amor, e de todos aqueles que a amam deixarem suas lembranças e mensagens. Outras pessoas que passaram por isso podem entender que foram vítimas e não culpadas por fazer algo na sua intimidade”, explica.


Como um sonho ruim
O caso das adolescentes e outros envolvendo mulheres que também tiveram sua intimidade divulgada na rede ganharam grande repercussão em todas as mídias e trouxeram à tona o conceito do “pornô de revanche” – tradução do inglês “revenge porn” – para se referir à prática, cada vez mais comum, de divulgar fotos e vídeos íntimos sem o consentimento da outra pessoa, geralmente por parte de um homem para se vingar após um rompimento ou traição.  Um machismo que não se restringe àquele que posta a imagem: afinal, por que um vídeo de sexo ou mesmo uma cena de nudez parcial destrói a vida de meninas e mulheres e não dos homens, que não raro aparecem nas imagens?
“Esse tipo de ameaça, ligada à moral sexual e à ideia de que as meninas são mais expostas a uma avaliação sexual, sempre existiu”, como lembra a socióloga Heloísa Buarque de Almeida. “O que acontece agora é que como uma grande parte da sociabilidade é feita de forma virtual, o nível de exposição é muito maior e isso amplia a sensação de humilhação. Tem algo inovador na ferramenta mas também tem algo que é mais do mesmo” define a socióloga.
Se culpar a ferramenta não é a melhor resposta, há algo definitivamente novo na relação entre intimidade e redes sociais que impacta os adolescentes de uma forma que a sociedade começa a descobrir. Além da decepção com a perversidade de quem violou sua intimidade, a superexposição e o ciberbullying têm um peso muito maior para aqueles que estão em processo de construção da personalidade e de amadurecimento da visão de mundo. A vida online se aproxima – e para eles mal se diferencia – da offline, segundo os especialistas entrevistados pela Pública.
Também ouvimos as “fontes primárias” – os adolescentes – em quatro rodas de conversas com meninos e meninas de 15 a 18 anos, de escolas públicas e particulares de três bairros de São Paulo: Vila Madalena, Jardins e Heliópolis. O resultado desses papos, em muitos momentos surpreendente, você pode ler em formato de HQ clicando nas imagens ao longo da matéria, onde os diálogos foram reproduzidos. A frase de uma adolescente, sobre como se sentiria ao ter sua intimidade compartilhada, resume o sentimento que dali emerge: “Deve ser como naqueles sonhos em que você aparece nua de repente na frente da escola inteira. Só que na vida real e para o mundo inteiro”.

