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domingo, 22 de maio de 2016

Trabalho do 2º Bimestre Escrita e mobilidade fazem o nosso Castelo


Produzir um Miniconto a partir da leitura 

da Obra As Batalhas do Castelo de Domingos Pellegrini

Primeiramente, saberemos o que é miniconto.


O miniconto
Miniconto é um tipo de conto muito pequeno, digamos que com no máximo uma página, ou um parágrafo. Alguns dizem que ele é o primo mais novo do poema em prosa, outros apontam as fábulas chinesas como origem, de certo é que desde meados do século XX o conto tem experimentado – com sucesso – formas extremamente breves a partir de textos de gente como Cortázar, Borges, Kafka, Arreola, Monterroso e Trevisan.

Nos últimos anos este tipo de ficção ganhou muito espaço na literatura de diversos países. Nos Estados Unidos, antologias sucessivas foram lançadas com textos cada vez menores culminando na chamada microfiction, cuja antologia inaugural reúne textos de até 300 palavras. A literatura latino-americana, responsável pela difusão inicial do gênero, tem não apenas apresentado antologias como também estudos acadêmicos acerca do que eles chamam de “microrelato”. É de um hispano-americano, o guatemalteco Augusto Monterroso, o micro mais famoso:




Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá.No Brasil, há uma grande quantidade de autores publicando livros com ou exclusivamente de minicontos. Alguns valores importantes para o miniconto sãoconcisãonarratividadeefeitoabertura e exatidão.
Concisão


A velha insônia tossiu três da manhã. 
Dalton Trevisan (Ah, É?, 1994)
Ser breve e ser conciso são coisas diferentes. O miniconto precisa ser conciso, mais do que breve. Nesse sentido não deveríamos falar de um limite de número de letras, palavras ou páginas para o miniconto, e sim num limite conceitual. A história que ele conta precisa caber exatamente naquele pequeno tamanho, não mais, não menos. Não pode-se atrofiar uma narrativa, tampouco espichá-la. Por isso nem todos os temas e enfoques podem ser transformados em miniconto. Na verdade, raros o podem. Uma tosse às três da manhã pode ser a superfície de um miniconto; a insônia, não.

Narratividade


Caiu da escada e foi para o andar de cima. 
Adrienne Myrtes (Os cem menores..., 2004)
Se a brevidade originada pela concisão diferencia o mini do conto tradicional, é a narratividade que primeiro diferencia o miniconto do haicai ou do poema em prosa (que não necessariamente são narrativos, ainda que possam sê-lo). Ser narrativo significa, por óbvio, narrar algo, contar a passagem de uma personagem de um estado a outro, implicitamente (como no mini do Trevisan) ou explicitamente (como neste exemplo da Adrienne). Sem essa narratividade, corre-se sempre o risco de fazer uma simples descrição de cena em vez de um miniconto.

Efeito

"TV NO QUARTO" | E os pais na sala, assistindo a um documentário sobre os dramas da adolescência.
Leonardo Brasiliense (Adeus conto de fadas, 2006)
O grande mestre do conto moderno, Edgar Allan Poe, talvez tenha sido quem primeiro colocou o efeito pretendido no topo dos objetivos do escritor. Ainda hoje é considerado um bom conto aquele que consegue provocar algo no leitor, seja medo, compaixão ou reflexão. Quando temos uma simples descrição, não chega a ocorrer no leitor este efeito, por menor que seja, enquanto em uma narrativa como a do Leonardo Brasiliense o leitor não tem como não pensar na sua adolescência ou na sua atitude com os próprios filhos.

Abertura

Uma vida inteira pela frente. O tiro veio por trás. 
Cíntia Moscovich (Os cem menores..., 2004)
Como pode um texto tão pequeno provocar efeito em quem lê? A resposta está no próprio agente da questão: o leitor. À Cíntia coube contar a história de uma pessoa que morreu assassinada numa representação contundente da banalização da vida. Mas se a vítima é um homem, uma mulher, gorda, magra, nova, velha, se mora na cidade, no campo, noutro país, se era bandido ou mocinho, amante ou amado, casto ou tarado, nada disso está dito, cabe ao leitor preencher as lacunas a partir de seus conceitos e experiências. Muito possivelmente um leitor urbano como nós verá aí uma ironia com a insegurança que ceifa a vida de tantos jovens. Mas talvez um trabalhador suburbano veja a covardia de quem mata pelas costas, e não o futuro perdido por quem morre. Essa abertura é uma das riquezas do conto potencializada no miniconto.

Exatidão

"AVENTURA" | Nasceu.
Luís Dill (Contos de Bolso, 2005)
Tudo bem que a abertura do texto para o leitor seja aspecto fundamental do miniconto, mas é importante que o autor seja suficientemente claro para criar o efeito desejado no leitor, e não seu oposto, sob o risco de não ser compreendido. Para tanto a escolha de cada palavra em cada posição é fundamental, quase como em um poema, pois disso depende o sucesso ou não da narrativa. Se Cíntia Moscovich escrevesse “Teria sido um ótimo escritor, mas o tiro veio por trás” o texto perderia seu recurso estético causado pela oposição frente/trás, vida/morte, comprometendo até o efeito semântico. Mesma coisa, e mais ainda, no texto “Aventura”, do Dill. Não sei se existem outras duas palavras que se casem tão bem para formar uma narrativa instigante, aberta e ao mesmo tempo repleta de significados como esta. São apenas duas palavras, quinze caracteres tão bem dispostos que é difícil não sentirmos seu efeito. E percebermos ali o cerne do conto e da literatura.

 Marcelo Spalding | lançado em jan/2013

Produção de vídeo com aplicativos sugeridos nas aulas, assista os vídeos! Siga a Metodologia da sua Turma e bom trabalho!
projeto experimental de literatura digital | edição e concepção de

Bjs! Wilm@





 

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O QUE ESTAMOS LENDO?

A VIDA PODE SER A BUSCA PELO CASTELO...
EM QUALQUER CANTO QUE ESTIVERMOS

        As nossas melhores aulas, com certeza são as do PROJETO DE LEITURA, a união dos grupos em Debates, tão tradicional, como a porta do Grupo I, e as frágeis janelas da sala, do Grupo II, o que diferencia o duelo entre cada leitor, que se debate na narrativa surpresa, é o tom da voz, a pronúncia de cada fato e o entonar de cada personagem.
       Pela primeira vez, estamos lendo o livro do projeto, a obra deixou uma lista difícil de decidir, por mim, consumidora de livros, como quem se alimenta de linhas, em noites calmas e mente inquieta, optei por ele. Domingos Pellegrini e a obra indicada em 1987, como o escritor da melhor obra Infanto Juvenil e seu nobre enredo, por isso indico:

AS BATALHAS DO CASTELO. 
Ótima Leitura!
Professora Wilm@



Imagine-se voltar a Idade Média e conhecer um bobo da corte que herda o título de Duque e um castelo. Logo de cara nota-se a grande trapalhada que Domingos Pellegrini cria em seu livro “As Batalhas do Castelo”. Porém, na trama não encontramos peripécias e nem malabarismos de um bobo da corte. (...)




As Batalhas do Castelo


Imagine-se voltar a Idade Média e conhecer um bobo da corte que herda o título de Duque e um castelo. Logo de cara nota-se a grande trapalhada que Domingos Pellegrini cria em seu livro “As Batalhas do Castelo”. Porém, na trama não encontramos peripécias e nem malabarismos de um bobo da corte.


Em formato de fábula, o escritor cria uma história envolvente em um cenário medieval muito detalhista e real. Faz também uma série de imagens simbólicas transmitindo valores importantes para vida em sociedade como a coragem, a solidariedade, a luta contra o preconceito, entre outros. Essa história traz herois marginais, pessoas comuns como velhos, órfãos, condenados, doentes; todos liderados por um bobo, intitulado “Duque” por um rei caduco.
A trama dá inicio quando Bobuque, como passa a ser chamado o ex bobo da corte, é designado a um castelo abandonado (o Castelo do Canto), onde vai conduzir o seu ducado com sua comitiva formada por doentes, aleijados, ex prisioneiros, velhos e crianças órfãs. Neste castelo eles enfrentam lutas contra o medo, o frio, a fome e o ódio. Tudo parecia estar fadado a conduzir o ducado de Bobuque ao fracasso. Ao invés, Bobuque mostra-se ser um grande líder e de sábia filosofia de vida. Aos poucos a convivência vai aproximando os personagens que passam a se conhecer melhor e surge a necessidade diante as adversidades de que juntos formem uma comunidade unida para serem vitoriosos, somando as qualidades de cada um para compensar suas franquezas.
No decorrer da leitura, fica claro dentro de nós a espera do momento em que os personagens aprendam a maneira certa de lutar contra as adversidades. Quando se é pequeno uma lição de bons valores é agregada, lição esta que nos acompanhara por toda a vida até depois de crescidos. Basicamente essa é a receita do livro, declarado o "Melhor Livro Juvenil" (1987) pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, nos mostrar que a vida no castelo medieval, ou nos dias de hoje, são repletas de batalhas que devemos lutar todos os dias.
"Cada dia é uma batalha, mas o sol ainda é grátis para todos!”
Crítica do blog DoseEndorfina acesso em 20/05/15