Mais frequente do que parece
Nessas conversas, muitos disseram já ter trocado fotos íntimas com amigos, “ficantes” e namorados, todos já haviam recebido conteúdo sexting e conheciam ao menos um caso de alguém em seu ciclo de amizades que teve a intimidade divulgada. A já referida pesquisa realizada pela Safernet com crianças e jovens de 9 a 23 anos confirma essa tendência: as fotos aparecem como o elemento mais compartilhado na rede por 60% dos entrevistados (veja um box com mais números e dados exclusivos no fim da matéria). Do total, 20% admitiram já ter recebido conteúdos de sexting e 6%  já ter enviado fotos de si mesmos – em 2009, apenas 12% relataram ter recebido conteúdo desse tipo segundo a pesquisa. O estudo mostra também que os que postam para difamar o fazem de forma recorrente: dos que compartilharam fotos ou vídeos eróticos de alguém contra sua vontade, 63% já o fizeram cinco vezes ou mais.
Para a psicóloga Juliana Cunha, que coordena o Helpline, canal de atendimento direto a crianças e adolescentes da Safernet que funciona via chat e e-mail, pais e professores têm que enfrentar o fato de que o sexting faz parte da nova cultura adolescente, por mais chocante que isso possa parecer. “Nós adultos não temos um olhar tão próximo dessa geração que cresce imersa nesse ambiente de interação online. A gente percebe no sexting dois pontos de vista muito antagônicos: o do adulto, que vê geralmente como uma superexposição e como uma erotização precoce, e dos adolescentes, que vêm a troca como código de interação entre eles”.
Juliana conta que é comum, ao começar uma amizade ou paquera online, os adolescentes ligarem a webcam para se conhecer, mas a troca de conteúdo erótico costuma acontecer apenas quando eles se sentem confiantes e íntimos. “Para eles, aquilo é parte das experiências sexuais e de intimidade. E não há dialogo entre as gerações. Cada uma está falando uma língua” diz. A comparação que ela usa para abordar o assunto com pais e professores é de que funciona mais o menos como os jogos sexuais das gerações passadas – a diferença é que se antes aquilo ficava guardado na memória, hoje pode se espalhar e  se perpetuar ao cair na rede.
“Os adolescentes sofrem muito quando isso se dissemina, eles ficam marcados, falados, pagam um preço muito alto. As meninas que têm a intimidade exposta são apedrejadas, xingadas, muitas têm que mudar de cidade, deixar a escola. A gente acha que pode desconectar e está tudo bem mas não é assim. E o apoio da familia é determinante sobre como esse adolescente vai superar. Eles relatam muito medo de serem julgados e punidos pelos pais. A escola também precisa intervir e abrir espaços de diálogo porque geralmente ficam espantadas e perdidas. Escutar sem julgar pode ajudar muito”.
No último ano, apenas nos Estados Unidos, 9 adolescentes cometeram suicídio supostamente por terem sofrido ciberbullying em uma rede social chamada Ask.Fm em que  alguém faz uma pergunta de forma anônima e o outro tem que responder, como o jogo da verdade das gerações passadas. Apesar de não ser muito conhecida pelos adultos, o Ask.Fm é a terceira rede social mais utilizada pelos adolescentes no Brasil, atrás apenas do Facebook e do Instagram, segundo Manu Barem, editora do Youpix – site que discute a cultura da internet e como os jovens se relacionam com ela.
Manu conta que já sofreu o drama do ciberbullying na pele: “Ele acaba mesmo com a saúde mental das pessoas. Eu já sofri através do Twitter e, mesmo tendo 28 anos, aquilo me desestabilizou profundamente. Imagina na vida de um adolescente que ainda não saiu de casa e não tem as preocupações e raízes de uma vida independente. Coisas assim têm outra proporção. Fora que é dificil hoje falar em uma separação entre identidade online e offline. Isso não existe mais”, diz.
O doutor em ciências sociais e autor do livro “Comunicação e Identidade: quem você pensa que é?” Luis Mauro Sá Martino (veja entrevista completa com ele aqui), concorda com Manu. Para ele, “não faz mais sentido a oposição entre ‘mundo digital’ e ‘mundo real’, apenas entre mundo digital e mundo concreto, físico”. E explica: “O que a gente chama de realidade é um monte de significados que a gente dá para as coisas. No mundo digital, virtual, eu também estou dando significado para as coisas, só que tem o nome de avatar, foto, perfil, link. Nós estamos dentro da realidade humana, essa realidade se manifesta de muitas formas e uma delas é o ciberespaço. Ele só é diferente do espaço físico por uma questão de tecnologia”, diz Sá Martino.
Juliana acrescenta que o mecanismo de relação nas redes sociais é mesmo pautado pela reputação: “Existe uma competição curiosa, em busca dessa audiência, quem tem mais views, as interações online têm essa lógica. Aí você gerencia o tempo todo isso, a percepção que os outros têm de você. E se você percebe que esse ‘eu’ do adolescente está tão capturado pela reputação online, quando isso de alguma forma se abala, vale a pena viver?”

Suicídio por ciberbullying?