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Criação de BLOG

A História dos blogs – Autor: Caio Novaes – Ano:2007/2008
Em meados de 1997, Jorn Barger, que foi autor de um dos primeiros FAQ – Frequently Asked Questions da história da internet, foi pioneiro em desenvolver um sistema onde uma pessoa poderia relatar tudo o que achasse realmente interessante na internet, e para nomear esse sistema foi utilizado o termo “weblog”.
O primeiro weblog da história ainda mantém sua forma original, podendo ser vista no site de seu criador, cujo endereço é http://robotwisdom.com, mesmo com o layout sendo considerado precário até mesmo para época, o weblog rapidamente se tornou uma sensação.
Muitas pessoas pronunciavam o “weblog” da forma que elas achavam mais conveniente, até que Peter Merholz pronunciou a palavra como se estivesse dividindo ela em duas partes, “wee-blog”, que futuramente foi encurtada, até se tornar simplesmente “Blog”.
A moda dos Blogs começou mesmo no ano de 1999, quando muitos blogueiros começaram a construir blogs para tratar sobre diversos assuntos, alguns para fazer um “diário virtual”, outros para fazer humor, política, e assim por diante, mesmo com conhecimentos intermediários em linguagens de programação e design, os blogueiros se sentiam importantes com seus blogs, eles o tratavam como jóias raras e mostravam para todo mundo como se os assuntos apresentados ali fossem algo do interesse de todos.
Nesta época, os posts, nome dado às informações adicionadas periodicamente ao blog, eram apenas links, ou seja, eram apenas pontes para um outro site, e quando um blog usava um link de outro blog, ele apontava o pioneiro como sendo o “dono do link”, com isso os blogs passaram a se autodivulgar, pois as pessoas queriam conhecer quem foi o blog que achou determinado link que estava linkado em outro blog e assim foi até que começou a surgir uma certa concorrência, os blogs mais interessantes começaram a ter muitos acessos, e acabou-se criando uma disputa, foi quando os blogueiros começaram a fazer links cada vez mais interessantes, eles não colocavam mais qualquer coisa em seus blogs, eles pesquisavam assuntos do interesse de um maior número de pessoas, e escreviam de maneira correta, eliminando palavras abreviadas usadas em chat como “vc” e escrevendo “você” por exemplo, fazendo de tudo para tentar induzir um leitor de sites a se tornar um leitor diário ou semanal do seu próprio blog.
No final do ano de 1999, tudo ficou mais fácil para pessoas que não sabiam nem o básico de linguagem de programação, ou seja, não eram expert no assunto, porém gostariam de ter um blog. Os Blogs se tornaram uma preciosa fonte de renda para empresas, que começaram a investir em sua automatização, ou seja, a partir de um template pronto e um backoffice uma pessoa leiga no assunto poderia muito bem desenvolver um blog, este backoffice seria como uma ferramenta de texto comum que ao digitar algo o sistema transformaria tudo em código Html automaticamente.
Uma das pioneiras a desenvolver um sistema para automatizar a publicação de blogs foi a empresa Blogger, uma empresa que soube como facilitar a publicação de artigos com uma interface muito simples que qualquer leigo poderia muito bem aprender e desvendar em 20 ou 30 minutos todas as suas ferramentas, sendo assim, muitas pessoas com idade acima de 12 anos já conseguiam facilmente criar o seu próprio blog, e como o custo de criação, edição e atualização era zero, o sistema de blogs se popularizou rapidamente.
Com estes sistemas totalmente gratuitos oferecidos por diversas empresas, às pessoas começaram a fazer do blog, um diário virtual, onde deixaram de colocar apenas links de sites e/ou outros blogs interessantes para escrever apenas sobre sua vida, como se fosse sua agenda pessoal que agora ficara disponível na internet, isso irritou e muito a comunidade dos antigos blogueiros, pois eles condenavam essa prática de transformar os blogs em simples “diários virtuais”, para os blogueiros mais antigos, o que caracterizava os blogs eram os links, pois era uma maneira de um blog interagir com outro sobre assuntos que talvez fosse interessante para um maior número de pessoas.
Logo no começo do ano 2000, a empresa blogger decidiu fazer de cada post uma página da web, ou seja, cada post do seu blog teria uma página só, definida por um endereço do tipo www.seublog.com.br/ano_mes_dia.html, essa inovação foi denominada “permalink” e foi muito útil para que outros interessantes sistemas fossem criados, como por exemplo o sistema de comentários, que utiliza o permalink do post para diferenciar um post do outro.
Com essa nova ferramenta de interação, ou seja, com o sistema de comentários, os blogueiros se tornaram mais escritores do que simplesmente blogueiros. Seus textos deixaram de ser apenas um texto jogado na internet para ser algo comentado por pessoas muitas vezes criticas e diretas que denunciavam até mesmo um simples erro de português, como se o seu blog tivesse a obrigação de passar uma informação seguindo os padrões de um livro, por exemplo, com direito a revisões e tudo antes de publicar um post.
No ano de 2004, surgiu uma novidade no mundo dos blogs, o feed, que nada mais é que uma ferramenta que lhe dá a oportunidade de “assinar” um blog, utilizando o endereço feed de qualquer blog é possível visualizá-lo utilizando um programa ou um leitor de feed qualquer, e tem mais, você pode repetir o processo com quantos blogs quiser, basta você ir adicionando os blogs para acompanhar as atualizações deles no mesmo lugar sem ter que visitar todos os endereços.
Os blogs rapidamente se tornaram um dos sistemas mais utilizados da internet, para se ter uma idéia, em 1999 o número de blogs não passava de 50, já no ano de 2001 eram contabilizados milhares de blogs e em 2003 eles atingiram a assombrosa média de 3 milhões de blogs, neste mesmo ano os blogs se tornaram uma febre no Brasil, e graças a esse crescimento muitas empresas decidiram traduzir seus sistemas de blogs para a língua portuguesa, oferecendo todas as ferramentas de seus sistemas originais porém adaptados para uma versão em português e de acordo com estudos, hoje são mais de 50 milhões de blogs espalhados pela rede.
Atualmente muitas empresas utilizam blogs para divulgar produtos através de um marketing viral ou simplesmente anunciando o produto via banner ou publieditoriais e outras fazem uma varredura nos blogs para saber as vontades e preferências de seus futuros consumidores para que assim possam desenvolver produtos cada vez mais ajustados ao perfil do seu consumidor.
A História dos blogs – Autor: Caio Novaes – Ano:2007/2008
Este é o primeiro capítulo de meu livro que pretendo lançar em breve