A perseguição social – que sempre se manifestou contra a sexualidade das mulheres – se mostra especialmente aguda, porém, no espaço virtual em que nada se apaga, nada se estanca e nada se restringe. O bullying, comportamento comum na adolescência, pode desestruturar completamente a vítima, como mostram os posts dramáticos das adolescentes brasileiras que se mataram.
Para o psiquiatra e autor do livro “O Suicídio e sua Prevenção”, José Manoel Bertolote, não se pode determinar, porém, o bullying como causa única de um suicídio. Ele explica que 85% dos adolescentes que tiram a própria vida têm um transtorno psiquiátrico na ocasião, o que é chamado de fator predisponente. “Quando a ele se junta um fator precipitante, pode se desencadear o processo suicida”. Aí entraria o fator ciberbullying. “[O psicólogo Bruno] Bettelhein postulou [no livro A Psicanálise dos Contos de Fada] que uma das funções das fábulas e contos de fada era preparar as crianças para a vida adulta através de símbolos. A era eletrônica mudou a forma como as crianças veem o mundo: dos videogames, às redes sociais e aos reality shows vivem num mundo paralelo, ao mesmo tempo voyeurs e exibicionistas, num tempo ilusório, num espaço distorcido e numa realidade artificial”, diz.
O psiquiatra também não descarta a possibilidade de que, no caso das meninas brasileiras, um suicídio tenha influenciado o outro: “Não é impossível. É bem conhecido o ‘efeito Werther’, de imitação de comportamentos suicidas. Em geral, há um determinado pool de pessoas com alto rico de suicídio (pela existência de fatores predisponentes) e, para elas, a informação sobre um caso de suicídio (ou tentativa) pode ser o fator precipitante que faz transbordar o copo d’água. Não é por nada que a OMS recomenda o comportamento adequado da mídia como um das formas eficazes de prevenção dos comportamentos suicidas”.
Em uma palestra sobre o tema, o pós-doutor pela Universidade de Londres e doutor em Saúde Mental pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Neury Botega, também explicou que muitos fatores se combinam no suicídio. “Nunca é apenas um motivo. Há causas genéticas e biológicas, o grau de impulsividade e agressividade, abusos físicos ou sexuais, disponibilidade de meios letais, entre outros.  Há pesquisas que demonstram que até o perfeccionismo está associado ao suicídio, especialmente de adolescentes”, disse.
Recentemente, a equipe do Facebook, se dizendo preocupada com mensagens suicidas postadas na rede, lançou uma ferramenta que identifica conteúdos suspeitos, manda um e-mail e oferece um link para uma conversa privada com um especialista. A ferramenta está disponível apenas para os Estados Unidos e Canadá mas deve ser liberada para outros países em breve.
Fonte:
http://apublica.org/2013/12/jornalismo-em-quadrinhos-adolescentes-internet-selfie/

REDAÇÕES NOTA DEZ!!

9°s Anos do Ensino Fundamental

 do Colégio Estadual Ulysses Guimarães

Gênero: Questão discursiva argumentativa

TEMA:Sexting






Conforme as pesquisas realizadas pelo jornal Folha de São Paulo e pela Uol, o "Sexting", vem tomando conta da rotina dos jovens cada vez mais. Tal pesquisa de outubro desse ano, revela que 20% das pessoas que mandaram fotos íntimas suas para alguém, já sentiram-se prejudicadas ou constrangidas, por terem essas fotos divulgadas na Internet. Já a pesquisa da UOL, confirma que essa troca de fotos e vídesos, não faz necessariamente com que os jovens mantenham relações sexuais mais cedo.
       Para evitar transtornos futuros, nunca compartilhe fotos ou vídeos de sua intimidade, cuidado com os relacionamentos virtuais. Assim garantirá felicidade nos relacionamentos reais futuramente.