Em 1997, Jorn Barger concebeu o termo “weblog”, definindo-o como uma página da Web, onde qualquer pessoa pode colocar uma mensagem expondo todas as outras páginas interessantes que encontra.
O termo foi alterado por Peter Merholz, que decidiu pronunciar “wee-blog”, que tornou inevitável o encurtamento para o termo definitivo “blog”.
Rebbecca Blood foi uma das pioneiras no uso dos blogs, referindo em 1999 que estes eram distintos tanto ao nível da forma como ao nível do conteúdo das publicações periódicas que os precederam.
A blogosfera, termo que representa o mundo dos blogs, progrediu a um ritmo extraordinário. Em 1999 era poucos os que utilizavam esta ferramenta. Hoje em dia, existem cerca de 70 milhões de blogs. Com a criação do blogger em 1999 começaram a aparecer inúmeros blogues actualizados várias vezes ao dia, com reflexões do seu autor sobre muitos temas: local de trabalho, ou a escola, ou outros interesses, como desporto, música, animais etc.
Em relação à implantação dos blogues na escola, as primeiras redes de professores a utilizarem esta tecnologia surgiram na blogosfera anglo-saxónica com o portal britânico Schoolblogs.com (desde 2001) e o grupoEducation Bloggers Network, com sede nos EUA.
Hoje em dia os blogues já fazem parte do quotidiano de milhões de pessoas com um destaque importante no ensino e aprendizagem das crianças e dos jovens, facilitando entre outras situações, o ensino à distância.

domingo, 8 de maio de 2016

Dia das Mães entre mães amigas!





Manhã maravilhosa, com direito a café da manhã e aula com essa "turminha" de amigos do Guga, que nesse tempo de Ensino Médio, se tornaram meus amigos, entre caronas, leva, traz de festas, acompanhar trabalhos de grupos, compra de presentinhos...o aproximar de mães, pais e a construção de novas amizades em reuniões, admirar os mestres em conversas sérias, defesas e até promover e organizar A FESTA...de formatura...Hoje a felicidade é isso, fazer parte dessa rotina, cheia de alegrias, hormônios e a certeza de que ser mãe é ter no caminho, todos os que acompanham a vida dos nossos filhos e no olhar saber o quanto nos fazem felizes! Obrigada professora Fernanda Rubio IFPR, pela excelente homenage.!

terça-feira, 3 de maio de 2016

O celular vai à escola

Vídios sobre o uso dos Dispositivos Móveis na escola

Como intermediar atividades pedagógicas, próximas ao recreio



O mundo para eles no recreio - é o celular!!


O ponto...é o da Wifi!


Para professora, três pontos são necessários
 para o uso do celular nas salas de aulas

Celular está tirando a naturalidade










Serve também para homenagear amigas fofas e amadas




O celular na produção de Seminário e conhecimento



A mobilidade vai à escola e faz as aulas!!


Postagem: Profª Wilm@ Nunes Rangel

Vídeos e direitos autorais 
Trabalhos e produções Canal Wilma Nunes Rangel

Impeachment de Beto Richa, deveria ser pedido pelo DESCASO E RANCOR com a carreira do PROFESSOR no Paraná

Beto Richa, atrasa carreira do

Quadro Próprio do Paraná, 

categoria deveria pedir impedimento de governar, tamanha falta de respeito com a educação pública de um dos estados mais ricos do país

O massacre de 29 de abril e o golpe institucional

Gente vão vendo...Depois de ontem...PSDB e sua selvageria, em cima de alunos, com uma tropa de mais de 1000 PMs Choque!! E o nosso sindicato querendo se unir por causa da paralisação de 1 dia?? De LUTO!!
APP SINDICATO ACORDA: E os avanços atrasados? E esse plano de saúde, SAS, uma vergonha, tem que se esperar o mês virar, para se marcar um exame, pois os profissionais da saúde precisam esperar para saber se o Richa vai pagar?
Salário corroídos pela inflação e perdas ao longo dos anos, se avança no papel, no site dia a dia educação, até no holerite, mas nada no pagamento!! Perdas ao longo dos anos, nada de capacitação para futuros Avanços, se for para ter número de horas de capacitações, que se envolva fins de semanas em Cursos a longa distância, por que da SEED, isso é manjar de Deuses do passado...Sem falar na previdência roubada...
Ficar vivendo do 29 de abril, não temos índoles de mártires, Esta pauta aprovada pelo Conselho é muito fraca, cadê ação de fato, denúncias? Onde estão os advogados do sindicato? Onde foram parar os processos de desvios de verbas das construções da SUDE? Aliás a antiga Fundepar, já não é mais uma Superintendência mas sim duas!
E ficamos discutindo e querendo saber se irão descontar 10 ou 15 aulas... É preciso exigir JUSTIÇA, denúncias, mobilizações, emailzaços. Petições, onde foram todos os Abaixo Assinados que rodou as passeatas? Os apoios sociais? Tudo engavetado?
Somos centenas, milhares de servidores, estamos no aguardo novamente do AVANÇO de outubro de 2015, já com 6 meses de atrasos! Limitações das Licenças a Prêmios que ele não aprovou em 2015, Mas, se você atrasa o IPVA ou qualquer outro imposto, juros, multas, diminuição de prazos, juros, multas...se atrasa 07 dias, lá se vão 30,00 ou mais reais...
Estamos sempre no retroativo, correções atrasadas com os juros! Que seja elaborado um PROJETO em que o servidor(a) receba além de RETROATIVO A DEVIDA CORREÇÃO COMO É FEITA COM OS TRIBUTOS em casos de atraso. ISSO SERIA JUSTO E PROPORIA UM TRATAMENTO IGUALITÁRIO, acabando com essa RICHAÇÃO INFERNAL, que virou o pagamento do nosso trabalho, dos direitos dos servidores, suas conquistas, sua saúde, aposentadoria, seus merecidos AVANÇOS DE CARREIRA, o qual se dedicou para ter, (progressão e promoção). Que isso tenha fim, precisamos de paz para trabalhar os 3 anos que esse governo terá de p.o.d.e.r!
É hora de bater o sinal, é preciso começar de verdade essa aula de valorização, chega de entrarmos na fila do RETROATIVO, do mimi mimi mimi e mimimi, e o que é nosso de direito fica por isso mesmo, nos pacotes de maldades de Carlos Alberto e sua corja!
Wilma Nunes Rangel