Amanda Eva S. Texdorf


O "Sexting", (troca de mensagem com conteúdo erótico) está tornado-se uma prática comum entre jovens que começam a relacionar-se com outros. Os envolvidos que praticam esse fenômeno, fazem isso, ou por sentirem-se pressionados pelo companheiro(a), ou para conquistar o outro indivíduo, entre outros motivos.
       o problema é quando o parceiro(a) quer terminar, e o abandonado(a), posta os conteúdos que recebeu do outro nas Redes Sociais.
       para que isso seja amenizado, os pais deveriam conversar com os filhos sobre os riscos de promover essa troca de intimidade online. As pessoas dever ter consciência sobre seus atos e suas consequências.

Robert Jonas Machado Gomês



A Internet é uma ferramenta utilizada por grande parte da população. Entretanto poucas pessoas sabem dos riscos que ela pode oferecer. Os adolescentes, são os mais prejudicados, pois como "Sexting"(troca de mensagens com conteúdo  sexual pela Internet ou celular), fazendo sucesso, os riscos são maiores, pois, sabemos que tudo que é colocado na Rede, não é fácil de retirar. Para que não seja vítima, é preciso a atenção dos pais.
       Para que os responsáveis, possam ajudar os  filhos, é preciso diálogo, pois, proibir não educa e nem previne, para que os usuários da Rede não sejam vítimas é preciso pensar antes de compartilhar fotos ou vídeos.
       Paulo Cesar Neuland Gottardi

Estudos publicados, traz um recado para pais de adolescentes: o Sexting horje, é algo que faz parte do desenvolvimento sexual dos jovens. Para eles, não se tornarem vítimas, é necessário aconselhar para não publicar fotos ou vídeos de sua intimidade, tomar cuidado com relacionamentos virtuais, qualquer coisa que divulgar, pode ser manipulado, o problema maior é quando o rapaz posta fotos de sua "presa". A prática é mais comum entre adolescentes, que apesar de entender, não têm maturidade, e acabam fazendo e pagando pelas consequências.

    Nathelly Fátima



Se as pessoas pensassem no que elas publicam na Internet, seira ótimo e evitaria humilhações, calúnias, difamações, e seria bem melhor para todos.
       Os relacionamentos virtuais. Existem pessoas boas, mas também tem muitos mal intencionados, que pedem fotos e vídeos íntimos, e depois "jogam" na Rede, sem saber o efeito que irá causar na vida do outro, mas se os pais orientassem seus filhos sobre isso, não proibir, masa dialogar, ajudaria bastante, e evitaria que esse tipo de situação acontecesse.



Kauany Micaeli
 O self do momento é o Sexting, são pessoas tirando fotos nuas e postando pela Internet, para quem tiver interesse amoroso. Mas tem alguns que mandam o que recebem para amigos(as) e esses(as), acabam colocando nas Redes Sociais.
       Há casos que podem dar até polícia, ou atém mandarem investigar quem postou as imagens, e fica o trauma psicológico da vítima que confiou na pessoa que postou.
       As marcas ficarão na que teve a irresponsabilidade de mandar tais documentos e infelizmente em na família que deve fazer sua parte.
Gabriel Lera da Silva


     Atualmente, os jovens vivem em uma era de comunicação de alta velocidade, as informações podem partir de um lugar à outro em segundos, mas infelizmente, muitos, não pensam no rumo que um simples "clique" pode tomar.
       A Internet pode ser usada deliberadamente para qualquer fim, seja ele bom, ou mal, a liberdade de escolha é máxima, porém com adolescentes, na fase das descobertas e aventuras sexuais, no comando de um aparelho como o "smart" ( ou "inteligente" na língua inglesa), a Rede Mundial de Computadores, pode virar um "boomerange", é comum adolescentes cederem fotos nuas ou seminuas a garotos de que gostam, par se sentirem "amadas", sem pensar no que pode ocorrer se suas fotos vazarem.