O massacre de 29 de abril e o golpe institucional no Brasil

03 MAIO 2016 - 13:14 


Quais as ligações entre a violência do governador Beto Richa (PSDB) contra professores e servidores públicos do Paraná, materializada no massacre de 29 de abril de 2015; e o golpe contra a democracia em forma de impeachment que está em curso no País? Qual é a relação entre esses dois atos, além de serem duros golpes na classe trabalhadora?Leia no artigo de Marcio Kieller, secretario geral da Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT/PR), especial para o Blog do Esmael.  
O massacre de 29 de abril e o golpe institucional no Brasil
Márcio Kieller*
O Brasil vive momentos tensos da conjuntura política. E junto a isso completa um ano do massacre dos professores, funcionários de escolas, servidores públicos, sindicalistas, trabalhadoras, trabalhadores, jovens e estudantes, ocorrido na Praça nossa Senhora de Salete no dia 29 de abril.
Qual é a relação entre esses dois atos, além de serem duros golpes na classe trabalhadora? Simples. Um acaba sendo a necessária consequência do outro, pois quando se começa a usurpar o direito fundamental do povo consolidado nas urnas, a linha que descamba para violência, como forma de legitimar a retirada de direitos é muito tênue.
Por exemplo: o que ocasionou o massacre de 29 de abril de 2015 na Praça de Nossa Senhora de Salete foi à resistência dos servidores públicos do estado do Paraná em não abrir mão dos seus direitos, do seu fundo de previdência privada, e por outro lado a intransigência do governo em mexer nesse mesmo fundo de pensão dos servidores do estado.
A resistência à retirada de fundos da previdência das professoras, professores, servidoras, servidores, resultou num massacre sem precedentes na história política do Paraná. Autorizado pelo Governo Beto “Dias” Richa do PSDB e sua secretaria de segurança na época ocupada pelo deputado federal golpista Fernando Franschini. Mesmo o histórico dia 30 de agosto de 1988, onde os professores foram alvos de bombas de efeito moral e pisoteados pela cavalaria da polícia militar do então governador Álvaro Dias, hoje no PV, que aconteceu também na mesma Praça Nossa Senhora do Salete e, que é celebrado todos os anos no dia 30 de agosto como dia estadual de luta da categoria pela Associação dos Professores do Paraná-APP/Sindicato e por todas as professoras, professores, funcionárias e funcionários de escola e também por todo o movimento social organizado.
Desde aquele dia 30 de agosto, não se viam tamanhos horrores, descaso e violência físico, psicológica e moral como a acontecida no dia 29 de abril de 2015, onde o Brasil e o mundo assistiu um evento de horror que empobreceu a democracia no Paraná e no Brasil, uma verdadeira praça de guerra que nos deixou estarrecidos com o grau de violência usados pela tropa de choque polícia da polícia militar, em que por mais de duas horas as trabalhadoras, trabalhadores, jovens e estudantes ficaram sob o alvo de balas de borracha, cães raivosos das bombas de efeito moral que estilhaçavam em pernas e braços, aliados helicópteros jogando bombas do alto numa ação policial antes nunca vista. Somada a policiais distribuindo bordoadas de cassetes e atirando gás pimenta e gás lacrimogêneo na cara dos manifestantes, como descrevemos acima um grande show de horrores e violência que levou aos movimentos sociais a transformarem esse dia em dia de luta dos servidores. E também a rebatizarem simbolicamente a Praça Nossa Senhora de Salete, no centro cívico, mudando seu nome para Praça 29 de abril. Para que a violência desse dia fique imortalizada na memória das pessoas, dos pais de alunos, dos alunos, professores e de todos aqueles que sofreram a violência do aparelho de estado do Governo Beto Richa, do PSDB. Também para que nunca mais se repita a brutal essa desnecessária violência que vitimou mais de 200 pessoas que ficaram feridas e algumas com sequelas graves até os dias de hoje. A sede central da prefeitura municipal de Curitiba serviu de hospital de campanha para poder atender a todos os feridos, que dependendo da gravidade dos ferimentos eram transferidos por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o SAMU, para hospitais da região. A ação do Governo Beto “ Dias” Richa que foi condenada nacional e mundialmente, por governos, lideres mundiais e religiosos das mais diversas matrizes religiosas, pelas cortes internacionais, enfim condenada por todas aquelas e aqueles que defendem a democracia e o dialogo como forma de avançar nas discussões sociais.
E o prenúncio do Massacre do dia 29 de abril que já não nos era favorável, pois demonstrava com o resultado das eleições do ano anterior seria somente o começo, pelo perfil socioeconômico do congresso que tínhamos elegido, como sendo o congresso mais conservador e reacionário eleito desde o congresso de 1964. E já nos primeiros meses do ano sentimos na pele a truculência com que seriam tratadas as trabalhadoras e trabalhadores na resistência à retirada dos seus direitos pela câmara federal.
Assim que foi eleito o deputado federal Eduardo Cunha foi eleito também para presidir a câmara federal, e a partir daí começou uma ofensiva extremamente agressiva a aqueles que se colocavam contra as suas posturas reacionárias e conservadoras, que ao invés de legislar para a maioria dos seus representantes, o povo, passou a legislar para grupos de interesse privado, colocando na ordem do dia as conhecidas popularmente pautas bombas: PLS 131, PL 4330, PLS555, PL 257 dentre outras. E combatendo nossa resistência com violência física, como foi no episódio das tentativas de votação do projeto de lei 4330 que versava sobre a possibilidade de terceirizações indiscriminadas com o fim da proibição da terceirização para atividades fim, para tentar barrar nossa entrada na casa do povo, a câmara federal ele mobilizou toda a polícia legislativa e também a polícia do Governo do Distrito Federal e isso causou confronto físico com diversos feridos. E em outros momentos importantes como a votação do processo de impedimento da presidente da republica, onde o congresso se isolou da população com gigantescos cordões de isolamento, que envolviam milhares de policiais militares do Governo do Distrito Federal. E se utilizam dos meios mais vis para desinformar a população e coloca-la a serviço de um golpe tramado na calada da noite, porque sabem que se não derem um jeito de legitimar o golpe e evitar que tenhamos condições objetivas de participar das próximas eleições, sabem que dificilmente conseguiram ganhar nas urnas novamente, então procuram encurtar o caminho pelo autoritarismo, pela intolerância política que tenta dividir nosso país.
Esses dois momentos políticos são de enormes ensinamentos para nós, que acreditamos na democracia e no dialogo para construir uma sociedade melhor, mas que não aceitamos e não aceitaremos nada colocado de forma arbitrária como foi à questão da previdência das trabalhadoras e dos trabalhadores no conflito de 29 de abril no Paraná e também não aceitamos e não aceitaremos passíveis que usurpem do nosso sagrado direito de decidir no voto, o que queremos para nosso país. Se perdermos na democracia é uma perda que não gostamos, mas como participamos do jogo democrático aceitamos! Mas quando tentam tirar nossas conquistas, nossos direitos, nos dando golpes, nos enganando, não respeitando nossas escolhas feitas na urna em detrimentos dos interesses de alguns poucos e de alguns grupos políticos e econômicos isso não aceitaremos de forma alguma.
E acredito que temos dado nas ruas a respostas que governos violentos merecem, temos dado nas ruas a resposta que golpistas e usurpadores do poder do povo merecem. Tanto é assim que temos avançado no convencimento das pessoas que o que esta em curso em nosso país é um golpe institucional de patrocinado pelos grandes empresários do país através da FIESP e de um grupo político que não teve a altivez de ganhar as eleições nas urnas e agora quer ganha-la no golpe, com a imposição de um processo de impedimento que não tem o menor fundamento político técnico ou jurídico.
E em um país supostamente divido por obra dos poucos oligopólios de empresários, de donos de comunicação, banqueiros e latifundiários que detém o poder, mas não totalmente o governo, vem fazendo o povo vitima de um golpe de estado institucional por uma parcela da classe política, conduzida por esses oligopólios e ligado a partidos que foram derrotados nas últimas eleições, que tentam entrar no governo com o mandato da presidenta Dilma Rousseff eleita pelo povo ainda em andamento. E isso não tem outro nome senão como é chamado: Golpe! Golpe institucional, que se utiliza da inoperância e da dormência de outros poderes, em se posicionar pela sua condenação. Por o instrumento do impeachment esta na constituição, mas utlizá-lo sem crime é golpe! Aliás, em função de interesses de classe acabam legitimando essa ruptura institucional que se aponta no cenário.
Como conseguiremos resistir aos desmandos e a violência desses processos de golpe institucional e a violência ocorrida no dia 29 de abril?
Somente com organização, luta e militância. Ocupando as ruas para denunciar que assim como fomos vitimas da imposição da vontade de um governo autoritário, tirânico e violento do Governador Beto Richa aqui no Paraná, no episodio da previdência dos servidores públicos e professores há ano. Somos também vitimas do processo de golpe institucional por parte dos derrotados eleitoralmente. E sabemos que os próximos capítulos dessa história, se ela for concretizada é de chicote no lombo das trabalhadoras e trabalhadores, com o aprofundamento da retirada dos nossos direitos e de nossas conquistas, com achatamento dos nossos salários, com a criação de reserva de mão de obra para servir de forma de assédio moral para pressionarmos a produzir mais, ganhando menos, sob a ameaça que tem muitos que trabalhariam pela metade do pouco que ganhamos.
E por isso não nos resta outra opção, senão gritar para toda sociedade alto em bom tom que a violência e a intransigência que aconteceu aqui no Paraná no dia 29 de abril, podem tornar se corriqueira e cotidiana no Brasil com o golpe Institucional que arquitetam Michel Temer, Eduardo Cunha e os seus. Podendo nos fazer voltar a um período semelhante da ditadura civil e militar no Brasil, onde as trabalhadoras e trabalhadores não terão mais direitos trabalhistas, não terão mais vez e nem mais voz!
*Marcio Kieller é Secretario Geral da CUT/PR e mestre em sociologia política pela UFPR.
do Blog do Esmael
.