Leonardo Gabriel Maia Passini
          A nova moda entre os adolescentes é o Sexting, é uma espécie de mensagem de textos sensuais, tem causado muita polêmica. Tais envios caem na Rede Mundial de Computadores, geralemte postada pela pessoa que recebeu, para causar humilhação à pessoa que enviou, isso é chamado Revenge Porn.
       Pesquisa realizada pelo site UOL, mostra que a vida sexual "carne e osso", dos jovens vem começando mais tarde que em 2008, mas, com o Sexting, não significa que não tenham.
       eles também adverte os pais, que devem dialogar com os filhos sobre tais assuntos, evitando e conscientizando do respeito à sua intimidade.

Fernanda Pereira

       Com o avanço da tecnologia, proporcionou também crimes novos como o Sexting, cyberbullying, Reveng Porn, com o intuito de atingir uma pessoa por meio do constrangimento, através de Redes Sociais. 
       Está ficando rotineiro, pessoas tirando fotos íntimas ou fazendo vídeos com seu companheiro, quando a relação acaba, vem por meio de vingança, esses conteúdos íntimos vão parar na Internet. Não podemos permitir que isso ocorra, devemos nos proteger, preservando nossa família de tais visualizações. 
       Ver com quem os filhos conversam, para que eles não sejam as próximas vítimas.
Fabio Sousa

       Com o avanço da tecnologia, muitos adolescentes praticam o "Sexting", troca de mensagens de conteúdo sexual pela internet por meio de celular, podendo causar constrangimento. Deve-se ter em mente que na Internet, tudo é para sempre e pode ser manipulado por alguém para chantagear. Assim, nunca se deve compartilhar fotos, vídeos de intimidades, afinal, pode ter consequências no futuro.
       Para ajudar os filhos, os pais dever ter uma relação próxima, baseada na confiança, proteção, amor e muito diálogo, além de alertar aos filhos, que muitas vezes não possui maturidade, que a divulgação da sua imagem é permanente na Rede.
                                                                   Joana Pacheco Rolim



       O sexo na adolescência é extremamente comum, que todos nós passamos, ou, iremos passar um dia. Porém, com o grande aumento da tecnologia, principalmente em comunicação, através das Redes Sociais e celulares, faz com que os jovens amadureçam sexualmente cada vez mais cedo. O que não é bom, pois pode ser precoce mentalmente, para divulgar seu corpo.
       O maior motivo dessa situação, é o compartilhamento de conteúdos eróticos entre amigos, ou até mesmo desconhecidos, denominado: "Sexting". O grande problema está na exposição dessas imagens íntimas e pessoais ao público, muitas vezes por vingança entre casais, ou rivalidades pessoais, o que pode levar à brigas ou consequências mais graves.
Luciane da Silva









       O "Sexting", mistura de sexo com mensagens de texto, quando duas pessoas trocam fotos sensuais pelo celular. Vem se tornando algo bastante comum entre os jovens.
       O pior é quando o relacionamento acaba, e o rapaz ou a garota, publica fotos e vídeos da intimidade do casal, em redes sociais, desse modo, acaba ocasionando problemas pessoais, familiares e até psicológicos, alguns casos os envolvidos frequentam a mesma escola, há que ser conscientes que essa atitude tem um preço muito alto.


Emanuelle S Tonolo









     

       Os adolescentes que usam constantemente as Redes Sociais, estão cada vez mais apressados na questão do relacionamento amoroso, já começam trocando fotos e vídeos íntimos, o chamado Sexting, ( troca de mensagens do conteúdo sexual pela internet pelo celular).
        Muitos acham que com essas fotos, vão conquistar e seduzir o destinatário, mas muitos usam tais imagens para "sacanear" o remetente, prejudicando a vida do mantante.
       Tomar muito cuidado com esses cliques, é a melhor maneira de não ser exposto(a) para a sociedade em geral por meio da Rede Mundial de Computadores.