sábado, 30 de abril de 2016

Por que o professor merece apanhar da polícia

Na capital chamada atualmente de Republica da Justiça?

*foto: Daniel Castelano Agência Gazeta do Povo

Na República de Curitiba, alguns sórdidos desejos da nação já se realizam. Há exatamente um ano, o governador do Paraná, Beto Richa e seus aduladores, colocaram a polícia contra professores e professoras, repetindo com a mesma repugnância, o que seu colega Álvaro Dias tinha feito em 1988. Embora as cenas tenham percorrido o mundo, o crime vem sendo cimentado pela impunidade. Na cabeça desses senhores, o professor merece apanhar. Por que?

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Foto: Maurício T Santos, Professor QPM do Paraná


Ele escolheu uma profissão precária. Na porta do banheiro do bloco onde ele estudou, está escrito – entre ironia e violência – que aquele é o lugar dos fracassados. Ele não teve capacidade ou dinheiro para ir mais longe, por isso estacionou na sala de aula, onde aprendeu aos poucos, a manejar uma triste arte da sobrevivência, em meio às precariedades, que incluem a falta de materiais, os baixos salários, os desinteresses e as agressividades de uma sociedade inteira. E por isso, ele aprendeu, desde cedo, a reclamar. E ele reclama seus direitos até parecer ranzinza. Seus motivos são muitos e somam-se em um cotidiano que a sociedade, por não saber como enfrentar, prefere omitir. A escola, aos poucos, torna-se um monumento da indiferença. E quando pública (desculpem o tom desaforado), um depósito da pobreza - pra que vela muita pra defunto pouco? Esses meninos nunca serão nada!
Ela levanta cedo. Mora longe. Vai de ônibus ou de carro comprado a prestação – carnê sempre vencido, no porta-luvas. Vende calcinhas no recreio para completar a renda. Come a merenda da escola, entre desejo e arrependimento, quase contra a lei. Ela leva tarefas para casa, aos montes. E lá, no meio da madrugada, ela perde horas de sono, sem que ninguém veja. Decifra hieróglifos, entre os quais, vez ou outra, se emociona com elogios. Ela vai em velórios de alunos e ex-alunos sacrificados pela droga, pelos acidentes do trânsito ou pela violência doméstica. Ela ouve confissões sem saber o que dizer. Um dia, do nada, um inverno interior lhe tira o sono. Uma síndrome qualquer. Um medo de não sei o que, uma fobia sem nome, um nome sem sentido...  
Ele merece apanhar porque, como funcionário público, tem pretensa estabilidade (o PSS garante permanência para alguém?) e custa caro aos cofres públicos. Muitas vezes sob o aplauso dos fascismos de plantão, ele merece apanhar porque escolheu fazer parte de uma estrutura agonizante. Assim, [des]financiada pelo Estado, a escola definha. E porque definha, recebe as pedradas sociais de todos os lados, inclusive de seus usuários. Invasões, incêndios e vandalismo são realidades cotidianas que afetam a escola, sem que ninguém se incomode. A cada noite, depois que a sirene toca e todos voltam pra casa às pressas, a escola fica mais pobre de si mesma. A contabilidade dos números segue seu ritmo funesto enquanto seus personagens, os professores, apanham em praça pública. Nenhum problema nisso. Fizeram por merecer.
Ela atrapalha o mandato dos opressores, para quem o silêncio da vítima é uma exigência indiscutível. Ela ensina a pensar, quando é preciso calar, obedecer, baixar a voz, emudecer. Ela fala de direitos humanos e elogia a democracia, quando é tempo de suspensão; e de tolerância, quando é hora de agressão. E ensina a coragem, quando é tempo de medo. Seu antípoda, o deputado que elogia o torturador, é recebido com festa e colhe as bênçãos de seu próprio deus na “república” em que ela é agredida. Ela, a professora, promove o pluralismo e outras obsolescências. Não é tempo para isso. Bombas contra ela, carros, cachorros e cavalos!
Ele aprendeu, desde muito cedo, a se organizar. Paga o sindicato e, como poucos, participa o quanto pode. Viaja de longe para os atos da capital, para a cidade que, em meio ao caos, grita contra a incômoda presença. Melhor teria sido ficar na escola, esse esconderijo do feio, essa prisão do indesejável. Assim, organizado, ele não receberá homenagem, nenhuma menção honrosa, nenhum crédito. Quem manda fugir ao estereótipo do “meu mestre, minha vida”. Não aceitou ser o personagem meloso dos filmes de Hollywood. Ele não representa bem o papel do mestre milagroso que altera os destinos com talentos para as artes da comédia. Seu tablado não é palco! Ele não é o ator que deveria. Ele não é o palhaço que todos desejam. Ao contrário, sua arte cobra disciplina, rigor, noites sem sono, concentração em exames, provas constantes. Quer a presença da família. Manda recado para os pais que, cansados, não querem saber dos filhos – pra que, afinal, existe a escola? O professor incomoda. Bomba nele!
Foto: Maurício T Santos, Professor QPM do Paraná
O professor merece apanhar porque não é assim, afinal, que se constrói um ser humano no mundo contemporâneo. Ele e suas demandas estão fora de moda. Queremos mais graça, mais piada, mais facebook, mais videogame. Professor: menos aula, por favor!  

PS. Triste não é meu texto. Triste é a realidade que levou a ele.

Do Blog Com Jota, postado por Jelson Oliveira

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A pesquisa, leitura e a escrita, classifica garoto de 12 anos para carregar o Fogo Olímpico

ALUNO DE 12 ANOS PODE SER A PERSONALIDADE MAIS JOVEM 

A CARREGAR A TOCHA OLÌMPICA EM FOZ DO IGUAÇU

                                         Adriel: - Perdi o recreio, mas é por uma excelente causa!

 Segue na íntegra o Artigo de Opinião de um dos alunos que irá representar Foz do Iguaçu, no evento que contará com personalidades e atletas, que têm referência social com os valores aqui descrito pelo tão jovem e ao mesmo tempo maduro escritor! Boa Leitura!

Já está confirmado Foz participará como trajeto da tocha Olímpica


Adriel: - Perdi o recreio, mas é por uma excelente causa!Agora é só passar a limpo!!


Chamas e cinzas olímpicas

       As Olimpíadas acontecem de quatro em quatro anos, a ansiosidade dos participantes mistura-se ao som de cornetas, apitos, notas e a gritaria da torcida, o fogo da tocha olímpica aumenta a intensidade do calor, mas isso não é suficiente para o Espírito Olímpico, valores humanos e virtudes são bagagem para cada envolvido, a excelência, amizade e respeito, corre nas veias e brilham nos olhos.
       O esporte também pode promover a paz mundial, inspirada na tradição, quando guerras eram interrompidas para permitir a viagem dos atletas, à cidade de Olímpia. O atleta é um poder extremamente preciso, com seus reflexos apurados, cada movimento vale tudo, um salto, um golpe, uma braçada e a vitória do seu país está em suas mãos, gestos, passos e resultados.
       Os jogos olímpicos são motivo de orgulho, esperança e paz, temos que lutar pelo nado, salto, luta, dessa forma, acenderemos a aprendizagem que a alma do brasileiro precisa, com seu próprio "corpo", com dedicação, correr, saltar, e por meio do sonho grego, recomeçar a nobre competição consigo.
       Mesmo que os anéis da honestidade, estejam arrebentados com a realidade, que a passagem de tão gloriosa luz, não importando quem fará esse trajeto de carregar a Pira Olímpica e sim que os elementos: "fogo de Zeus" e "água das quedas do Iguaçu", eleve a nossa esperança em busca da paz e do Espírito Olímpico, as mãos de jovens estudantes do Paraná, especialmente de Foz do Iguaçu, em passos firmes , tentarão, à sombra dos heróis milenares, firmar o compromisso com a coragem em saber competir.

Adriel B Rocha, 12 anos.

 O jovem escritor do 8º Ano C - 2016 
do Colégio Ulysses Guimarães,Foz do Iguaçu, Pr.
Aluno de Língua Portuguesa de Wilma Nunes Rangel