Vinícius de Carvalho



       A Internet hoje, é uma "arma" para as crianças e adolescentes, porquê além de terem acesso aos sites de músicas e pesquisas, é também usada para constrangimento e desrespeito.
       Muitos desses jovens, passam a fingir ser amigo de alguém que está envolvido emocionalmente, e tentam conseguirem endereço eletrônico, adicionados em Redes Sociais e o mais usado o número do celular, com objetivo de conseguirem fotos íntimas e saber sobre a vida de quem se interessa. Com tudo isso, pode usar o que consegue para prejudicá-la futuramente.


Jessé Machado

       Com o avanço da tecnologia, falar com que pessoas que não conhecemos pessoalmente se tornou natural, vários usuários, trocam mensagens, fotos ou vídeos com amigos íntimos, pessoas que gostam e até desconhecidos. Geralmente são pessoas com a auto estima baixa, que são abordados por outros usuários que as encorajam a fazerem tais coisas.
       Mesque que quase, metade das pessoas se sentem inseguras, mandam conteúdos eróticos de si. Não se preocupando com o destino e aonde irão parar.
Fernanda Akan Ojumoto


       As tecnologias virtuais de hoje, fazem a mais rápida comunicação entre as pessoas, ver novidades, notícias da mídia ou a comunicação entre amigos, de pessoas que você conhece on line, isso é um risco!
       Estudo feito na revista "Pediatrics", diz que o Sexting", hoje já faz parte da vida sexual dos jovens. Tem que ter seus cuidados, a pessoa pode estar passando fot
os que receberam para colocar em alguma Rede social e acabar completamente com o seu futuro.

Amanda Senne

       Se as pessoas pensassem no que elas publicam na Internet, seira ótimo e evitaria humilhações, calúnias, difamações, e seria bem melhor para todos.
       Os relacionamentos virtuais. Existem pessoas boas, mas também tem muitos mal intencionados, que pedem fotos e vídeos íntimos, e depois "jogam" na Rede, sem saber o efeito que irá causar na vida do outro, mas se os pais orientassem seus filhos sobre isso, não proibir, masa dialogar, ajudaria bastante, e evitaria que esse tipo de situação acontecesse.

Kauany Micaeli
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PtD: Professora Wilma Nunes Rangel
EsToU: Amando vocês...seus lindos..e o nosso trabalho juntos!!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Literatura para espairecer_SER

escritor Ziraldo e Maurício de Souza








































Feira do Conhecimento



Felipe e o Teorema de Tales...Ajeita as informações...Cola daqui, ajeita dali.. e...
Observa...ajuda...desentorta...
E.....!!!! TALES E SEU TEOREMA...APRESENTADO POR: Joãoooo
Então...o Fosfato de Ferro está presente nos aniversários dos pimpolhos..????Hum...tendi!!! E essas fotos??? -Há essas fotos...!!! - São dos antigos alunos da escola..
(tudo haver com fosfato de ferro????- Melhor não perguntar...) kkkkk Fernanda 9º C


Empenho...Dedicação...Produção...Exposição...E paz e amor!!!!Kkkk Luciano e Marcus Paulo...9º C - orientação e pesquisa: Professora Sandra



Bem...esse esqueleto...é: NÃO PODIA FALTAR...

Mão no bolso...e o Carbonato de Cálcio na ponta da língua....kkkkk
 Então!!! O globo Terrestre...Os oceanos e o barquinho do Marcos...9ºA
Bem... profi....E.S.Q.U.E.C.I. TUDINHO...??!!!A sRª viu que eu tava apresentando...Fiquei nervoso...desculpa..Vem cá...Lembrei! Gabriel...9º C

Bem...isso aqui é uma lata...
Aqui é uma moeda...em torno do 1,00 tem cobre...
essa bandeja é de aço...
então...tem mais moeda de cobre com aço...para eu pôr na nossa bandeja????Luan, 9º C

EsToU; Sexta feira...na FEIRA DO CONHECIMENTO
pTd: pROFI wiLM@